Pesquisa aponta 2010 com tendências positivas para o setor de serviços | Cebrasse News | Noticias Cebrasse e Associados | Cebrasse



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93% dos empresários estão confiantes no crescimento do País
97% deles acreditam na influência das eleições em seus negócios
Maior média salarial oscila entre R$ 800 e R$ 1,2 mil
Maioria dos funcionário tem níveis Médio e Superior

Encomendada pela Central Brasileira do Setor de Serviços - Cebrasse, pesquisa IPEMA aponta tendências e preocupações dos prestadores de serviços para 2010 e mapeia a faixa salarial e a escolaridade dos empregados no setor. Realizada em março, junto ao quadro associativo da central empresarial em todo o País, a apuração tem massa de respostas identificada por região, categorização e grupo de atuação. Vale destacar que a quantidade de citações é superior à de observações porque muitos dos associados atuam em mais de uma região e em mais de um grupo de atuação.Regionalmente, equitativos em 86,7% os dados do Norte e Sudeste; 33,3% do Sul; 26,7% do Distrito Federal; 23,3% do Centro-Oeste e 10% do Norte. Por grupo de atuação, o universo apresentado compõe-se de 90% em serviços terceirizados e mão de obra intensiva; 16,7% em serviços de assessoria e consultoria e serviços prestados a empresas; 13,3% em serviços especializados e prestados a pessoas; e 3,3% em serviços de hospitalidade; alimentação, turismo e entretenimento.

Expectativas muito otimistas

A tendência de crescer mais que a média de outros segmentos econômicos, embora a preocupação em manter custos competitivos e a eficiência da gestão, foi um dos resultados obtidos nessa primeira pesquisa do setor - que compõe 68,3% do PIB e é o maior empregador do País.

EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_FATURAMENTO o Quais as expectativas de crescimento do FATURAMENTO do seu setor para 2010, em relação ao ano de 2009?

EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_FATURAMENTO (%) %
Crescimento de 1 a 3 13,3
Crescimento de 4 a 6 56,7
Crescimento de 7 a 9 6,7
Crescimento de 10 ou mais 16,7
Manter os Mesmos Níveis de 2009 3,3
Abaixo de 2009 3,3
TOTAL OBS. 100


93,4% dos entrevistados têm a expectativa de crescimento do FATURAMENTO do seu setor, em relação ao ano de 2009. o 80,1% apontam um percentual de crescimento, de no mínimo 4%. o Apenas 3,3% dos entrevistados, têm a expectativa do FATURAMENTO do seu setor, ficar ABAIXO do registrado em 2009.“A maioria dos entrevistados acredita num crescimento de 4% a 6%, significando que o setor de serviços está mais otimista que a maior parte dos economistas”, avalia

Paulo Lofreta, presidente da Cebrasse.

CATEGORIZAÇÃO x EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_FATURAMENTO

1 2 3 4 5 6 TOTAL
SINDICAL > 100 > > > > 100
ASSOCIATIVA 20,0 60,0 > 20,0 > > 100
EMPRESA 15,0 45,0 10,0 20,0

5,0

5,0

100

Nº
EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_FATURAMENTO (%)
1 Crescimento de 1 a 3
2 Crescimento de 4 a 6
3 Crescimento de 7 a 9
4 Crescimento de 10 ou mais
5 Manter os Mesmos Níveis de 2009
6 Abaixo de 2009

Entidades sindicais esperam faturamento 4% a 6% a mais que em

2009. A mesma média é registrada para a maioria das associativas e das empresas. EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_GER. EMPREGOS o

Quais as expectativas de crescimento na GERAÇÃO DE EMPREGOS do seu setor para 2010, em relação ao ano de 2009?

EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_GER. EMPREGOS (%) %
Crescimento de 1 a 3 16,7
Crescimento de 4 a 6 36,7
Crescimento de 7 a 9 16,7
Crescimento de 10 ou mais 13,3
Manter os Mesmos Níveis de 2009 10,0
Abaixo de 2009 6,7
TOTAL OBS. 100
83,4% dos entrevistados têm a expectativa de crescimento na GERAÇÃO de EMPREGOS do seu setor, em relação ao ano de 2009. o 66,7% apontam um percentual de crescimento, de no mínimo 4%. o Apenas 6,7% dos entrevistados, têm a expectativa na GERAÇÃO de EMPREGOS do seu setor, ficar ABAIXO do registrado em 2009.Na geração de empregos, grande parte dos empresários (83,4%) espera incremento menor que no faturamento (93,4%), “o que é perfeitamente compreensível se considerarmos que acabamos de sair de uma crise, e os estoques reguladores estão ainda acima da média, por mais isenções de IPI, mecanismos de oferta e negociações entre fornecedores e indústria.” “É muito significativo termos quase 67% do empresariado projetando contratar em níveis de

4 a 6% maiores, ou mais. Vemos a sazonalidade sempre crescendo na faixa de 3% a 4%, com o PIB acumulado em torno de 8%. Assim, já tendo passado o primeiro trimestre, verificamos o otimismo marcando o humor dos empresários”, avalia Lofreta.

CATEGORIZAÇÃO x EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_GER. EMPREGOS

1 2 3 4 5 6 TOTAL
SINDICAL 20,0 60,0 20,0 > > > 100
ASSOCIATIVA 60,0 20,0 > > 20,0 > 100
EMPRESA 5,0 35,0 20,0 20,0 10,0 10,0 100

Nº
EXPECTATIVAS CRESCIMENTO_GER. EMPREGOS (%)
1 Crescimento de 1 a 3
2 Crescimento de 4 a 6
3 Crescimento de 7 a 9
4 Crescimento de 10 ou mais
5 Manter os Mesmos Níveis de 2009
6 Abaixo de 2009

Confirmando o otimismo do setor, apenas 20% das entidades associativas pensam que manterão os níveis de empregabilidade do ano passado, contra 60% da mesma categoria que espera contratar até 3% a mais em 2010. Contratações abaixo das de 2009 foram assinaladas por apenas 10% das empresas pesquisadas. Dos sindicatos, 60% apontam contratações em média 5% maiores, percentual indicado também por 35% das empresas. Desafios do setor - fatores controláveis e não controláveis Desafios do Setor

Quais os Principais Desafios que seu setor deverá enfrentar a Médio e Longo Prazo para Manter/Aumentar o Crescimento?

Desafios_Setor %
Manter Custos Competitivos 63,3
Criar Condições para uma Administração Ágil e Eficiente 50,0
Focar em Segmentos Específicos, com Serviços Especializados 50,0
Diferenciar seus Produtos para Continuar Competitivo 43,3
Manter-se Tecnologicamente Atualizado 40,0
Atrair e Reter Profissionais com Alta Qualificação 26,7

A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas (6 no máximo).

CATEGORIZAÇÃO x Desafios_Setor

1 2 3 4 5 6
SINDICAL 40,0 80,0 20,0 20,0 60,0 40,0
ASSOCIATIVA 20,0 60,0 > 80,0 80,0 40,0
EMPRESA 25,0 40,0 60,0 50,0 60,0 40,0

A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas (6 no máximo).

Nº Desafios_Setor
1 Atrair e Reter Profissionais com Alta Qualificação
2 Criar Condições para uma Administração Ágil e Eficiente
3 Diferenciar seus Produtos para Continuar Competitivo
4 Focar em Segmentos Específicos, com Serviços Especializados
5 Manter Custos Competitivos
6 Manter-se Tecnologicamente Atualizado

O que se apurou nesse aspecto foi que a grande maioria dos empreendedores de todas as categorizações está preocupada em manter custos, por meio de gestão ágil e focada em especificidade, com serviços diferenciados e competitivos. “Ser um produto bom, bonito e barato, considerando que barato é o preço que não aflige, em razão do resultado que se espera pelo emprego da mão de obra qualificada”, afirma o presidente da Cebrasse. Carga tributária – o maior problema

Quais os Fatores Externos que mais Dificultam o Desenvolvimento do seu Setor?

Fatores Externos_Setor %
Alta Carga Tributária 90,0
Concorrência Desleal 73,3
Legislação Trabalhista Inflexível 63,3
Qualificação da Mão de Obra 30,0
Burocracia (Aspectos de Regulamentação) 20,0
Inadimplência de Clientes 16,7
Indisponibilidade de Crédito 10,0
Problemas com Infra-Estrutura 6,7

A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas (8 no máximo).O quadro acima mostra que o problema da excessiva carga tributária continua assombrando a quase totalidade dos empresários, que destacam também (63,3% deles) a inflexibilidade da lei trabalhista como obstáculo a um maior fortalecimento dos negócios. Mais de 73% citam a concorrência desleal – “empresas não constituídas legalmente, que burlam o fisco, ou que usurpam o trabalhador” – como outro forte empecilho. Soma-se a isso tudo, para 64% dos entrevistados, a necessidade de se manter os custos competitivos. A questão da qualificação da mão de obra, apontada como entrave externo por 30% dos avaliados, acrescenta-se à preocupação de 26,7% deles que se afligem com a necessidade de, para crescer, precisar contratar e manter profissionais com alta qualificação. Política e administração pública Eleições 2010

Em sua Opinião, os Resultados das Próximas Eleições do País (Presidente, Senadores, Governadores, Deputados Federais e Estaduais), influenciarão de alguma forma no Desenvolvimento do seu Setor?

Eleições 2010 %
Nenhuma Influência 3,3
Pouca Influência 26,7
Média Influência 36,7 63,4
Alta Influência 23,3
Total Influência 10,0 33,3
TOTAL OBS. 100

Cerca de um terço dos prestadores de serviços no País têm contratos com o setor público, e isso justifica o fato de todos estarem mais ou menos, ou bastante, preocupados com a influência dos resultados das eleições no desempenho de seus negócios. Na totalidade, 96,7% dos empresários crêem na interferência do poder público em suas gestões: que é pouca ou média para 63,4% dos entrevistados, e alta ou total para 33,3% deles.Confiança acima da média do mercado Grau Confiança o

Qual o seu Grau de Confiança Empresarial, quanto ao crescimento do seu setor no Brasil?

Grau Confiança %
Totalmente Confiante 10,0
Confiante 83,3 93,3
Indiferente >
Pessimista 6,7
Totalmente Pessimista > 6,7
TOTAL OBS. 100

Mesmo preocupados com as eleições, mais de 93% dos prestadores de serviços estão confiantes no crescimento do Brasil - índice que supera a média de 80% a 85% alcançada por empresários de outros segmentos econômicos. Apenas 6,7% são pessimistas em relação ao tema.O setor de serviços vem crescendo na geração de empregos, tendo em fevereiro oportunizado quase 86 mil das 209 mil vagas aberta no mercado - dados do Caged. Para Lofreta, são extraordinárias as oportunidades geradas pelos preparativos para a realização da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016. “Sem dúvidas, ao longo na cadeia produtiva, nossas empresas estão inseridas em todas as ações públicas ou privadas, voltadas aos megaeventos mundiais”.Salários Salário Médio_Setor

Qual o Salário Médio, praticado pelo seu Setor de Atuação?

Salário Médio_Setor %
Até R$600,00 6,7
Entre R$601,00 a R$800,00 30,0
Entre R$801,00 a R$1.000,00 26,7
Entre R$1.001,00 a R$1.200,00 23,2
Entre R$1.201,00 a R$1.500,00 6,7
Entre R$1.501,00 a R$1.800,00 >
Entre R$1.801,00 a R$2.000,00 6,7
Entre R$2.001,00 a R$ 2.200,00 >
Entre R$2.201,00 a R$2.500,00 >
Entre R$2.501,00 a R$2.800,00 >
Entre R$2.801,00 a R$3.000,00 >
Acima de R$3.000,00 >
TOTAL OBS. 100

36,7% recebem até R$800,00 o 49,9% recebem entre R$801,00 a R$1.200,00 o 13,4% recebem entre R$1.201,00 a R$2.000,00

CATEGORIZAÇÃO x Salário Médio_Setor

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

TOTAL

SINDICAL 20,0 20,0 20,0 20,0 > > 20,0 > > > > > 100
ASSOCIATIVA > > 80,0 > 20,0 > > > > > > > 100
EMPRESA 5,0 40,0 15,0 30,0 5,0 > 5,0 > > > > > 100
Nº Salário Médio_Setor
1 Até R$600,00
2 Entre R$602,00 a R$800,00
3 Entre R$801,00 a R$1.000,00
4 Entre R$1.001,00 a R$1.200,00
5 Entre R$1.201,00 a R$1.500,00
6 Entre R$1.501,00 a R$1.800,00
7 Entre R$1.801,00 a R$2.000,00
8 Entre R$2.001,00 a R$ 2.200,00
9 Entre R$2.201,00 a R$2.500,00
10 Entre R$2.501,00 a R$2.800,00
11 Entre R$2.801,00 a R$3.000,00
12 Acima de R$3.000,00

Entidades associativas têm 80% dos funcionários ganhando entre R$

801 a R$ 1 mil. Nas empresas, a faixa salarial para 40% dos empregados está entre R$ 600 e R$ 800, enquanto 30% deles recebem média de R$ 1,1 mil. Nelas, apenas 5% dos trabalhadores recebem entre R$ 1,8 mil e R$ 2 mil; com o mesmo percentual para médias salariais em torno de R$ 1,35 mil e de até R$ 600 mensais.Nos sindicatos, os salários distribuem-se com equilíbrio entre as faixas de R$ 600 e R$ 2 mil.

Nível de escolaridade dos funcionários

ESCOLARIDADE MÁXIMA_% DE PARTICIPAÇÃO

ESCOLARIDADE MÁXIMA % DE FUNCIONÁRIOS UTILIZADOS % DE NÃO UTILIZAÇÃO
ENSINO MÉDIO COMPLETO 17 8
ENSINO SUPERIOR COMPLETO 17 11
ENSINO SUPERIOR INCOMPLETO 17 8
ENSINO BÁSICO COMPLETO 16 9
ENSINO MÉDIO INCOMPLETO 14 7
ENSINO BÁSICO INCOMPLETO 11 26
PÓS/MESTRADO/DOUTORADO E AFINS 8 31
TOTAL (%) 100 100

“Num país com índice de analfabetismo girando em torno de 7%, número que se dobra quando falamos do Nordeste, ter apenas 11% do contingente com o ensino Fundamental incompleto significa que nossa contratação é qualificada”, opina Lofreta. De níveis de ensino Médio e o Superior completos são 34% dos trabalhadores, e incompletos são 31%. Empregados com nível de pós graduação, mestrado e doutorado compõem a média de 8% dos contratados; o ensino Básico Fundamental foi concluído por 16% da mão de obra, enquanto 11% não completaram o curso. Lofreta destaca que 51% associados à Cebrasse mostram preocupação em empregar mão de obra com formação, com 26% dos pesquisados não contratando pessoas com ensino básico incompleto. Enquanto um quarto dos entrevistados não contratam pessoas com o Básico incompleto, a pesquisa indica nível de 31% de não-admissão de pós graduados, doutorados ou mestrados. Para a direção da Cebrasse, isso mostra que é mais produtivo para a maioria das empresas ter funcionários de nível Médio – que podem ser capacitados e treinados internamente e têm menor peso na folha de pagamento.

VEJA PESQUISA COMPLETA

 

 

 

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