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          São Paulo - Brazil, Set 06, 2010







09 de Março de 2010


Diretoria Nacional discute terceirização

Cebrasse


09 de Março de 2010


Empresários contra o novo ponto eletrônico

Bares e Restaurantes

http://www.revistabareserestaurantes.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=425:empresarios-contra-o-novo-ponto-eletronico-&catid=41:juridico&Itemid=1



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09 de Março de 2010


Copa 2014 e a ressocialização

Jornal Agora - O jornal do sul

A realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil tem sido motivo de grande polêmica na sociedade. De um lado há os que são a favor do empreendimento, apostando em grandes investimentos em infraestrutura e desenvolvimento interno. Já outros desacreditam os projetos do governo e dizem que o evento trará grandes gastos públicos, que deveriam ser investidos em setores mais carentes, como saúde e educação.

No entanto, algumas medidas positivas estão sendo tomadas. Pode-se citar, como exemplo, a propositura pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça, Gilmar Mendes Ferreira, de um acordo de cooperação técnica com o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014, com o objetivo de oferecer a ex-detentos vagas de trabalho nas obras realizadas para a competição. Tal medida figuraria como forma de ressocialização, através de parcerias com empresas que ofereceriam postos de trabalho a estas pessoas extremamente marginalizadas pela sociedade e vítimas de preconceito, pois insertas em um sistema penitenciário falido, dissociado de seu escopo legal de reinserção na sociedade. Se o projeto realmente sair do papel, será uma verdadeira conquista e resgate da dignidade humana destas pessoas que já pagaram sua dívida para com a sociedade.

Caroline Canazart



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09 de Março de 2010


Novo ponto eletrônico: mais burocracia

Jornal da Tarde

http://txt.jt.com.br/editorias/2010/03/09/opi-1.94.8.20100309.2.1.xml



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09 de Março de 2010


Encontro de turismo já discute melhorias para a Copa de 2014

Olhar Direto

Da Redação - Sabrina Gahyva

Durante dois dias, secretarias municipais de Turismo de Mato Grosso reuniram-se com associações representativas do setor e universidade para debater ações do segmento no estado no 2º Encontro Estadual. Na pauta, discussão sobre condições de trafegabilidade, sinalização de vias e rotas, recursos para implantação e consolidação de projetos.

Ao todo 85 representantes de municípios e associações ligadas ao turismo participaram do Encontro Estadual. De acordo com Vanice Marques, secretária de Desenvolvimento e Turismo de Mato Grosso (Seder), o intuito do evento era disseminar informações e formatar o Plano de Turismo do estado. “É uma forma de distribuir informação, falar de projetos para que todos possam ter conhecimento do que tem sido feito pela Secretaria. É uma oportunidade também para discutirmos nosso próprio Plano de Turismo”, disse em entrevista.

No Encontro, foi anunciado também o projeto de sinalização do estado. Ao todo serão investidos R$ 410 mil, distribuídos entre Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Barão de Melgaço, Poconé e Várzea Grande.

Na ocasião, Vanice Marques reforçou a idéia de criar um selo de Mato Grosso, uma espécie de identificação gráfica da cultura do estado. “O selo vai unir características da nossa dança, música, cores, comidas. Recebemos gente vinda de todo país e tudo isso vai ficar estampado no selo. Queremos fazer algo para dar orgulho de ser mato-grossense”, adianta.

O prefeito de Jauru (425 quilômetros de Cuiabá), Pedro Ferreira, ratificou a necessidade de promover o turismo mato-grossense, que é rico e pouco divulgado. Citou exemplo do turismo religioso que, segundo ele, é forte em seu município e concentra grande número de fiéis de todo o país durante o carnaval, por meio do evento anual, denominado “Movimento Mariano”. “Precisamos pensar também no ‘pós Copa do Mundo’ e estruturar o setor para continuar usufruindo do turismo em amplo sentido”, justifica.

Para o secretário de Educação do Estado, Ságuas Moraes, que também participou do evento, é preciso enfatizar a importância da educação sobre a cultura do turismo no Estado. “A população precisa de estímulos, pois a meta é fazer a diferença no atendimento ao turista”, completa.

As autoridades presentes participaram da assinatura do protocolo de intenção para projetos e, oficialmente foi realizada a entrega da sinalização turística de cinco municípios.



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09 de Março de 2010


Ministério do Trabalho Fomenta a Polêmica Sobre a Regulamentação da Terceirização

Blog da Terceirização de Serviços

http://www.terceirizacao.blog.br/2010_01_01_archive.html



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09 de Março de 2010


Faltam quatro anos, e doze estádios

Ministério do Esporte

Muito criticado pela Fifa, Morumbi custará pouco aos cofres públicosO mês de fevereiro foi marcado pelo seminário sobre a Copa do Mundo de 2014 na Assembleia Legislativa de São Paulo. A frase que mais chamou a atenção no evento foi proferida pelo Ministro do Esporte, Orlando Silva Jr. De acordo com ele, “acendeu a luz amarela” para os preparativos do Mundial.

A declaração por si só é preocupante. Mais inquietante, porém, é só ter existido esse tipo de fala em 2010, 27 meses depois do anúncio do Brasil como sede do evento. E a pergunta que fica é: o que foi feito, ou melhor, o que não foi feito desde que aconteceu o anúncio no dia 30 de outubro de 2007?

Com relação aos estádios, por exemplo, pouco — ou quase nada — foi realizado. De acordo com o Ministério do Esporte, o início das obras das arenas começaria em março de 2010, mas nem todos os estados cumpririam o prazo estipulado. Alguns casos são clássicos. A Fonte Nova, por exemplo, terá de ser completamente reconstruída para receber jogos da Copa. Até agora, nem demolido o estádio foi.

De acordo com a matriz de responsabilidades do Ministério do Esporte, o projeto da nova Fonte Nova custará R$ 591,7 milhões aos cofres do governo, sendo R$ 400 milhões por financiamento do BNDES e o restante pago pelo governo do estado. A demolição, que estava prevista para fevereiro, foi adiada. O que adiará automaticamente o início das obras, programado para junho.

E assim se seguem todos os estádios que deverão ser construídos para a Copa do Mundo. Até agora, nada feito. Dos que devem ser construídos, a Arena das Dunas de Natal ainda não teve avanço, assim como a Arena Cidade da Copa, em Recife, a Arena Manaus e o Estádio Nacional, em Brasília.

Enquanto isso, o que mais se escuta são críticas ao Morumbi vindas de todos os lados. Mas, ao lado do Beira-Rio e da Arena da Baixada — os outros estádios particulares para a Copa do Mundo —, é o que promete dar menos gastos aos cofres públicos do país.

Despesas, aliás, que prometem assustar ainda mais com a aproximação do evento. Hoje, de acordo com o Ministério do Esporte, há um planejamento de investimentos na ordem de R$ 5,4 bilhões só no que diz respeito aos estádios. Destes, R$ 3,4 bi virão de financiamento do BNDES e R$ 1,6 bi serão custeados pelos Estados. Apenas R$ 300 milhões virão da iniciativa privada.

Bastante preocupante, principalmente se levarmos em consideração o gasto calculado para os estádios da África do Sul: menos de R$ 4 bilhões. É bem verdade que na Copa de 2010 serão usados 10 e não 12 arenas. O que levanta mais uma questão: não foi exagerado escolher 12 sedes para a Copa do Mundo no Brasil? É óbvio que a grande quantidade de sedes escolhidas está diretamente ligada ao mundo político. Mas a Fifa pode, ainda, não aprovar essa ideia.

Além dos estádios, o Ministério do Esporte também divulgou os custos que terá em cada uma das sedes com mobilidade urbana. Mais uma vez, a cifra assusta. Ao todo, serão gastos quase R$ 12 bilhões. Portanto, só com estádios e mobilidade urbana, já existe a estimativa de cerca de R$ 17 bilhões. E mais virá por aí, quando o Ministério do Esporte anunciar a previsão com segurança, tecnologia, etc.

Veja os gastos com estádios e mobilidade urbana por cidade-sede:

Belo Horizonte
Estádio: R$ 426,1 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 1,522 bilhões

Cuiabá
Estádio: R$ 454,2 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 481,2 milhões

Curitiba
Estádio: R$ 184,5 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 446 milhões

Distrito Federal
Estádio: R$ 745,3 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 364 milhões

Fortaleza
Estádio: R$ 623 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 562 milhões

Manaus
Estádio: R$ 515 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 1,537 bilhões

Natal
Estádio: R$ 350 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 411,1 milhões

Porto Alegre
Estádio: R$ 130 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 394,7 milhões

Recife
Estádio: R$ 529,5 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 712,1 milhões

Rio de Janeiro
Estádio: R$ 600 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 1,610 bilhão

Salvador
Estádio: R$ 591,7 milhões
Mobilidade Urbana: R$ 567,7 milhões

São Paulo
Estádio: R$ 240 milhões + R$ 315 milhões para a urbanização do entorno do Morumbi
Mobilidade Urbana: R$ 2,860 bilhões

 



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