Pesquisa sobre o setor de serviços
31 de
outubro de 2011
Cresce o problema da escassez de pessoas
qualificadas, informa pesquisa Cebrasse/Ipema realizada
em setembro. Se
não
houver solução, demandas normais de mercado e outras ocasionadas pelos
preparativos para a Copa de 2014 poderão levar à necessidade de importar
pessoal, avalia líder empresarial
Pesquisa Ipema encomendada em setembro
pela Central Brasileira do Setor de Serviços - Cebrasse(*) junto entidades
patronais e também a empresas de diversas atividades aponta que o problema da
falta de mão de obra chega a níveis insuportáveis para o segmento econômico que
tem na mão de obra a espinha dorsal de seus negócios.
Os dados foram coletados junto a 65
entidades representativas e empresas de várias atividades de prestação de
serviços em todas as regiões brasileiras: 73,8% do Sudeste; 33,8% do Sul; 18,5%
do Centro-Oeste; e entre 6% e 12% do Norte, Nordeste e Brasília.
Na avaliação dos fatores externos que
dificultam o crescimento das empresas, a ausência de mão de obra foi citada por
91% dos empresários. A carga tributária teve 84,6% das indicações, seguida por
73,8% de pontuações para a concorrência e as leis trabalhistas.
Quais os fatores externos que mais dificultam o
desenvolvimento do seu setor?
Fatores Externos_Setor |
% |
Qualificação da mão de obra |
90,8 |
Alta Carga Tributária |
84,6 |
Concorrência
Desleal |
73,8 |
Legislação
Trabalhista Inflexível |
73,8 |
Burocracia
(Aspectos de Regulamentação) |
23,1 |
Inadimplência
de Clientes |
15,4 |
Problemas
com Infra-Estrutura |
10,8 |
Indisponibilidade
de Crédito |
6,2 |
A quantidade de citações é superior à quantidade
de observações devido às respostas múltiplas (8 no máximo).
(*) Instalada na capital paulista, há sete anos a Cebrasse é
uma central empresarial que reúne cerca de 80 entidades patronais
(federações, sindicatos, associações e conselhos de classe) que abrigam cerca
de 600 mil empresas prestadoras de serviços, que geram mais de 9 milhões de
empregos formais. Mais informações no www.cebrasse.org.br
O cenário é agravado quando, pensando nos
desafios internos em médio e longo prazo para as empresas manterem o
crescimento, 81,5% dos entrevistados indicam a atração e retenção de
profissionais bem qualificados. “Em março do ano passado, um quarto dos
entrevistados já citavam essa questão, agora pontuada por 81,5% deles”,
avalia
Paulo Lofreta
, presidente da Cebrasse.
Esse quadro piora mais ainda diante da
necessidade de se manter competitivos os custos de seus serviços - situação
apontada como a segunda maior preocupação nas decisões internas das empresas.
Em março do ano passado, um quarto dos entrevistados citava essa questão,
destacada agora em setembro por 66,2% deles.
Quais
os principais desafios a médio e longo prazo para manter ou aumentar o
crescimento?
Desafios do Setor |
% |
Atrair e Reter Profissionais com Alta
Qualificação |
81,5 |
Manter Custos Competitivos |
66,2 |
Diferenciar
seus Produtos para Continuar Competitivo |
58,5 |
Focar
em Segmentos
Específicos
, com Serviços Especializados |
50,8 |
Criar
Condições para uma Administração Ágil e Eficiente |
40,0 |
Manter-se
Tecnologicamente Atualizado |
23,1 |
A quantidade de citações é superior à quantidade
de observações devido às respostas múltiplas (6 no máximo)
COMPARATIVO
Nº |
Set/11
% |
Jun/11
% |
Mar/11
% |
Nov/10
% |
Set/10
% |
Jul/10
% |
Mai/10
% |
Mar/10
% |
1 |
66,2 |
62,1 |
61,7 |
66,0 |
69,2 |
56,8 |
63,1 |
63,3 |
2 |
40,0 |
31,8 |
25,0 |
48,0 |
48,7 |
50,0 |
53,8 |
50,0 |
3 |
50,8 |
51,5 |
55,0 |
50,0 |
55,4 |
50,0 |
50,0 |
50,0 |
4 |
58,5 |
56,1 |
51,6 |
51,0 |
51,3 |
52,3 |
43,8 |
43,3 |
5 |
23,1 |
21,2 |
21,7 |
38,0 |
41,0 |
36,3 |
38,1 |
40,0 |
6 |
81,5 |
78,8 |
73,3 |
70,0 |
69,2 |
52,3 |
31,3 |
26,7 |
Nº |
Desafios_Setor |
1 |
Manter Custos Competitivos |
2 |
Criar
Condições para uma Administração Ágil e Eficiente |
3 |
Focar
em
Segmentos Específicos
, com Serviços Especializados |
4 |
Diferenciar
seus Produtos para Continuar Competitivo |
5 |
Manter-se
Tecnologicamente Atualizado |
6 |
Atrair e Reter Profissionais com Alta Qualificação |
Memória
Em pesquisa feita em julho de
2010, a
entidade havia
apurado que 70% de seus associados investiam em programas de treinamento e
capacitação dentro das próprias empresas. “Novamente o empresário paga o
preço, investindo na qualificação que deveria vir de ações educacionais das
esferas de governo”, avaliava Lofreta, ao criticar a inexistência de
agendas públicas para solucionar o problema. Àquela época, 87% dos empresários
desejavam programas de incentivo fiscal a prestadores que tivessem ações
internas de capacitação; 55% sugeriam ampliação de escolas técnicas. Mais dados
no http://www.cebrasse.org.br/materias.php?id_materia=1658
Quase
1,5 milhão de pessoas desocupadas em grandes centros
Dados do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística indicam que nas Regiões Metropolitanas de Recife,
Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre há
1,440 milhão de pessoas na situação de desocupadas no País.
São 488 mil pessoas entre 18 e 24 anos; e
713 mil entre 25 e 49, que se somam a outras 114 mil entre 15 e 17 anos e às
126 mil na faixa acima de 50 anos de idade. Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/pme_201108fluxograma.pdf
A situação é alarmante, diz o presidente
da Cebrasse. “Não há saída a não ser a união do mercado e do governo para
tratarmos de soluções urgentes para isso, ou, em alguns meses precisaremos
importar pessoas para empregar”, diz o empresário, inconformado com a
realidade retratada nos dados do IBGE sobre o contingente de pessoas
desocupadas no Brasil.
Terceiro
trimestre, um momento nevrálgico
Paulo Lofreta lembra que ao encerrar e iniciar os semestres do ano, o terceiro
trimestre é período essencial para a avaliação das tendências do mercado. Nesse
momento, de acordo com o Ipema, o setor que mais gera emprego e renda do País
tem apresenta uma visão mais cética e menos otimista em relação aos trimestres
passados quanto a todas as vertentes internas e externas de sua gestão.
O maior gargalo da mão de obra da
história acontece praticamente a dois anos da realização da Copa do Mundo no
Brasil. “O setor de serviços é o mais envolvido em tudo, das ações do
mercado às etapas dos investimentos públicos de R$ 45 bilhões na infraestrutura
das 12 cidades-sede dos jogos e em todas as demais ações antes, durante e
depois dos jogos. A questão á alarmante”.
Já em julho do ano passado, as pesquisas
Cebrasse/Ipema junto a prestadores de serviços apontavam crescimento da
preocupação: o índice saltava de 30% em março para quase 70%, em julho de 2010.
E não demorou muito para os dados
apontarem que o entrave tirava da carga tributária a faixa de campeã entre os
tormentos dos empreendedores. Em novembro passado, o setor começava a informar
que pagar tanto imposto, taxas e tributos era menos preocupante do que não
poder empregar pessoas qualificadas.
No decorrer de 2011, o assunto continuava
despontando também em pesquisas e levantamentos de todos os setores: governo,
indústria, comércio, agronegócios. Mas atingia mais ainda os serviços - de toda
a cadeia produtiva, o mais ressentido porque a mão de obra é seu principal
insumo.
Quais os Fatores Externos que mais dificultam o
desenvolvimento do seu Setor?
| |
Fatores Externos_Setor |
1 |
Alta Carga Tributária |
2 |
Concorrência
Desleal |
3 |
Legislação
Trabalhista Inflexível |
4 |
Qualificação da Mão de Obra |
5 |
Burocracia
(Aspectos de Regulamentação) |
6 |
Problemas
com Infra-Estrutura |
7 |
Indisponibilidade
de Crédito |
8 |
Inadimplência
de Clientes |
COMPARATIVO
Nº |
Set/11
% |
Jun/11
% |
Mar/11
% |
Nov/10
% |
Set/10
% |
Jul/10
% |
Mai/10
% |
Mar/10
% |
1 |
84,6 |
84,8 |
85,0 |
86,0 |
84,6 |
86,3 |
85,0 |
90,0 |
2 |
73,8 |
75,8 |
75,0 |
71,0 |
76,9 |
68,1 |
72,5 |
73,3 |
3 |
73,8 |
74,2 |
75,0 |
70,0 |
74,3 |
63,9 |
63,1 |
63,3 |
4 |
90,8 |
92,4 |
86,6 |
87,0 |
82,0 |
70,5 |
38,1 |
30,0 |
5 |
23,1 |
22,7 |
25,0 |
25,0 |
25,6 |
27,3 |
25,0 |
20,0 |
6 |
10,8 |
16,7 |
10,0 |
19,0 |
20,5 |
18,1 |
15,6 |
6,7 |
7 |
6,2 |
7,6 |
10,0 |
10,0 |
10,3 |
15,9 |
15,6 |
10,0 |
8 |
15,4 |
12,1 |
20,0 |
15,0 |
17,9 |
18,2 |
15,6 |
16,7 |
Crescimento
deslocando-se para grandes empresas
Comparado ao segundo trimestre do ano
passado, o mesmo período de 2011 trouxe crescimento para 67,7% das empresas
pesquisadas. Pouco mais de 12% acusam manutenção dos níveis de 2010 e 14% dizem
ter faturado menos que naquele tempo. A geração de empregos manteve movimento
proporcional ao do faturamento - 64,6% de aumento.
Há uma contradição quando quase 70% das
empresas crescem de 1% a 10% ou mais, enquanto um quarto dos pesquisados
apontam manutenção ou queda no faturamento e no emprego; e 6% deles não sabem
informar o movimento.
De acordo com
Paulo Lofreta
, isso
acontece porque a mão de obra está num processo de migração, concentrando-se
principalmente nas modalidades de trabalhos temporário e terceirizado.
“As grandes empresas nacionais ou multinacionais estão tomando espaço das
pequenas brasileiras, que perdem em desempenho no mercado, onde o maior
fornecedor conquista mais espaços na prestação de serviços”.
Na contratação de temporários, ele
exemplifica: empresas multinacionais escolhem prestadoras de maior porte - um
movimento típico de economias globalizadas. Esse deslocamento na oferta de mão
de obra pode explicar as diferenças significativas pontuadas na pesquisa da
Cebrasse/Ipema.
O presidente da central empresarial
destaca ainda que o Brasil, “único país em que pequenas e grandes
empresas podem participar de uma mesma licitação”, está ainda se
adequando a essa realidade das economias globalizadas.
Resultado do 3º. trimestre de 2011, comparado ao mesmo período
de 2010 - Faturamento
Faturamento |
% |
|
Crescimento
de 1 a 3 |
20,0 |
20,0 |
Crescimento
de 4 a 6 |
12,3 |
32,3 |
Crescimento
de 7 a 9 |
9,2 |
41,5 |
Crescimento
de 10 ou mais |
26,2 |
67,7 |
Manteve
os mesmos Níveis do 3º Trimestre de 2010 |
12,3 |
12,3 |
Abaixo
do 3º Trimestre de 2010 |
13,8 |
13,8 |
Não
Sabe Informar |
6,2 |
20,0 |
TOTAL
OBS. |
100 |
|
Resultado do 2º trimestre de 2011, comparado período de 2010
– Geração de Empregos
Empregos |
% |
|
Crescimento
de 1 a 3 |
24,6 |
24,6 |
Crescimento
de 4 a 6 |
10,8 |
35,4 |
Crescimento
de 7 a 9 |
7,7 |
43,1 |
Crescimento
de 10 ou mais |
21,5 |
64,6 |
Manteve
os mesmos Níveis do 3º Trimestre de 2010 |
12,3 |
12,3 |
Abaixo
do 3º Trimestre de 2010 |
16,9 |
16,9 |
Não
Sabe Informar |
6,2 |
23,1 |
TOTAL
OBS. |
100 |
|
Índices de confiança empresarial indica prudência
Em
setembro, quase 60% dos empresários apontam confiança, e mais de 10% indicam
confiança total no Brasil.
Os
pessimistas são 12,5%; quase 17% são indiferentes e apenas 1,5% apresentam
descrença total.
Assim,
em um ano, observa-se aumento de 14% no grau de indiferença em relação ao
assunto, e de 7% no pessimismo dos empresários. Há queda de 13% na confiança e
de 7% na confiança total.
Sobre a
expectativa para o último trimestre do ano, 72% manifestam confiança, mas 28%
estão pessimistas ou indiferentes, denotando certa “prudência” dos
empresários na avaliação de
Paulo
Lofreta
, que fala da necessidade de ser estar alerta aos
acontecimentos daqui em diante.
O
Índice de Confiança Brasil (ICB)
pontuado em 125,8 no terceiro trimestre de 2011 manteve o patamar
indicado em março 126,8), tendo sido o pior desde então. O número ficou 25,83%
abaixo das expectativas, que eram de 169,6%. A projeção de 126,1 para o IBC do
quarto trimestre aponta cetisimo e reafirma a prudência dos empresários para o
período
Confiança Brasil_Atual
ATUALMENTE, qual é o seu Grau de Confiança Empresarial no
Brasil, para o seu setor?
Confiança Brasil_Atual |
% |
|
Totalmente
Confiante |
10,8 |
|
Confiante |
58,5 |
69,3 |
Indiferente |
16,7 |
10,8 |
Pessimista |
12,5 |
|
Totalmente
Pessimista |
1,5 |
20,0 |
TOTAL
OBS. |
100 |
|
ICB (ÍNDICE DE CONFIANÇA
BRASIL)è 125,8
ICB Previsto do 2º para o 3º Trimestre è 169,6
COMPARATIVO
Confiança Brasil_Atual |
Set/11
% |
Jun/11
% |
Mar/11
% |
Nov/10
% |
Set/10
% |
Jul/10
% |
Mai/10
% |
Mar/10
% |
Totalmente
Confiante |
10,8 |
13,6 |
6,7 |
7,00 |
17,90 |
15,90 |
43,80 |
10,00 |
Confiante |
58,5 |
68,2 |
68,3 |
73,00 |
71,80 |
72,70 |
53,10 |
83,30 |
Indiferente |
16,7 |
6,1 |
6,7 |
11,00 |
2,60 |
0,00 |
0,00 |
0,00 |
Pessimista |
12,5 |
12,1 |
18,3 |
8,00 |
5,10 |
11,40 |
3,10 |
6,70 |
Totalmente
Pessimista |
1,5 |
0,0 |
0,00 |
1,00 |
2,60 |
0,00 |
0,00 |
0,00 |
(ICB) |
125,8 |
159,1 |
126,8 |
159,00 |
181,90 |
170,30 |
231,40 |
183,20 |
|
Confiança
Brasil_Expectativa
Qual sua EXPECTATIVA, quanto ao Grau de Confiança Empresarial
no Brasil, para o seu setor, para o início do 4º Trimestre de 2011?
ConfiançaBrasil_Expectativa |
% |
|
Totalmente
Confiante |
7,7 |
|
Confiante |
64,6 |
72,3 |
Indiferente |
12,3 |
12,3 |
Pessimista |
15,4 |
|
Totalmente
Pessimista |
0,0 |
15,4 |
TOTAL
OBS. |
100 |
|
ICBè 126,1
Segmentação
das atividades
Dos variados campos de atividade pesquisados,
serviços limpeza e conservação marcaram maior representatividade, compondo
41,5% das respostas colhidas. Setor_Atuação |
% |
Limpeza
e Conservação |
41,5 |
Serviços
Gerais |
32,3 |
Outros
Serviços |
32,3 |
Trabalho
Temporário |
27,7 |
Serviços
Esp. c/Predom. Mão de Obra |
18,5 |
Manutenção
Predial |
16,9 |
Logística
e Distribuição |
12,3 |
Vigilância
e Segurança |
10,8 |
Serviços
Administrativos |
10,8 |
Administração
de RH |
9,2 |
Manutenção
Mecânica |
6,2 |
Informática/Processamento
de Dados |
6,2 |
Turismo |
4,6 |
Manutenção
Elétrica |
3,1 |
Telemarketing/Call
Center |
3,1 |
Serviços
Contábeis |
3,1 |
Promoção
e Merchandising |
1,5 |
Jardinagem
e Paisagismo |
0,0 |
Administração
de Restaurantes |
0,0 |
Engenharia
e Montagem |
0,0 |
TOTAL
OBS. |
|
A quantidade de citações é
superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas (20 no
máximo).
CONFIRA A PESQUISA NA ÍNTEGRA
• Pesquisa 3º TRIMESTRE 2011
Cebrasse / Ipema
• Pesquisa 2º TRIMESTRE 2011
Cebrasse / Ipema (Julho de 2011)
• Pesquisa 1º TRIMESTRE 2011
Cebrasse / Ipema (Abril 2011)
• Pesquisa aponta crescimento dos serviços no primeiro semestre de 2011
Cebrasse / Ipema (Novembro 2010)
• Setor de serviços faturou até 10% a mais no primeiro semestre de 2010
Cebrasse / Ipema (Setembro 2010)
• Pesquisa aponta dificuldades de prestadores de serviços diante da falta de mão de obra qualificada
Cebrasse / Ipema (Julho 2010)
• Pesquisa sobre o Setor de Serviços - Maio de 2010
Cebrasse / Ipema (Maio 2010)
• Pesquisa aponta 2010 com tendências positivas para o setor de serviços
Cebrasse / Ipema (Abril 2010)
• Economia
Brasileira e o Setor de Trabalho Temporário e de Serviços
Terceirizáveis - Pesquisa_Econômica_2008-2009
Sindeprestem
• IPCA
– IBGE – Fevereiro 2009
Instituto
de Pesquisa UNIBAN
• Pesquisa
IBGE – PNAD 2007
Pnad
• Serviços
registra alta de R$ 501 bi em 2008
DCI
• Reforma
Tributária: Exame das Propostas de Emenda Constitucional
OAB/SP
– Comissão Especial de Assuntos Tributários
• Aspectos
Fundamentais da Reforma Tributária
Hamilton Dias de Souza
• Avaliação
das Propostas de Reforma Tributária
Everardo
Anuário
Brasileiro do
Setor de Serviços
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