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14/06/2010
COB e Ministério do Esporte reúnem-se com empresários em SP

 
 

Comunicado do Ministério do Esporte distribuído durante encontro realizado nessa quarta-feira (09/06) na capital paulista informou que os jogos Olímpicos e Paraolímpicos no Rio de Janeiro em 2016 envolvem investimentos públicos e privados que se alinharão aos gastos do Comitê Organizador. O resultado é um montante de R$ 28,8 bilhões assim distribuídos: R$ 5,6 bilhões para a estrutura dos organizadores e R$ 23,2 bilhões em recursos públicos e privados destinados à infraestrutura e os serviços governamentais necessários aos jogos.

A injeção desses US$ 14,4 bilhões nominais nos Jogos Olímpicos vai gerar um multiplicador de produção de 4,26 que proporcionará movimentação de US$ 51,1 bilhões (R$ 102 bilhões) entre 2009 e 2027, considerada a paridade cambial prevista no dossiê do Comitê Organizador. “Para cada dólar investido nos jogos, a iniciativa privada injetará outros US$ 3,26 nas cadeias produtivas associadas ao evento”, avaliou o documento.

Diante de um cenário tão estimulante ao incremento de seus negócios, empresários brasileiros de setores da indústria e de prestação de serviços reuniram-se com Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo do Comitê Olímpico Brasileiro - COB, e Sueli Scutti, representante do Ministério do Esporte.

Marcus Vinícius, do  COB - “Aproximando-se do esporte, vocês vão encontrar as oportunidades. Nós precisamos de vocês - essa é a verdade!”

“Os jogos serão uma janela de oportunidades para empresários de todas as áreas, nessa década do esporte brasileiro”, declarou Freire, lembrando que toda a cadeia produtiva poderá beneficiar-se não apenas dos 17 dias dos jogos, mas também durantes os preparativos e após o evento, preparando e mantendo a infraestrutura. “Será essencial buscar uma grande qualificação profissional em todos os segmentos”.

Como o Comitê Olímpico Internacional chega ao País com recursos de US$ 2 bilhões e 11 parceiros internacionais que dispõem das mais recentes inovações e tecnologias do segmento esportivo, Freire afirmou que o empresariado brasileiro terá boas contrapartidas na troca de experiências com os estrangeiros.

Lembrou que mais de 200 países estarão disputando 42 modalidades, o que significa a impossibilidade de o Rio receber todos os atletas no período de treinamento. A situação levará à necessária "aclimatação" dos atletas em cidades com condições climáticas parecidas com as da cidade-sede. Para receber bem os visitantes, essas cidades deverão ter boa infraestrutura e centros de treinamento. A indústria nacional terá possibilidades de fornecer insumos, materiais e equipamentos a essas cidades, onde serão necessários muitos produtos e serviços.

Freire falou ainda da necessidade de mudanças na legislação para a solução de problemas, entre eles a assinatura do Ato Olímpico, documento que trará facilidades para a entrada das delegações estrangeiras no País. Com a medida, o credenciamento no Comitê Olímpico já poderá valer como visto de entrada no Brasil.

Destacou a importância de os empreendedores estarem atentos e aproveitarem a leis de incentivo fiscal em todas as esferas de governo, para alocação de recursos no esporte envolvendo Imposto de Renda, ICMS e ISS, dependendo de suas áreas.

Encerrando, disse que o Brasil sediar os jogos Olímpicos já é em si uma grande vitória, mas que “é preciso entregar resultados do Brasil inteiro, do governo, dos ministérios do Esporte, da Educação, da Ciência e Tecnologia e das Forças Armadas, da sociedade, da indústria: “um círculo para que daqui a seis anos, como organizadores, tenhamos ótimos jogos e alcancemos resultados finais em medalhas e números de classificações”.

Ministério do Esporte – Simplificando licitações

Sueli Scutti, assessora da Secretaria Nacional de Esportes de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, declarou que uma das preocupações da pasta é a simplificação dos processos licitatórios para os interessados na oferta de produtos e serviços. Serão mecanismos para simplificar, adiantar e melhorar as contratações – “tudo dentro do já previsto na lei 8.666”.

Sueli Scutti, do Ministério do Esporte: “Facilidades que estejam de acordo com a lei de licitações, além do controle de dopagem e outras medidas”

A idéia poderá incluir medidas como inversão de fases e outras iniciativas que acelerem as licitações “para que os processos, editais de obras e serviços ocorram a tempo, porque os jogos Olímpicos e Paraolímpicos têm data e horários previstos, e nada pode atrasar.”

Sueli anunciou também a instituição da Agência Brasileira de Controle de Dopagem - objeto de projeto de lei que está para ser enviado ao Congresso Nacional. “A iniciativa, de cunho educativo, inclusive, reforça a posição do Brasil na defesa de jogos livres de quaisquer substâncias proibidas, realizando partidas baseadas na qualidade dos atletas, sem subterfúgios que inclusive fazem mal à saúde”.

Outras ações do Ministério do Esporte serão a criação de estrutura para administrar o esporte de alto rendimento, que será responsável pela rede nacional de treinamento fora e dentro do projeto Olímpico, e o regramento da destinação de recursos para o incremento dessa modalidade esportiva.

ABRIESP – Empresários atuando em várias frentes

Maurício Fernandez (à direita) ao lado de Sérgio Schildt, respectivamente presidente e vice da Associação Brasileira da Indústria do Esporte – ABRIESP, entidade que organizou o encontro:“Competir com preços mais em conta e melhorados tecnologicamente”

“A indústria brasileira, agora ao lado de prestadores de serviços em razão de recente parceria com a CEBRASSE, está ciente de que megaeventos já vêm com know-how muito grande da indústria internacional.

Queremos que esse movimento nos fortaleça porque deveremos efetivamente criar e oferecer melhores produtos e serviços nos preparativos, e na realização dos megaeventos.

Devemos atuar no mercado, em clubes, em escolas, visando ao fortalecimento, ao preparo e ao conforto de nossos atletas.

Vamos nos preparar para termos reais condições de competir com preços mais em conta e melhorados tecnologicamente, além de trabalhar por leis que considerem a manifestação da indústria nacional, tão disposta a suprir as necessidades do momento”.

CEBRASSE – Parceria com a indústria e
criação de Comitê do Esporte

Paulo Lofreta (à direita), ao lado de Ricardo Scalise, respectivamente presidente e vice da Central Brasileira do Setor de Serviços – CEBRASSE: “serviços indispensáveis nos megaeventos”

“Somos uma central empresarial que congrega 140 entidades patronais de 60 segmentos de atividades altamente envolvidas em todas as fases dos megaeventos esportivos que vão acontecer no Brasil nos próximos anos.

Reunimos os setores de serviços terceirizáveis e trabalho temporário, segurança privada e transporte de valores, asseio e conservação, combate a pragas urbanas, limpeza profissional, limpeza pública, refeições coletivas, serviços de apoio aeroportuários, engenharia e construção, empresas de TV a cabo e outras áreas da prestação de serviços - uma infinidade de segmentos indispensáveis antes, durante e depois dos eventos.

Estamos aqui para contribuir na cadeia produtiva brasileira. Assim, aproveito o momento para anunciar a criação do “Comitê de Esporte” na nossa entidade, que será presidido por Maurício Fernandes, da ABRIESP, nossa parceira nessa importante empreitada”.

Schildt, Lofreta, Freire e Fernandez, pouco antes da abertura do encontro

Karina Kwasnicka, da Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais - ABENUTRE: “Suplemento nutricional tem importante papel no preparo e no desempenho dos atletas e isso precisa ser discutido mais amplamente junto aos órgãos responsáveis”.


Dezenas de empresários participaram do encontro, realizado na União Cultural Brasil Estados Unidos, entre eles, Sérgio Schildt e Marcelo Rezende (ABRIESP); Karina Kwasnicka (ABENUTRI); Carlos Gouvêa (ABIAD); José Eduardo de Oliveira (ABIT/ABRAFAS); Antonio Melício (ABIMAQ); Maria Luiza Sevieri (Grupo CIPA), Ricardo Scalise (CEBRASSE) e Virgílio Carvalho (ADVB).

 

 
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