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O que devemos fazer?

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Representação Da Cebrasse Sobre O Setor De Serviço – Sem Sistema Financeiro

Estudos

Por um país sem aumento de impostos

O crescimento e a retomada do Brasil se dará pela geração de empregos e não aumento de impostos. O consumidor, trabalhadores e empresas não podem pagar ainda mais pela incapacidade do Estado de conter seus custos. Por estes motivos, o SEAC-SC alerta para a Reforma do PIS/COFINS, assunto que deverá entrar na pauta do poder legislativo nas próximas semanas.

O setor de serviços será um dos mais afetados pelo aumento do PIS/COFINS, trazendo prejuízos incalculáveis para as empresas que sofrerão inúmeras reduções de contratos, impossibilitando a geração de novos investimentos e empregos. O aumento de impostos, representaria um crescimento de custo no PIS/COFINS de mais de 100% em relação ao valor atual.

Segundo estudos realizados por entidades do setor, usando como fonte índices de 2013 do IPT/Fenacom, segmentos que atualmente pagam a alíquota entre 3,65% e 9,25% sobre o faturamento, passariam a uma taxa única de 9,25% da arrecadação. O aumento do preço dos serviços ao consumidor seria superior a 3%, em média R$50 bilhões a mais de impostos pagos por ano em todo o país.

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), também destaca que 20 milhões de postos de trabalho estariam em risco, afetando 1,5 milhão de empresas. A previsão é que a cada 10 vagas de empregos, duas serão extintas por conta dos aumentos de gastos.

Para barrar a proposta do governo, as entidades empresariais de Segurança Privada e Terceirização no estado seunem à Associações Comerciais, representantes dos setores da construção civil, transportes e serviços com o intuito de conscientizar a população sobre os danos causados por mais aumentos de impostos.

A ideia é mobilizar nacionalmente os setores econômicos envolvidos, para debater o impacto na produtividade e no emprego formal, e o consequente aumento de preços que virão com a mudança do PIS/COFINS. O Brasil vive uma recuperação econômica, o momento é de manter o otimismo, sem aumentos de impostos que irão refletir em toda população.

Avelino Lombardi
Presidente do Sindicato Empresas de Asseio, Conservação e Serviços Terceirizados de SC (SEAC-SC) e Vice-Presidente Suplente da Cebrasse.

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