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Pesquisa aponta crescimento dos serviços no 1º primeiro semestre de 2011

Cebrasse
20 de Dezembro de 2010

(A íntegra da pesquisa, respondida por universo representativo de aproximadamente 25 mil empresas, pode ser acessada AQUI)

Trinta e cinco por cento dos prestadores de serviços de todo o País acreditam que no primeiro semestre de 2011 o faturamento de suas empresas crescerá entre 7% e 10% ou mais na comparação com o mesmo período de 2010.

Encomendados pela Central Brasileira do Setor de Serviços – Cebrasse, os dados foram apurados em pesquisa Ipema realizada em novembro junto a federações e sindicatos que representam aproximadamente 25 mil empresas. No total, a Cebrasse reúne cerca de 80 entidades de empreendedores de serviços que têm cerca de 200 mil empresas que geram aproximadamente 8 milhões de empregos.

Avaliando os números coletados, o presidente da Cebrasse, Paulo Lofreta, lembrou-se de que no início de novembro a equipe econômica do governo avaliava que o Brasil deve crescer de 7,5% a 8% neste ano, ‘o melhor desempenho dos últimos 25 anos’. Para o empresário, “temos um terço dos nossos empresários associados calculando faturamento igual ou superior à média projetada para o PIB, o que é um otimismo astronômico, característico de tempos de muita solidez em várias economias do Planeta”.

Os motivos para tanta expectativa são vários. Entre eles, o fato de o País já estar se organizando para os preparativos da Copa do Mundo de 2014 e outros eventos esportivos, e também de a dinâmica dos serviços inserir-se intrinsecamente na cadeia produtiva de todos os setores de atividade econômica do mercado e também no setor público.

Excluindo aqueles 35% dos entrevistados bastante otimistas ao estimar crescimento entre 7% e 10% ou mais, outros empreendedores apostam em diferentes níveis de crescimento. Trinta e um por cento apontam a média de 5%, e 16% deles pontuam entre 1% e 3%. Doze por cento creem em manter os mesmos níveis registrados no primeiro semestre de 2010, e apenas 1% indica níveis abaixo dos daquele período. Quanto aos 5% que não souberam informar, avalia-se que não consideram a possibilidade de redução de ganhos no comparativo entre os primeiros seis meses de 2010 e 2011, e que suas projeções reais podem estar em qualquer percentual.

Faturamento

%

 

Crescimento de 1% a 3%

16,0  

Crescimento de 4% a 6%

31,0  

Crescimento de 7% a 9%

12,0  

Crescimento de 10% ou mais

23,0 82,0

Manter os mesmos Níveis do 1º Semestre de 2010

12,0 12,0

Abaixo do 1º Semestre de 2010

1,0  

Não Sabe Informar

5,0 6,0

TOTAL OBS.

100  

Segmentação do crescimento

Quarenta por cento dos empresários de informática e de merchandising esperam maior crescimento (10% ou mais) na comparação entre os dois semestres. Quase trinta por cento dos de segurança privada, 25% dos de manutenção elétrica e em torno de 20% dos prestadores de serviços gerais, engenharia e montagem e de contabilidade também apostam nessa média de aumento.

A média de 8% foi mais apontada pelos de informática (40%), manutenção mecânica (33%), trabalho temporário (26,3%).

Na área de contabilidade, 40% dos empreendedores apostam em crescer

na média de 5%. Outros 40% têm, igualmente, expectativas de crescimento em torno de 10% e de 2%. Os demais escritórios contábeis acreditam em crescer em torno de 5%.

Serviços de administração de RH apontam equitativamente, em 33,3%, faturamentos médios de 2%, 5% e 8%. Outro segmento que vê com equidade (25%) os níveis de faturamento entre 2%, 5%%, 10% ou mais, e igualdade entre os dois semestres, é o de manutenção elétrica.

Os que mais pontuaram a média de 5% de incremento nos negócios foram os prestadores das áreas de engenharia (60%), merchandising (40%), manutenção predial (38,5%), limpeza e conservação (37,5%), trabalho temporário (37%), segurança privada (36%), e os de logística e de serviços especializados de predominância de mão de obra (28,6%).

O setor de telemarketing e call center é o que mais aponta para o primeiro semestre o menor índice de ganhos (entre 1% e 2%) ante o mesmo período em 2009: quase 67% dessas empresas. Cerca de 28% por cento das que operam em logística apontam o mesmo percentual.

Faturar menos que em 2009 foi previsão feita apenas por 7% dos empresários de segurança privada e por 3,6% dos da atividade de serviços especializados com predominância e mão de obra.

Segmento x Faturamento

 

Crescimento de 1% a 3%

Crescimento de 4% a 6%

Crescimento de 7% a 9%

Crescimento de 10%

ou mais

Mesmos níveis do

1º Semestre de 2010

Abaixo do

1º Semestre de 2010

Não Sabe Informar

TOTAL

1

15,6 37,5 18,8 15,6 6,3 0,0 6,3 100

2

14,3 35,7 7,1 28,6 7,1 7,1 0,0 100

3

30,8 38,5 7,7 0,0 7,7 0,0 15,4 100

4

25,0 25,0 25,0 25,0 0,0 0,0 0,0 100

5

16,7 16,7 33,3 16,7 16,7 0,0 0,0 100

6

26,3 21,1 15,8 15,8 10,5 0,0 10,5 100

7

20,0 0,0 40,0 40,0 0,0 0,0 0,0 100

8

40,0 20,0 20,0 20,0 0,0 0,0 0,0 100

9

33,3 33,3 33,3 0,0 0,0 0,0 0,0 100

10

10,5 36,8 26,3 10,5 10,5 0,0 5,3 100

11

23,8 19,0 19,0 19,0 9,5 0,0 9,5 100

12

25,0 28,6 17,9 7,1 10,7 3,6 7,1 100

13

28,6 28,6 14,3 14,3 0,0 0,0 14,3 100

14

0,0 40,0 0,0 40,0 20,0 0,0 0,0 100

15

66,7 33,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 100

16

0,0 60,0 20,0 20,0 0,0 0,0 0,0 100

17

22,2 22,2 22,2 11,1 11,1 0,0 11,1 100

18

20,0 40,0 0,0 20,0 20,0 0,0 0,0 100

19

6,7 20,0 10,0 43,3 13,3 0,0 6,7 100
 

Segmentos

     

1

Limpeza e Conservação

 

11

Serviços Gerais

2

Vigilância e Segurança

 

12

Serviços Esp. c/Predom. Mão de Obra

3

Manutenção Predial

 

13

Logística e Distribuição

4

Manutenção Elétrica

 

14

Promoção & Merchandising

5

Manutenção Mecânica

 

15

Telemarketing/Call Center

6

Jardinagem e Paisagismo

 

16

Engenharia e Montagem

7

Informática/Processamento de Dados

 

17

Serviços Administrativos

8

Administração de Restaurantes

 

18

Serviços Contábeis

9

Administração de RH

 

19

Outros Serviços

10

Trabalho Temporário

     

Empregabilidade

Na comparação entre os dois semestres, enquanto 82% dos prestadores apontam crescimento em ganhos, são em 76% os que preveem aumentar o número de seus empregados.

As médias de 8% e de 10% ou mais de novos contratos de trabalhos foram igualmente indicadas por 11% dos pesquisados. Para cinqüenta e quatro por cento dos empregadores, a expansão do número de funcionários, na comparação entre os dois semestres, deverá ser entre as médias de 2% e de 5%.

Outros 14% poderão manter, no ano que se inicia, o mesmo quadro de empregados que tinham em 2010. Dos 10% restantes, quatro por cento pensam que contratarão menos pessoas e 6% não souberam informar.

Empregos

%

 

Crescimento de 1% a 3%

26,0  

Crescimento de 4% a 6%

28,0  

Crescimento de 7% a 9%

11,0  

Crescimento de 10% ou mais

11,0 76,0

Manter os mesmos Níveis do 1º Semestre de 2010

14,0 14,0

Abaixo do 1º Semestre de 2010

4,0  

Não Sabe Informar

6,0 10,0

TOTAL OBS.

100  

Em 2010, de acordo com dados do Caged, o setor de serviços foi o que mais gerou oportunidades de trabalho formal entre as 2,4 milhões criadas no acumulado dos 10 primeiros do ano. Apenas em outubro, respondeu por 86 mil (mais de 42%) das quase 205 mil vagas criadas no Brasil.

O setor de informática também está na dianteira na questão dos níveis de emprego projetados para o primeiro semestre de 2011 ante o de 2010: 40% das empresas apostam em aumentar em 10% ou mais o número de funcionários, e o mesmo percentual indica aumento médio de 5%. Sessenta por cento dos administradores de restaurantes pensam que terão cerca de 5% a mais de empregados, e vinte por cento desses empresários calculam a abertura de 10% ou mais em relação a 2010.

Cerca de 20% das prestadoras das atividades de engenharia e montagem deverão no próximo semestre manter o mesmo quadro de funcionários que tinham de janeiro a junho de 2010. Os 80% restantes equitativamente, aumentos médios entre 2% a 5%.

Entre as empresas de RH, 45% projetam contratar entre 4% e 5% a mais que no ano passado nesse período. Trinta e três por cento delas esperam incremento em torno de 8%, e pouco mais de 22% acreditam que terão média de 2% a mais de empregados na comparação entre esses dois primeiros semestres.

Dos prestadores de serviços contábeis, 60% apontam que terão média de 2% a mais de empregados na comparação entre os dois períodos. O restante deles indica que manterá o mesmo quadro de funcionário que tinha no primeiro semestre de 2010. Na área de telemarketing e merchandising, 67% dos empregadores vão empregar entre 1% e 3% a mais de pessoas. Os outros 33% calculam média 5% maior em relação ao quadro de funcionários que tinham no mesmo período de 2010.

Aumento médio de 2% dos empregados é esperado por quase 36% empresários de segurança privada. Quase 30% deles projetam ter cerca de 5% a mais de funcionários, e 14% deverão ter 8% a mais deles. Média de 7% desses empresários aposta, equitativamente, em abrir de 10% ou mais de vagas e em manter o seu número de funcionários igual ou abaixo dos que tinham no primeiro semestre de 2010.

A maioria (31%) das prestadoras de serviços de asseio e conservação vai empregar aproximadamente 2% a mais de pessoas. Vinte e oito por cento delas apontaram crescimento médio de 5% nas vagas e 22% acreditam em aumentar de 7% a 9% o número de funcionários. Dez por cento ou mais de oportunidades de emprego poderão estar disponíveis em cerca de 6% dessas empresas, sendo que pouco mais de 3% delas preveem para 2011 que manterão ou ficarão abaixo das oportunidades ofertadas no mercado de trabalho durante o primeiro semestre de 2010.

Segmentos x Empregos

 

Crescimento de 1% a 3%

Crescimento de 4% a 6%

Crescimento de 7% a 9%

Crescimento de 10%

ou mais

Mesmos níveis do

1º semestre 2010

Abaixo do

1º Semestre de 2010

Não Sabe Informar

TOTAL

1

31,3 28,1 21,9 6,3 3,1 3,1 6,3 100

2

35,7 28,6 14,3 7,1 7,1 7,1 0,0 100

3

38,5 23,1 7,7 7,7 0,0 7,7 15,4 100

4

25,0 25,0 25,0 0,0 0,0 25,0 0,0 100

5

16,7 16,7 33,3 0,0 16,7 16,7 0,0 100

6

31,6 15,8 15,8 10,5 10,5 5,3 10,5 100

7

0,0 40,0 0,0 40,0 0,0 0,0 20,0 100

8

0,0 60,0 0,0 20,0 0,0 20,0 0,0 100

9

22,2 44,4 33,3 0,0 0,0 0,0 0,0 100

10

21,1 36,8 21,1 5,3 10,5 0,0 5,3 100

11

33,3 9,5 23,8 14,3 4,8 4,8 9,5 100

12

32,1 21,4 14,3 0,0 14,3 10,7 7,1 100

13

42,9 14,3 0,0 14,3 14,3 0,0 14,3 100

14

20,0 40,0 0,0 20,0 20,0 0,0 0,0 100

15

66,7 33,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 100

16

40,0 40,0 0,0 0,0 20,0 0,0 0,0 100

17

22,2 22,2 22,2 0,0 11,1 11,1 11,1 100

18

60,0 0,0 0,0 0,0 40,0 0,0 0,0 100

19

23,3 30,0 13,3 13,3 13,3 0,0 6,7 100

Qualificação – um problema que se acentua...

No setor que tem na mão de obra o seu maior insumo, cresce nitidamente entre empreendedores a preocupação em contratar e reter em seus quadros de funcionários pessoas com bom nível de qualificação.

A questão foi a mais pontuada quando os empresários indicaram os principais desafios internos, de gestão, que enfrentam na condução dos negócios - número que subiu de 27% em março para 70% em novembro de 2010.

Comparativo

Desafios do Setor

Nov/10

%

Set/10

%

Jul/10

%

Mai/10

%

Mar/10

%

Média

Manter Custos Competitivos

66,0 69,2 56,8 63,1 63,3 63,7

Criar Condições para uma Administração Ágil e Eficiente

48,0 48,7 50,0 53,8 50,0 50,1

Focar em Segmentos Específicos, com Serviços Especializados

50,0 55,4 50,0 50,0 50,0 51,1

Diferenciar seus Produtos para Continuar Competitivo

51,0 51,3 52,3 43,8 43,3 48,3

Manter-se Tecnologicamente Atualizado

38,0 41,0 36,3 38,1 40,0 38,7

Atrair e Reter Profissionais com Alta Qualificação

70,0 69,2 52,3 31,3 26,7 49,9

A quantidade de citações é superior às observações devido às respostas múltiplas

Entre os segmentos pesquisados, a preocupação com a boa qualidade dos empregados foi a mais assinalada por 80% dos empresários de informática e de restaurantes. Depois foram os de segurança privada (71%), asseio e conservação (62,5%), serviços gerais (62%), serviços especializados com predominância em mão de obra (61%), trabalho temporário e jardinagem (58%), administradores de RH (56%) e de manutenção mecânica (50%).

A menor indicação do problema (20%) foi dada pelos serviços de contabilidade e de merchandising, seguidos de 22% dos prestadores de serviços administrativos e 25% dos de manutenção elétrica.

Segmento x Desafios_Setor

 

Atrair e reter profissionais com alta Qualificação

Criar condições para administração ágil e eficiente

Diferenciar produtos para continuar competitivo

Focar em segmentos específicos, com serviços especializados

Manter custos Competitivos

Manter-se tecnologicamente atualizado

1

62,5 37,5 40,6 50,0 53,1 37,5

2

71,4 42,9 42,9 57,1 42,9 64,3

3

46,2 38,5 38,5 46,2 61,5 38,5

4

25,0 75,0 75,0 75,0 50,0 75,0

5

50,0 33,3 50,0 50,0 50,0 50,0

6

57,9 36,8 42,1 42,1 57,9 42,1

7

80,0 0,0 20,0 40,0 40,0 40,0

8

80,0 20,0 40,0 40,0 40,0 20,0

9

55,6 44,4 55,6 55,6 55,6 55,6

10

57,9 36,8 63,2 31,6 42,1 31,6

11

61,9 33,3 38,1 52,4 57,1 33,3

12

60,7 35,7 32,1 53,6 46,4 39,3

13

42,9 42,9 42,9 42,9 71,4 28,6

14

20,0 80,0 80,0 0,0 60,0 20,0

15

33,3 33,3 33,3 66,7 66,7 33,3

16

40,0 20,0 20,0 40,0 60,0 80,0

17

22,2 55,6 55,6 55,6 44,4 55,6

18

20,0 20,0 60,0 80,0 20,0 80,0

19

33,3 26,7 50,0 40,0 40,0 50,0

...e ultrapassa a questão da carga tributária

De março a setembro de 2010, as pesquisas Cebrasse/Ipema junto aos empresários de serviços apontaram a alta carga tributária como o maior dos problemas de cunho externo enfrentados pelo setor. Vinham depois questões relativas à qualificação, informalidade, inflexibilidade das leis trabalhistas, infraestrutura e a falta de crédito e de pagamentos de clientes.

Em novembro, mesmo diante da eventualidade do retorno da CPMF para a engorda dos cofres públicos com a retirada de mais dinheiro dos contribuintes, empresários de boa parte das atividades colocaram a falta de pessoas qualificadas à frente de questões de ordem tributária, ao darem peso aos entraves oriundos de decisões oficiais e de mercado que afetam a saúde de seus negócios.

Comparativo

Fatores Externos ao setor

Nov/10

%

Set/10

%

Jul/10

%

Mai/10

%

Mar/10

%

Média

Alta Carga Tributária

86,0 84,6 86,3 85,0 90,0 86,4

Concorrência Desleal

71,0 76,9 68,1 72,5 73,3 72,4

Legislação Trabalhista Inflexível

70,0 74,3 63,9 63,1 63,3 66,9

Qualificação da mão de obra

87,0 82,0 70,5 38,1 30,0 61,5

Burocracia (Aspectos de Regulamentação)

25,0 25,6 27,3 25,0 20,0 24,6

Problemas com Infra-Estrutura

19,0 20,5 18,1 15,6 6,7 16,0

Indisponibilidade de Crédito

10,0 10,3 15,9 15,6 10,0 12,4

Inadimplência de Clientes

15,0 17,9 18,2 15,6 16,7 16,7

A quantidade de citações é superior à de observações devido a respostas múltiplas

Indicaram essa situação os segmentos limpeza e conservação, manutenção predial e elétrica, jardinagem e paisagismo, gestão de RH, trabalho temporário, serviços gerais, logística e da área contábil.

A atividade que mais se ressente da questão da qualificação comparada a dos impostos é a de telemarketing (respectivamente 100% para a primeira situação e 33% para a segunda). A que menos denota esse problema é o de engenharia e montagem: 100% deles pontuam a carga tributária e apenas 60% a qualificação.

Segmento x Fatores Externos

 

Alta carga tributária

Problemas com infraestrutura

Burocracia Aspectos de regulamentação

Concorrência desleal

Indisponibilidade de crédito

Inadimplência de clientes

Legislação trabalhista Inflexível

Qualificação da mão de obra

1

68,8 6,3 28,1 68,8 9,4 18,8 59,4 78,1

2

85,7 21,4 14,3 78,6 7,1 7,1 42,9 64,3

3

69,2 7,7 15,4 61,5 15,4 15,4 76,9 76,9

4

75,0 0,0 25,0 75,0 25,0 0,0 100 75,0

5

83,3 0,0 16,7 66,7 16,7 0,0 66,7 50,0

6

73,7 0,0 36,8 57,9 10,5 15,8 68,4 78,9

7

80,0 20,0 20,0 20,0 0,0 0,0 40,0 80,0

8

80,0 20,0 20,0 0,0 0,0 0,0 40,0 60,0

9

77,8 0,0 33,3 77,8 11,1 44,4 22,2 88,9

10

57,9 0,0 26,3 73,7 15,8 15,8 26,3 89,5

11

66,7 4,8 28,6 66,7 9,5 14,3 61,9 81,0

12

71,4 3,6 28,6 57,1 17,9 17,9 53,6 67,9

13

57,1 0,0 14,3 57,1 28,6 14,3 42,9 71,4

14

80,0 20,0 20,0 80,0 20,0 40,0 40,0 80,0

15

33,3 0,0 0,0 100 0,0 33,3 66,7 100

16

100 0,0 40,0 0,0 0,0 40,0 40,0 60,0

17

66,7 0,0 33,3 55,6 11,1 11,1 55,6 44,4

18

40,0 0,0 40,0 20,0 0,0 0,0 20,0 60,0

19

60,0 6,7 30,0 43,3 10,0 16,7 33,3 56,7

A quantidade de citações é superior à de observações devido a respostas múltiplas

Setores que mais contratam...

Gerando muito emprego e com escalada crescente na composição do PIB (no acumulado de 2009, a atividade cresceu 2,6%, enquanto a indústria teve queda de 5,5%, a agropecuária também recuou), o setor de serviços tem importante atuação em toda a cadeia produtiva no mercado e nos setores da administração pública.

Em novembro, 58% dos prestadores de serviços pesquisados pela Cebrasse tinham a indústria como sua principal contratante. A seguir, os próprios serviços (45%), o comércio (41%), órgãos públicos (30%), setor financeiro (17%), telecomunicações (16%); e outros, com 31%.

Setores compradores

%

Indústria

58,0

Serviços

45,0

Comércio/Varejo

41,0

Outros

31,0

Setor Público

30,0

Setor Financeiro

17,0

Telecomunicações

16,0

Os fatores que mais influenciam as decisões de compra são: preço, para 81% dos entrevistados; qualificação técnica, para 49%; histórico de mercado, para 44%; referências, para43%; emprego de tecnologia, para 30%; e localização da empresa, para 6% deles.

...e quais os serviços mais contratados

A administração pública foi a maior contratante (75%) de serviços de manutenção elétrica (75%) e predial (69%), telemarketing (67%), jardinagem e paisagismo (58%), segurança privada e serviços gerais (57%), e manutenção mecânica (50%).

Telemarketing e call center tiveram 100% de suas atividades prestadas para a indústria, que aqueceu também o faturamento das prestadoras de serviços de logística e distribuição ((86%), jardinagem (79%), asseio e conservação e gestão de RH (78%), serviços gerais (76%), segurança privada e trabalhos com predominância de mão de obra (71%); trabalho temporário (68,5%), manutenção mecânica (67%), manutenção predial (61,5%), informática, merchandising e serviços contábeis (60%), serviços administrativos (56%), manutenção elétrica e outros (50%).

O setor financeiro contratou 64,3% dos serviços de segurança privada, e 50% dos de manutenções elétrica e mecânica.

O de telecomunicações garantiu 60% do que faturaram serviços de merchandising, 56% dos administrativos e metade dos de manutenção elétrica.

Oitenta por cento dos contratos de serviços de merchandising foram com o comércio, responsável também por 78% dos de administração de RH, 67% dos de telemarketing, 63% dos trabalhos temporários, 60% de gestões de restaurantes, 56% de serviços administrativos, 54% de manutenção predial, e 50% de manutenção elétrica e outros serviços.

Prestadores de serviços contrataram serviços de outros prestadores: 80% das atividades de administrações de restaurantes e de RH e serviços contábeis, 78% de serviços administrativos, 68% de atividades com predominância de mão de obra especializada, 67% de telemarketing, 61,5% de manutenção predial, 60% de engenharia e montagem, 58% de jardinagem e paisagismo e 50% de manutenção elétrica.

  • · Segmentos x Setores Compradores
 

Comércio/

Varejo

Indústria

Serviços

Setor Financeiro

Telecomunicações

Setor Público

Outros

1

43,8 78,1 50,0 25,0 18,8 46,9 37,5

2

28,6 71,4 28,6 64,3 14,3 57,1 28,6

3

53,8 61,5 61,5 23,1 30,8 69,2 46,2

4

50,0 50,0 50,0 50,0 50,0 75,0 75,0

5

33,3 66,7 33,3 50,0 16,7 50,0 50,0

6

36,8 78,9 57,9 26,3 26,3 57,9 26,3

7

60,0 60,0 80,0 20,0 20,0 20,0 20,0

8

60,0 20,0 80,0 0,0 0,0 0,0 40,0

9

77,8 77,8 55,6 22,2 44,4 22,2 33,3

10

63,2 68,4 47,4 15,8 21,1 15,8 21,1

11

33,3 76,2 47,6 33,3 23,8 57,1 33,3

12

28,6 71,4 67,9 25,0 28,6 42,9 32,1

13

14,3 85,7 28,6 28,6 28,6 42,9 28,6

14

80,0 60,0 20,0 0,0 60,0 0,0 0,0

15

66,7 100 66,7 33,3 33,3 66,7 0,0

16

40,0 40,0 60,0 0,0 0,0 40,0 20,0

17

55,6 55,6 77,8 33,3 55,6 44,4 22,2

18

40,0 60,0 80,0 20,0 40,0 0,0 20,0

19

50,0 50,0 36,7 13,3 10,0 33,3 43,3

A quantidade de citações é superior à de observações devido às respostas múltiplas

Influência das eleições

Aplicada no mês seguinte às eleições gerais em todo o País, a pesquisa Cebrasse/Ipema apurou que para 32% dos prestadores de serviços a eleição de Dilma Rousseff, governadores, senadores e deputados não terá qualquer influência no desempenho de seus setores.

Ficaram próximos os resultados das avaliações de influências negativa (22%) e muito negativa (4%); e positiva (18%) e muito positiva (6%).

Resultados_Eleições 2010

%

 

Influência Altamente Positiva

6,0

 

Influência Positiva

18,0

24,0

Nenhuma Influência

32,0

32,0

Influência Negativa

22,0

 

Influência Altamente Negativa

4,0

26,0

Não Soube Informar

18,0

18,0

TOTAL OBS.

100

 

O segmento que mais apontou ausência completa dessa influência (60%) foi o de serviços contábeis, seguido do de logística (43%). A Influência negativa foi indicada por 40% dos prestadores de serviços de informática e de administração de restaurantes.

A atividade de telemarketing e call center foi a única a, na totalidade, indicar 100% de influência positiva das eleições em seus negócios, seguida de 44,5% dos empresários de RH, 40% dos de merchandising e engenharia e montagem, e 36% dos de segurança privada.

Do total de 6% de empresários que acreditam na influência altamente positiva das eleições, 20% são dos segmentos de administração de restaurantes e de engenharia e montagem; 15,5% são de manutenção predial e 14% dos de serviços especializados com predominância de mão de obra.

Quanto à influência altamente negativa, pontuada por 4% dos pesquisados, 25% estão na atividade de manutenção elétrica, 22% nos serviços administrativos, 20% nos de contabilidade, e 17% na manutenção mecânica.

Segmento X Resultados Eleições 2010

 

Influência Altamente Positiva

Influência Positiva

Nenhuma Influência

Influência Negativa

Influência Altamente Negativa

Não Soube Informar

TOTAL

1

6,3 15,6 34,4 31,3 3,1 9,4 100

2

0,0 35,7 21,4 21,4 7,1 14,3 100

3

15,4 23,1 38,5 7,7 7,7 7,7 100

4

0,0 25,0 25,0 0,0 25,0 25,0 100

5

0,0 0,0 33,3 33,3 16,7 16,7 100

6

5,3 26,3 15,8 26,3 5,3 21,1 100

7

0,0 20,0 20,0 40,0 0,0 20,0 100

8

20,0 0,0 20,0 40,0 0,0 20,0 100

9

11,1 44,4 22,2 11,1 0,0 11,1 100

10

10,5 21,1 26,3 15,8 5,3 21,1 100

11

4,8 23,8 14,3 38,1 0,0 19,0 100

12

14,3 21,4 35,7 21,4 3,6 3,6 100

13

0,0 57,1 42,9 0,0 0,0 0,0 100

14

0,0 40,0 0,0 20,0 0,0 40,0 100

15

0,0 100 0,0 0,0 0,0 0,0 100

16

20,0 40,0 20,0 20,0 0,0 0,0 100

17

0,0 22,2 33,3 11,1 22,2 11,1 100

18

0,0 20,0 60,0 0,0 20,0 0,0 100

19

6,7 3,3 26,7 20,0 10,0 33,3 100

(A íntegra da pesquisa, respondida por universo representativo de aproximadamente 25 mil empresas, pode ser acessada AQUI)

São Paulo, 18 de dezembro de 2010

Lúcia Tavares Comunicação

(11) 5093.9936

 comunicaçao@cebrasse.org.br   www.cebrasse.org.br

 

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