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Dados de maio, regionalizados e por segmentos de atuação, apontam prioridades internas e de mercado, negócios com setores público e privado, índices de confiança e expectativas quanto às eleições e às influências da regulamentação da terceirização

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Pesquisa nacional realizada pelo Grupo Ipema, encomendada pela Central Brasileira do Setor de Serviços – Cebrasse avalia o perfil e as expectativas dos prestadores de serviços no mês de maio, comparativamente a março de 2010.

A nova mostra nacional classifica os prestadores de serviços por segmento de atuação e avalia suas posições quanto à regulamentação da terceirização, eleições e prioridades internas e externas. Aponta também expectativas quanto às eleições e ao faturamento, e considera possibilidades e dificuldades enfrentadas na demanda junto aos mercados público e privado.

A central empresarial reúne federações, sindicatos e associações de prestadores de serviços de todo o País, que têm na mão de obra o seu maior insumo.

Segmentos do setor

Dos entrevistados na pesquisa, 40,6% atuam no segmento de asseio e conservação. Somente no estado de São Paulo, operando principalmente nas indústrias alimentícia, química e automotiva, em shopping centers e no sistema hospitalar, o segmento emprega 180 mil trabalhadores. 

A segunda maior participação é da prestação de serviços gerais, com quase 35% na composição, seguido de manutenção elétrica e eletrônica (ambas com pouco mais de 28,1%); jardinagem e paisagismo (25%) e trabalhos de caráter temporário (22%). Esse último segmento, com faturamento anual de R$ 19 bilhões, emprega temporariamente quase 950 mil pessoas com média de remuneração mensal em R$ 900.

Segurança privada, engenharia e montagem, e logística estão empatados em 19%. Em todo o Brasil, o mercado de segurança privada e cursos de formação na área é composto por 1,7 mil empresas com 480 mil funcionários, segundo dados do sindicato paulista do setor, o Sesvesp.

Setor Atuação

%

Limpeza e Conservação

40,6

Serviços Gerais

34,4

Manutenção Elétrica

28,1

Manutenção Mecânica

28,1

Jardinagem e Paisagismo

25,0

Trabalho Temporário

21,9

Engenharia e Montagem

18,8

Logística e Distribuição

18,8

Vigilância e Segurança: Manutenção Predial

18,8

Serviços Esp. c/Predom. Mão de Obra

15,6

Administração de RH

12,5

Informática/Processamento de Dados

12,5

Outros Serviços

12,5

Serviços Contábeis

12,5

Administração de Restaurantes

9,4

Promoção e Merchandising

9,4

Telemarketing/Call Center

9,4

Serviços Administrativos

6,3

A quantidade de citações é superior às observações devido às respostas múltiplas (10 no máximo).

Qualificação da mão de obra

Dados apurados pela Cebrasse em março indicavam que a maioria absoluta dos empresários (51%) preocupava-se com a qualidade dos serviços prestados aos tomadores - o que se observou, inclusive, com base nos níveis de escolaridade dos empregados. Em maio, apurou-se que 78% dos empregadores investem na qualificação da mão de obra algo entre 1% a 6% do faturamento bruto da empresa. Esse investimento vai à media de 8% para 12,5% dos entrevistados, enquanto 9,4% não mostram qualquer preocupação com o assunto, ao não saber responder à pergunta.

Paulo Lofreta, afirma que essa é uma cultura empresarial que precisa ser extinta entre esses 10% dos prestadores. Para ele, um segmento com a mão de obra como maior insumo, precisa conceber a qualificação com um bom investimento a se fazer.

Dados regionalizados:

Em termos regionais, empresários do Norte e do Nordeste são os que mais investem no preparo dos funcionários: 20% deles, nas duas regiões, destinam 7% a 9% do que faturam na qualificação. Os mesmos percentuais de empresas nas duas regiões destinam a isso 5% do faturamento, enquanto no Nordeste metade delas gasta de 1% a 3% do que ganham em qualificação dos empregados.

Em contrapartida, no Norte estão 40% do 9,4% dos prestadores de serviços que não sabem informar, enquanto 10% deles operam no Nordeste.

O Sudeste é a região que investe menos na qualificação (52,2% gastam média de 2% do faturamento), com 13% destinando em torno de 8% e o mesmo número de empresas não sabendo informar.

No Distrito Federal, a metade aplica em qualificação apenas de 1% a 3%, enquanto a outra metade distribui-se equitativamente entre os que destinam em torno de 5% do que ganham e os que não sabem apontar investimentos em qualificação.

Investimento

1% a 3%

4% a 6%

7% a 9%

10% ou mais

Nenhum

Não sabe

TOTAL

 

NORTE

20

20

20

0

0

40

100

 
 

NORDESTE

50

20

20

0

0

10

100

 
 

SUL

36,4

36,4

9,1

0

0

18,2

100

 
 

SUDESTE

52,2

21,7

13

0

0

13

100

 
 

CENTRO-OESTE

37,5

25

12,5

0

0

25

100

 

DF

50

25

0

0

0

25

100

 

A qualificação entre fatores administrativos e externos teve crescimento nas duas abordagens abaixo.

Fatores internos

Embora pontuando como a menor preocupação dos empresários na gestão interna dos negócios, a qualificação dos funcionários foi o quesito que mais cresceu (média de 5%) entre os desafios apontados entre março e maio. Outras questões, como manutenção de custos, competência, competitividade e tecnologia registraram pequena oscilação para mais entre as prioridades, mantendo-se na dianteira.

Comparativo

Desafios_Setor

Mai/10

%

Mar/10

%

Manter Custos Competitivos

63,1

63,3

Criar Condições para uma Administração Ágil e Eficiente

53,8

50,0

Focar em Segmentos Específicos, com Serviços Especializados

50,0

50,0

Diferenciar seus Produtos para Continuar Competitivo

43,8

43,3

Manter-se Tecnologicamente Atualizado

38,1

40,0

Atrair e Reter Profissionais com Alta Qualificação

31,3

26,7

Desafios externos

Na avaliação de fatores que independem da vontade dos empresários, porque se relacionam a ações de mercado e a políticas públicas, a preocupação com a qualificação da mão de obra cresceu mais de  8% em relação a março.

Tiveram crescimento de 9% as pontuações para problemas de infraestrutura, seguidas da indisponibilidade de crédito, com 5,6%; e aspectos burocráticos, com 5%. 

Mesmo diminuída em 5% na classificação dos fatores que alteram para pior o humor do mercado, a questão da carga tributária continua sendo a grande vilã em empecilhos do desenvolvimento do setor.

Comparativo

Fatores Externos_Setor

Mai/10

%

Mar/10

%

Alta Carga Tributária

85,0

90,0

Concorrência Desleal

72,5

73,3

Legislação Trabalhista Inflexível

63,1

63,3

Qualificação da Mão-de-Obra

38,1

30,0

Burocracia (Aspectos de Regulamentação)

25,0

20,0

Problemas com Infra-Estrutura

15,6

6,7

Indisponibilidade de Crédito

15,6

10,0

Inadimplência de Clientes

15,6

16,7

Atuação nos setores público e privado

Outra intenção da Cebrasse em maio foi avaliar os índices de contratações para prestação de serviços junto aos setores público e privado. Revelou-se que nenhuma empresa trabalha exclusivamente para máquinas de governo (são 70% delas) e que todas elas têm contratos na área privada.

Dessas 70% que prestam serviços ao governo, os contratos públicos compõem grande parte do faturamento: entre 40% e 80% para quase 30% das prestadoras. Para 41% delas, esse percentual está na casa dos 30%.

Junto ao mercado privado atua a totalidade das prestadoras de serviços, sendo que 31% delas têm o faturamento proveniente do setor. Esses contratos integram entre 85% e 95% do faturamento de 22% das prestadoras; entre 40% a 80% para 38% delas; e apenas 9% tem até 30% do seu faturamento vinculado ao Mercado Privado.

 

Faturamento Mercado Público (%)

Faturamento_Mercado Público (%)

%

0

31,3

5

9,4

10

9,4

15

3,1

20

6,3

30

12,5

40

6,3

50

9,4

60

3,1

70

6,3

80

3,1

TOTAL OBS.

100

 

Faturamento_Mercado Privado (%)

Faturamento_Mercado Privado (%)

%

20

3,1

30

6,3

40

3,1

50

9,4

60

6,3

70

12,5

80

6,3

85

3,1

90

9,4

95

9,4

100

31,3

TOTAL OBS.

100

Decisão de Compra

Entre os fatores que mais influenciam a decisão do tomador na contratação dos serviços, a qualificação técnica está em primeiro lugar, com mais de 78% de indicações. A seguir, fator preço, apontado por quase 69%; e experiência, com 34,4%.

Tecnologia e referências pontuam igualmente, com quase 22%, sendo a localização o item de menor importância - apenas 9,4 indicações.

A qualificação de serviços, apontada como preocupação interna pelos prestadores, está relacionada ao quesito qualificação técnica apontado majoritariamente pelos tomadores entre os fatores de decisão de compra.

 

Fatores Decisivos_Compra

Fatores Decisivos_Compra

%

Qualificação Técnica

78,1

Preço

68,8

Experiência

34,4

Tecnologia

21,9

Referências

21,9

Localização

9,4

A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas (seis no máximo)

 

Influência das Eleições

Em sua quase totalidade, 91%, prestadores de serviços continuam acreditando na influência dos resultados das eleições de 2010 no desempenho dos negócios. Registrou-se queda de 12% nas indicações de média influência, e aumento nesse mesmo percentual entre os que apontaram total influência. Enquanto isso é de 7% a diminuição entre os que indicam alta influência. Houve aumento de 6,1% entre os que desconsideram completamente a possibilidade.

Eleições 2010

%

Nenhuma influência

9,4

Pouca Influência

28,1

Média Influência

25,0

Alta Influência

15,6

Total Influência

21,9

TOTAL OBS.

100

 

Comparativo

 

Eleições 2010

Mai/10

%

 

Mar/10

%

Nenhuma influência

9,4

 

3,3

Pouca Influência

28,1

 

26,7

Média Influência

25,0

 

36,7

Alta Influência

15,6

 

23,3

Total Influência

21,9

 

10,0

Influência das eleições por região

Empresários do Distrito Federal são os que os que mais acreditam (37,5%) na total influência dos resultados das eleições em seus negócios. Depois estão os do Nordeste (20%), Sul (18,2%), Sudeste (17,4%), e Centro Oeste (12,5%). Nenhuma influência foi apontada por prestadores de serviços nas regiões Sul (27,3%); Norte (20%), Sudeste (8,7%) e Nordeste (5%). Não houve pontuação para a ausência de reflexos dos pleitos no Centro Oeste e no Distrito Federal.

Na alta influência acreditam mais os empresários do Centro-Oeste (37,5%), seguidos dos do Distrito Federal (25%), do Norte e Nordeste (20%) e do Sudeste (17,4%). No Sul do País, esse nível de influência cai para 9,1%.

O Norte é a região onde a influência deverá ser pouca para a maioria dos entrevistados (40%). Depois estão o Centro-Oeste (37,5%), Sudeste (30,4%), Nordeste (30%), Sul (27,3%) e Distrito Federal (25%).

Influência média foi apontada por 26,1% dos empresários do Sudeste, seguidos pelos do Nordeste (25%), Norte (20%), Sul (18,2%), e Centro Oeste e Distrito Federal com 12,5%.

 

REGIÃO x Eleições 2010

 

Nenhuma influência

Pouca Influência

Média Influência

Alta Influência

Total Influência

TOTAL

NORTE

20

40

20

20

0

100

NORDESTE

5

30

25

20

20

100

SUL

27,3

27,3

18,2

9,1

18,2

100

SUDESTE

8,7

30,4

26,1

17,4

17,4

100

CENTRO-OESTE

0

37,5

12,5

37,5

12,5

100

DF

0

25

12,5

25

37,5

100

Note-se que nas regiões Nordeste (5%) e Sudeste (8,7) estão registrados os menores índices de não-influência dos resultados das eleições nos negócios do mercado de prestação de serviços. Já no Centro-Oeste e no Distrito Federal nenhum empresário apontou essa situação.

Em contrapartida, é em Brasília e nas cidades satélites do Distrito Federal que se situa a maior pontuação (37,5%) para total influência das eleições no crescimento das empresas. Os contratos com a máquina pública compõem 25% do faturamento de um quarto dessas prestadoras, que registram igualmente, em 12,5%, faturamento de 40% a 80% com serviços prestados para a máquina do governo. Do mercado privado de Brasília e adjacências, vem média de 95% a 100% do que faturam a metade das empresas instaladas na região.

No Centro-Oeste, níveis de 30%, 40% e 80% do faturamento das empresas foram citados como provenientes de contratos com o setor público por 12,5% dos empresários. Esse mercado representa também 5% do faturamento para 25% dos entrevistados. Já os tomadores da área privada compõem 100% do que faturam 37,5% das empresas prestadoras

Na região Sudeste, que tem mais de 50% na composição do PIB, são maiores as pontuações para pouca ou média influência (30,4% e 26,1%). Alta e total influências foram apontadas igualmente por 17,4% dos entrevistados.

Grau de confiança

Um Brasil otimista é o que se pode avaliar com base nos resultados da avaliação do grau de confiança dos empresários. Quase 97% deles apresentam-se confiantes, tendo havido aumento de 30,2% na comparação com março na questão da absoluta confiança, e queda de 30% entre os que estavam meramente confiantes.  Houve migração entre  os que tinham essa posição para os que meramente. O índice de pessimismo, antes na casa dos 6,7%, caiu para 3,1%.

Grau Confiança

%

Totalmente Confiante

43,8

Confiante

53,1

Indiferente

0,0

Pessimista

3,1

Totalmente Pessimista

0,0

TOTAL OBS.

100

Comparativo

 

Mai/10

%

Mar/10

%

Totalmente Confiante

43,8

10,0

Confiante

53,1

83,3

Indiferente

0,0

0,0

Pessimista

3,1

6,7

Totalmente Pessimista

0,0

0,0

Dados regionalizados

Os empresários do Sul (63,6%) e do Norte (60%) são o que têm maiores índices de confiança total nos rumos do Brasil. Depois vêm os do Sudeste (47,8%), o Nordeste (40%) e Centro-Oeste e Brasília igualmente com 12,5% cada.

 

Região x Grau Confiança

 

Totalmente Confiante

Confiante

Indiferente

Pessimista

Totalmente Pessimista

TOTAL

NORTE

60

40

0

0

0

100

NORDESTE

40

60

0

0

0

100

SUL

63,6

36,4

0

0

0

100

SUDESTE

47,8

47,8

0

4,3

0

100

CENTRO-OESTE

12,5

87,5

0

0

0

100

DF

12,5

75

0

12,5

0

100

Regulamentação da terceirização

A instituição legal de um marco regulatório para a modalidade de terceirização no mercado é uma das principais bandeiras do setor de prestação de serviços no Brasil. A segurança jurídica a se oportunizar com a regulamentação da modalidade pelo Congresso Nacional incrementaria os negócios para 87,5% dos entrevistados.

A maioria, quase 41% deles, acredita num crescimento médio de 5%. Um quarto prevê incremento de 1% a 3% e quase 10% apostam em média de 8% na expansão dos negócios. Doze e meio por cento dos entrevistados não souberam responder à questão, enquanto a mesma quantidade aposta no incremento de 10% dos negócios.

Qual o % de Crescimento que a Regulamentação da Terceirização no Brasil, traria para o seu segmento?

Regulamentação Terceirização

%

Crescimento de 1 a 3 %

25,0

Crescimento de 4 a 6 %

40,6

Crescimento de 7 a 9 %

9,4

Crescimento de 10 % ou mais

12,5

Não trará Crescimento

0,0

Não Sabe Informar

12,5

TOTAL OBS.

100

Dados regionalizados:

Entre os 41% dos empresários de todo o País que esperam crescimento dos negócios entre 4% e 6% com a regulamentação da terceirização, 37,5% operam no Distrito Federal; 36,4% no Sul, 35% no Nordeste; 34,8 no Nordeste, 25% no Centro-Oeste e 20% no Norte.

Dos 25% que apontam crescer média de 2% com a medida, 40% estão instalados no Norte, 25% no Nordeste, 27,3 % no Sul e quase 22% no Sudeste.  A aposta mais alta – incremente de 10% ou mais – está quase que equitativamente no Norte e no Sul (20% e 18,2%), seguidos do Sudeste (17,4%), Nordeste (15%), e Centro-Oeste e Distrito Federal, ambos com 12,5%.

Região x Regulamentação Terceirização

 

Cresc.de

 1% a 3%

Cresc.de

 4% a 6%

Cresc. de

7% a 9%

Cresc. de

10% ou mais

Não trará

Cresc.

Não Sabe

TOTAL

 

NORTE

40

20

0

20

0

20

100

 
 

NORDESTE

25

35

10

15

0

15

100

 
 

SUL

27,3

36,4

9,1

18,2

0

9,1

100

 
 

SUDESTE

21,7

34,8

8,7

17,4

0

17,4

100

 
 

CENTRO-OESTE

0

25

25

12,5

0

37,5

100

 

DF

0

37,5

12,5

12,5

0

37,5

100

 

Em sua maioria, empresários do Distrito Federal e demais cidades do Centro Oeste apontam crescimento médio de 5% com a regulamentação. Outros 37,5% das duas regiões não souberam informar a importância desse marco regulatório para a modalidade de prestação de serviços. No Sul, registrou-se o menor índice dos que não avaliam a medida.

A regulamentação para os diferentes segmentos

Na avaliação da influência da regulamentação por segmentos, observa-se que são mais otimistas os prestadores de serviços contábeis. Quase 67% deles esperam crescer mais de 10% com a medida.

Já na prestação de serviços de promoção e merchandising, metade dos empresários espera crescimento de 7% a 9% e outra metade aposta em mais de 10%.

A totalidade das empresas de serviços de segurança e manutenção aposta equitativamente (33,3%) nas opções de crescimento nas médias de 5%, 6% e acima de 10%.

Em torno de 83,3% dos gestores de RH e dos administradores de restaurantes acreditam que a medida permitirá expansão média de 5% em seus negócios. Esse percentual de crescimento também é esperado por 75% dos prestadores de serviços temporários, e por 60% dos que atuam em informática e processamento de dados; seguidos por 55,5% dos que trabalham em manutenção elétrica e mecânica. Do segmento de limpeza e conservação, são 46,2% dos empresários acreditando no incremento de 4% a 6% nos negócios em razão da regulamentação da modalidade. A pontuação desse nível de crescimento foi indicada também por quase 67% de prestadores de demais serviços, segmento em que mais de 33% avaliam crescer em mais de 10%.

Entre os que não souberam comentar a relevância da lei de regulamentação para o êxito dos negócios estão igualmente na casa dos 23% prestadores dos segmentos de manutenção elétrica e eletrônica e paisagismo.

Segmento X Regulamentação Terceirização

1

Limpeza e Conservação

2

Serviços Gerais

3

Manutenção Elétrica

4

Manutenção Mecânica

5

Jardinagem e Paisagismo

6

Trabalho Temporário

7

Vigilância e Segurança: Man. Predial

8

Logística e Distribuição

9

Engenharia e Montagem

10

Serviços Esp/Predom. Mão de Obra

11

Informática/Processamento de Dados

12

Administração de RH

13

Serviços Contábeis

14

Outros Serviços

15

Administração de Restaurantes

16

Promoção e Merchandising

17

Telemarketing/Call Center

18

Serviços Administrativos

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