Notícias da Central Empresarial e seus Associados
01 de Junho de 2020

CEBRASSE DEBATE PREOCUPAÇÕES DO SETOR DE SERVIÇOS COM SECRETÁRIO DA PREVIDÊNCIA E TRABALHO


A Frente Parlamentar em Defesa do Setor de Serviços realizou uma reunião on line com o secretário de Previdência e Trabalho Bruno Bianco, no último dia 28. O presidente da Cebrasse, João Diniz levou algumas preocupações do setor nesse momento de pandemia, a exemplo do parcelamento de débitos trabalhistas e a retenção dos 11% do faturamento das empresas prestadoras de serviços. Já o presidente do Seac/SP Rui Monteiro falou sobre as dificuldades se se cumprir cotas de menor aprendiz para empresas de limpeza.



SECRETÁRIO DO TRABALHO DESTACA A IMPORTÂNCIA DA

INTEGRAÇÃO ENTRE GOVERNO E SETOR PRODUTIVO


Muitas medidas de manutenção dos empregos durante a pandemia feitas pelo governo foram ideias do setor produtivo, que nos traz os problemas do mundo real. Medidas inteligentes surgem quando trabalhamos juntos”, afirmou o secretário de Previdência e Trabalho Bruno Bianco na reunião on line, na quinta, 28, com o deputado federal Laércio Oliveira, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Setor de Serviços e cerca de 40 entidades que representam cerca de 15 milhões de empregos.

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SETOR DE SERVIÇOS SE REÚNE COM SECRETÁRIO DE PRODUTIVIDADE PARA FALAR SOBRE MANUTENÇÃO DO EMPREGO

Depois de se reunir com o ministro Paulo Guedes na semana passada, desta vez o deputado federal Laércio Oliveira realizou um encontro on line com o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade Carlos da Costa.

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CEBRASSE ELABORA PROTOCOLO E FAZ PARCERIA PARA CONSEGUIR MELHORES CONDIÇÕES COMERCIAIS DE EPIS DURANTE À PANDEMIA

Vários setores filiados a Cebrasse estão atuando como serviços essenciais, a exemplo das áreas de limpeza e segurança, outros se preparam para a retomada gradual.


CONFIRA A ENTREVISTA COM O GERENTE DE OPERAÇÕES DA LEVEL GROUP SOBRE COMO FUNCIONA A PARCERIA

Gabriel Aleixo, gerente de operações da Level Group e Fernando Sora Ceo da Level Group

Gabriel Aleixo, gerente de operações da Level Group e Fernando Sora Ceo da Level Group

A Cebrasse faz uma parceria de Market Place com a Level Group para conseguir as melhores condições comerciais dos EPIs e serviços relacionados ao Covid-19. “Isso será possível em função da alavancagem de volumes e consequente economia de escala. Imaginamos que agregando as demandas teremos um poder de barganha maior que refletirá na precificação por parte dos parceiros presentes na plataforma. E além de tudo, por estruturar melhor as demandas, negociar maiores volumes com os fabricantes e pelo planejamento conseguiremos preços bem competitivos para a rede de associados da Cebrasse”, explicou o gerente de operações da Level Group Gabriel Aleixo. Confira a entrevista completa:


“PROFISSIONAIS DE LIMPEZA ESTÃO NA LINHA DE FRENTE, MAS NÃO RECEBEM O DEVIDO DESTAQUE”, AFIRMA RENATO FORTUNA



Renato Fortuna, presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac)

Os profissionais da limpeza, assim como os de saúde, estão na linha de frente na luta contra a Covid-19, esse inimigo invisível que matou milhares de brasileiros, mas a categoria muitas vezes, não recebe o devido destaque”, afirmou Renato Fortuna, presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) na entrevista da semana da série sobre os impactos da pandemia nos setores.



CEBRASSE ENVIA A MINISTÉRIO DA ECONOMIA OFÍCIO DE APOIO A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO

Depois de levar as reivindicações do setor de serviços ao ministro Paulo Guedes em reunião on line, a Cebrasse encaminhou um ofício declarando apoio aos estudos do Ministério da Economia para a substituição da Contribuição Patronal com base na folha de pagamento, em um Tributo sobre Transações. “A sociedade brasileira definitivamente necessita de uma reforma tributária simplificadora que redistribua a carga de impostos e contribuições e desonera a folha de salários com o objetivo inadiável de promover o crescimento econômico sustentado e a geração e formalização de empregos”, afirmou o presidente da Cebrasse, João Diniz.

No ofício, a Cebrasse relata que o Brasil é um caso de supertributação sobre os salários quando comparado com outros países. São 43,5% composto pela tributação sobre a folha de pagamentos das empresas mais o que imposto para o trabalhador. No âmbito do setor produtivo, o peso é da ordem de 34,2% provenientes do INSS, FGTS, Seguro-Acidente do Trabalho, Salário-Educação, Sistema “S” e Incra. Depois dos tributos incidentes sobre o consumo, que representam em média 49% de toda arrecadação nos três níveis de governo, os tributos sobre a folha de salários representam o segundo item das receitas públicas, com 26%.

O peso ônus que recai sobre a folha de salários representa um custo elevado sobre o fator trabalho no Brasil. Essa situação explica parte significativa dos 12,7 milhões de desempregados, nos 11,5 milhões de empregados sem carteira assinada e nos 4,9 milhões de pessoas que desistiram de procurar emprego”, informa a Cebrasse.

O ofício aponta que um dos segmentos mais onerados pela pesada tributação sobre a folha de pagamentos das empresas é o prestador de serviços, justamente o que mais gera empregos na economia. “É contrassenso onerar de modo tão intenso o insumo trabalho em um país que busca se tornar mais competitivo no cenário internacional e que precisa gerar empregos e formalizar postos de trabalho”, observou.

Frente a esse cenário envolvendo as discussões da reforma tributária e o forte ônus imposto sobre a folha de salários das empresas, cabe destacar que a proposta do governo representa uma perspectiva positiva no tocante à necessidade de desoneração da folha de pagamentos das empresas ao criar a Tributo sobre Transação (TSS) para substituir a Contribuição Previdenciária, ainda que seja parcialmente”, informou o oficio.

A Cebrasse observou ainda que tem estudos que revelam que um TSS com alíquota de 0,43% incidindo no débito e no crédito dos pagamentos nos bancos para gerar a arrecadação equivalente de tributos que seriam extintos como a contribuição patronal sobre folha de salários e o que é gerado por meio do Simples e se colocou à disposição para a realização de uma reunião sobre o assunto.

 

NOVO DECRETO DO PREGÃO EM SUA MODALIDADE ELETRÔNICA



DESTAQUES DA MÍDIA


MAIS DO QUE EVITAR DEMISSÕES, O GOVERNO TENTA GARANTIR CONTRATAÇÕES


Disposto a dar a volta por cima, Guedes tem sido pressionado por líderes de segmentos importantes da economia. Na Câmara dos Deputados, a frente parlamentar do setor de serviços cobrou planos de ação e recebeu em troca uma explicação ainda vaga sobre como o governo fará para impulsionar a geração de empregos nos próximos meses. Aos parlamentares, o ministro anunciou que será enviada à Câmara uma proposta de reestruturação dos impostos PIS e Cofins, até o fim de junho, e que retomará as discussões da reforma tributária. Ele também prometeu reeditar a medida provisória do emprego verde-amarelo, a qual desonerava a folha de pagamento para a contratação de jovens e idosos, mas que caducou no Congresso. Se de fato as propostas progredirem, será um bom começo. “São temas em que estávamos avançando muito bem, mas que foram adiados por causa da pandemia. A prioridade, a partir deste momento, deve ser retomar o emprego e manter as empresas”, diz o deputado Laercio Oliveira (PP-SE), líder da frente parlamentar.


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Na fase laranja, shoppings centers e comércios deverão enviar plano e aguardar aval da Vigilância em Saúde. Só depois poderão abrir

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Claudio Humberto

EMPREGO PÓS-PANDEMIA


O secretário da Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, participa nesta quinta, às 11h, de “live” com o deputado Laércio Oliveira, presidente da Frente Parlamentar do Setor de Serviços, de 15 milhões de empregos.


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COLUNA ESPLANADA

Ajudando...
No afã de ajudar o brasileiro na crise, o Congresso dá vida a ideias que, se vingarem, podem piorar o cenário. Causa polêmica o PL 645, dos deputados Denis Bezerra (PSB-CE) e Vilson da Fetaemg (PSB-MG). A proposta suspende até o final do ano os registros de consumidores e empresas nos cadastros do SPC e Serasa.

...os caloteiros
Emendado no Senado, o PL teve seu alcance estendido aos protestos em cartório, o que piora a circulação de dinheiro, na visão do Sinfac-SP, sindicato que representa as factoring, securitizadoras e Empresas Simples de Crédito. Aliás, muito mau pagador usa isso e já atrasa contas de meses porque cartórios não estão notificando os devedores.


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CORREGEDOR PEDE PROVIDÊNCIAS POR DESCONFORMIDADE COM DECISÃO DO CNJ



Reportagem e edição:

Carla Passos

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