Cebrasse apresenta à Prefeitura protocolo de proteção à saúde dos colaboradores

Cebrasse apresenta à Prefeitura protocolo de proteção à saúde dos colaboradores

Cebrasse apresenta à Prefeitura protocolo de proteção à saúde dos colaboradores

Membros da Cebrasse participaram essa semana de duas reuniões com o secretário da Casa Civil da Prefeitura de São Paulo, Orlando Lindório de Farias, para entregar o protocolo de funcionamento das atividades do setor de serviços para a análise. O protocolo contempla serviços essenciais, a exemplo de limpeza e segurança privada e também atividades que serão reabertas nas próximas fases. A reunião foi intermediada pelo vereador Rodrigo Goulart. Participaram o presidente da Entidade João Diniz, o vice-presidente de sustentabilidade da Cebrasse, Livio Giosa, o presidente do SEAC/SP Rui Monteiro e André D'Agostino, do Sindicato dos Despachantes.

No último dia 10, foi iniciada a reabertura dos comércios de rua e imobiliárias. De acordo com o vereador, a reabertura é um grande passo para a retomada econômica do município seguindo um método controlado e consciente. “É crucial que todos continuem seguindo rigorosamente as medidas e recomendações de saúde para que possamos voltar às atividades e ao ritmo normal o mais breve possível, sem sofrer retrocessos nas fases de flexibilização”, alertou Rodrigo.

O vereador lembrou que a maioria das atividades ligadas à Cebrasse não pararam por serem essenciais, mas mesmo assim essas estão apresentando seus protocolos de cuidados com os funcionários e visitantes. “O governo deixou que essa decisão fique a cargo dos municípios, e esses, por sua vez tomaram decisões muito acertadas ao chamar as entidades representativas para apresentar seus protocolos, que estão sendo avaliados muito rápido. “Em menos de 10 dias, tudo que o estado autorizou, a Prefeitura de São Paulo está abrindo”, informou.

O vereador afirmou ainda que São Paulo não tem capacidade de fiscalizar os estabelecimentos comerciais. Mas que o próprio lojista vai ligar para sua entidade se perceber que seu concorrente não está cumprindo as regras e as entidades ajudarão à Prefeitura a localizá-los. “Um dono de restaurante que mantém suas mesas afastadas umas das outras, que utilizam todos os EPIs necessários não vai concordar que um concorrente vizinho trabalhe sem os devidos cuidados. É muito importante a iniciativa privada participar desse processo porque cada um sabe o que acontece no seu comércio e proximidades”, disse.

No caso de bares e restaurantes, que é uma das atividades do setor de serviços que mais tem sofrido com o impacto da crise, o vereador disse que está sendo solicitado um reenquadramento de fase. “Nós temos plena certeza que poderíamos ser enquadrados na fase 6. Temos ainda outra preocupação com esse setor porque a Prefeitura só está autorizando a abertura da área externa, mas 90% dos restaurantes não tem área externa. Na Europa isso é possível porque grande parte dos restaurantes colocam suas mesas do lado de fora, mas aqui temos salões grandes que muitas vezes não justificam a prática. Nós concordamos em reduzir a taxa de ocupação de 40% para 30%, desde que seja permitida a utilização da área interna. Também estamos pleiteando que bares e restaurantes sejam isentos de pagamento de ITPU”, disse.

O protocolo

O setor de serviços tem responsabilidade crucial na proteção à saúde da população e de seus colaboradores, especialmente neste momento crítico de pandemia. Como os colaboradores trabalham em áreas com grande fluxo de pessoas e muitas dessas podem ser doentes assintomáticos, várias medidas importantes devem ser tomadas de acordo com o protocolo.

Nesse protocolo está o passo a passo de como as empresas vão organizar o trabalho no dia a dia com orientações sobre o uso da máscara, desinfecção, sanitização pós-expediente, rearranjo de layout, entre outras. Lançamos o e-book, que é um documento digital”, afirmou o vice-presidente de sustentabilidade da Cebrasse, Livio Giosa, acrescentando que o protocolo sobre prevenção e retomada das atividades seguem diretrizes oficiais do Ministério da Saúde, CFF, FIP, OMS, OPAS, Plataforma IVIS e Sociedade Brasileira de Infectologia e Abralimp para o tema.

Entre as orientações nas cartilhas, estão os cuidados redobrados com a higienização dos pontos mais contaminantes, a exemplo de botões de elevador, bebedouros, válvulas de descarga de banheiro, torneira, maçaneta, entre outros. Além da recomendação para forçar a circulação do ar no ambiente, mantendo-o arejado abrindo as janelas ou ligando ventilador mecânico.

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