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01 de Março de 2010
Há oportunidades e há dinheiro, dizem instituições financeiras
iG São Paulo
01/03 - 07:31 - Olívia Alonso e Aline Cury Zampieri, iG São Paulo
Os potenciais investidores em aplicações voltadas para a Copa de Mundo e Olimpíadas não estão somente no Brasil. Herculano Aníbal Alves, superintendente-executivo de renda variável do Bradesco Asset Management, diz que há interesse estrangeiro em ativos brasileiros. “Os países nos quais ocorreram Copas do Mundo e Olimpíadas passaram por booms de investimentos e os aplicadores não residentes acham que isso vai acontecer aqui”, diz.
O Bradesco possui um fundo de infraestrutura desde 2007, o FIC FIA Infraestrutura, e não descarta a criação de novos produtos quando a Copa e as Olimpíadas estiverem mais próximas. “Com certeza há oportunidades e há dinheiro”, diz Alves. “No mercado de ações, os horizontes podem ser mais curtos e a antecedência para criação de um novo produto pode ser de 12 meses.”
BB e HSBC olham para os consumidores da Copa Ao lado da infraestrutura, os bancos apostam que os consumidores também devem ser motores de crescimento do País. As recentes expectativas de aumento de crédito e de consumo, resultado de bons fundamentos da economia brasileira, ganham um novo ingrediente: a motivação com a Copa do Mundo e as Olimpíadas. As instituições estão de olho tanto nos consumidores que querem ver os jogos ao vivo, como naqueles que são inclinados a comprar mais diante de promoções com o tema dos eventos esportivos.
Entre os exemplos, estão o HSBC e o Banco do Brasil (BB). O primeiro criou um título de capitalização com resgate em 2014 para o cliente que quer assistir as partidas da Copa ao vivo. Já o BB lançou um cartão de crédito e débito que tem como tema a Copa do Mundo de 2010 e faz sorteios de viagens para a África do Sul. |
01 de Março de 2010
Ministério público e do trabalho, temerariamente, tem tratado a questão da terceirização, somente pelo viés ideológico
Blog da terceirização
http://www.terceirizacao.blog.br/2010/03/ministerio-publico-do-trabalho.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_term=erminio+lima+neto&utm_content=terceiriza%C3%A7%C3%A3o
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01 de Março de 2010
Prorrogada inscrição para o Prêmio Mérito em Serviços
Febrac
A Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental (Febrac) prorrogou o prazo de inscrição para o Prêmio Mérito em Serviço até a próxima sexta-feira, dia 5. A decisão de prorrogar o prazo foi decorrente do grande número de inscrições feitas na última semana, quando estava previsto o encerramento das inscrições. O objetivo da prorrogação é permitir que um maior número de empresas sejam agraciadas com a premiação. As empresas terão mais uma semana para confirmar a participação no maior prêmio do setor de limpeza e conservação. Se você ainda não fez a inscrição da sua empresa, não perca tempo, inscreva-se já! www.eneac.com.br
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01 de Março de 2010
Seguradoras disputam obras para a Copa de 2014
UAI
Marinella Castro - Estado de Minas Sandra Kiefer - Estado de Minas
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Ricardo Zhouri, diretor da Allianz: "Fizemos a Copa da Alemanha e temos experiência"
| As obras para o Mundial de 2014 devem movimentar R$ 100 bilhões e, para disputar uma fatia desse mercado, as seguradoras abriram uma acelerada corrida na briga pela cobertura dos grandes riscos. A estimativa é que o pagamento de prêmios movimente R$ 1 bilhão em projetos que englobam os setores de construção, hotelaria, transportes, aeroportos, energia e saneamento. Em Minas Gerais, as obras para deixar o estádio do Mineirão pronto para receber os jogos do Mundial vão movimentar R$ 426 milhões. O seguro para correção de anomalias e proteção das estruturas no valor de R$ 8,2 milhões, que corresponde à primeira fase das obras, foi levado pela Seguradora Allianz. “Estamos trazendo produtos novos para o Brasil. Oferecemos um pacote completo de seguros, do início ao fim da obra”, aponta Ricardo Zhouri, diretor da Allianz Seguros Minas Gerais e Nordeste. Ângelo Colombo, diretor de grandes riscos da Allianz Seguros, reforça que, para competir em um mercado de gigantes, a seguradora está oferecendo a operação completa de proteção, que envolve também o seguro de transição entre as diversas fases de uma obra, além da AGCS (Allianz Global Corporate & Specialty) responsável pelo resseguro. Os maiores contratos envolvem os riscos de engenharia, mas os seguros indiretos, como de acidente pessoal para jogadores e seguro para locomoção da tocha olímpica, estão envolvidos no volumoso mercado do Mundial. Segundo Colombo, outro diferencial que a empresa traz para o mercado brasileiro é a expertise na proteção de grandes eventos. “Fizemos a Copa da Alemanha (2006) e, por isso, temos soluções diferenciadas pela experiência adquirida nesse mercado.” Belo Horizonte vai consumir em obras viárias para o Mundial cerca de R$ 1,5 bilhão, incluindo a construção de vias de trânsito rápido para ônibus, expansão da central de controle de trânsito, além da construção de vias de ligação entre grandes corredores. “Belo Horizonte vai ser uma das principais sedes de jogos e os investimentos envolvem também a expansão de rodovias”, diz Zhouri, apontando outra frente de interesse da seguradora que representa. O turismo, um dos carros-chefes dos jogos, também faz o mercado de seguros crescer os olhos, principalmente para a rede hoteleira. A Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur) anunciou o projeto Rede de Turismo de Negócios e Eventos, que deve contar com investimentos de US$ 5,6 milhões, garantidos pelo convênio assinado em 2008 com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A rede hoteleira da cidade disponibiliza 7.945 quartos, dos quais 34,4% de padrão quatro ou cinco estrelas. Até o fim de 2010, a rede deve oferecer mais 1.668 unidades. A companhia de seguros norte-americana Liberty instalou-se no Brasil em 2008, como parte dos projetos da divisão Liberty International Underwriting (LIU). Interessada na economia do país, em pleno aquecimento na época, a companhia de seguros foi surpreendida com o anúncio da sede da Copa do Mundo de 2014 e, em seguida, com o das Olimpíadas de 2014. “A Copa já estava sendo visada, mas as Olimpíadas foram um presente para todos nós do setor, que trabalhamos com gerenciamento de riscos em grandes projetos”, comemora Virgil Antônio de Souza, diretor de LIU da Liberty do Brasil. Segundo ele, a companhia está acompanhando de perto a construção da sede principal das Olimpíadas em Londres, em 2012. No evento inglês, as negociações estão bem adiantadas e a Liberty ajudou a modular a apólice de seguros que servirá de padrão para o evento na Inglaterra. “Estamos preparados para lidar com o tema”, diz.
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01 de Março de 2010
Bancos já oferecem investimentos com foco em Copa e Olimpíadas no Brasil
iG
01/03 - 07:32 - Olívia Alonso e Aline Cury Zampieri, iG São Paulo
As instituições financeiras já estão de olho nos lucros que o investidor pode ter com os preparativos do País para a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. Apesar de ainda faltarem quatro anos para o primeiro evento, algumas casas começam a oferecer opções de aplicação de olho nos dividendos.
A ideia de que o Brasil se transformará em canteiro de obras é a motivação das instituições financeiras. Já estão “de olho no ouro” Santander, Caixa Econômica Federal (CEF) Banco do Brasil (BB), Fator Administradora de Recursos (FAR) e HSBC.
Entre as novidades estão os fundos de ações de empresas que atuam em infraestrutura e construção civil, ou segmentos correlacionados, como fornecedores. O Santander lançou em janeiro um fundo de companhias de infraestrutura para “aproveitar a agenda positiva”. Para Alexandre Silveiro, da área de Gestão da Santander Asset Management, há grande demanda por investimentos no setor neste momento. “Isso foi impulsionado pelo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e, mais recentemente, pelos anúncios dos eventos esportivos”, afirma.
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| Arte iG | Infraestrutura na agenda positiva
O fundo aloca recursos em ações de setores como energia, construção e telecomunicações. O rendimento depende da oscilação das ações das companhias. “Este produto temático foi criado levando em conta que o investimento em infraestrutura é um dos motores de crescimento do País e assim será por muitos anos”, diz Silverio.
Geralmente, investidores de perfil arrojado buscam os fundos de ações. Mas a aposta das instituições é que clientes com outros perfis também invistam na infraestrutura neste momento. “Os eventos tendem a favorecer ainda mais a valorização do preço dessas ações e, portanto, fortalecer a recomendação para aplicação num fundo de investimento com estas características”, diz a Caixa Econômica Federal (CEF). Em junho de 2009, a CEF lançou um fundo de construção civil e, em breve, criará um para ações de infraestrutura.
Aposta em quem está crescendo
Na Fator, a opção para ganhar com Copa e Olimpíadas está no fundo Prisma, criado em outubro e que aplica em papéis de setores beneficiados. Roseli Machado, diretora e gestora da FAR, diz que o fundo não foi desenvolvido especificamente para os eventos esportivos, mas se beneficiará deles. “O Brasil terá de fazer investimentos pesadíssimos em hotelaria, lazer e transportes, e isso se refletirá na aplicação.”
O Prisma tem foco em empresas menores, que estejam em transformação ou com estratégia clara de crescimento. As 25 maiores empresas do Índice Brasil estão vetadas, por esse motivo. “O Prisma está de olho nas empresas que vão ser importantes”, diz Roseli. O portifólio também é variado. Nenhuma ação pode ter mais de 15% de sua carteira.
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