Cebrasse News - 21 de Dezembro de 2006

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O ano de 2006 foi um ano de batalhas. Ganhamos algumas. Mas a marca que nos esforçamos para imprimir foi a determinação de lutar de maneira denodada por um setor que tanto contribui para a grandeza de nosso País.

Em cada nova edição do Fórum de Serviços, trouxemos à tona questões e debates sobre as fragilidades do Setor de Serviço e alcançamos mais um degrau em busca de um crescimento consistente. E as perspectivas são animadoras: a Cebrasse encerra o ano com real possibilidade de conquistar a tão solicitada cadeira permanente na CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), fruto da reunião com o Ministro Tarso Genro, realizada em Novembro, na sede do SEAC-SP (Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de São Paulo).

Nessa última edição da Newsletter da Cebrasse, gostaríamos de agradecer o apoio dos associados, parceiros e amigos, e convocar a todos para um Novo Ano de empenho redobrado. Sabemos que as batalhas não serão pequenas, mas devem ser travadas com o otimismo de quem acredita que o crescimento dos setores produtivos privados é a mola propulsora para que o Brasil realize a sua expectativa de competitividade global. Quanto a nós, devemos estar preparados, da melhor maneira possível, para aproveitar as oportunidades que surgirão.

A todos os nossos associados e filiados, um Natal cheio de paz, harmonia e tranqüilidade e um próspero 2007 !

Paulo Lofreta
Presidente da Cebrasse


• PEQUENA EMPRESA GANHA NOVO AMBIENTE PARA EMPREENDER

• CRÉDITOS PARA PEQUENOS

• JUROS PARA O CONSUMIDOR SOBEM APESAR DE QUEDA DA SELIC



PEQUENA EMPRESA GANHA NOVO AMBIENTE PARA EMPREENDER

Sancionada pelo presidente Lula nesta quinta-feira dia 14 de dezembro, a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas começa a valer após a publicação no Diário Oficial da União, com exceção do capítulo tributário que entra em vigor no meio do ano que vem.

Essa lei implica em menos burocracia, menos impostos e mais oportunidade de crescimento e fortalecimento das micro e pequenas empresas do País. Além da definição dos conceitos nacionais de “pequenas” - com faturamento bruto anual de até R4 2,4 milhões - e “micro” - com faturamento anual de até R$ 240 mil.

O capítulo tributário, que começa a valer no dia 1 de julho de 2007, cria o Simples Nacional, que irá substituir o atual Simples. O Simples Nacional é a simplificação do recolhimento das alíquotas. Para as empresas que já utilizam o simples, a redução com a adesão ao Simples Nacional será de cerca de 20% na carga tributária e para quem não aderiu, pode reduzir até 45%.

Leia na íntegra - para saber os benefícios da Lei Geral.

SAIBA MAIS SOBRE A LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO SITE

(Fonte: Agência Sebraesp)


CRÉDITO PARA PEQUENOS

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anúncio na sexta-feira passada uma linha de apoio a Projetos de Desenvolvimento Institucional, ou seja, vai dar apoio a instituições que queiram operar os programas de microcrédito e que contam com recursos do banco.

Demian Fiocca, presidente do BNDES explicou que como o banco não possui agências, fica mais difícil atingir as instituições que trabalham com microcrédito. E que o objetivo com essa nova linha vai ser atingir uma parcela maior das cooperativas de créditos do país.

O ministro do trabalho, Luiz Marinho, afirmou que os bancos brasileiros não estão acostumados a trabalhar com pequenos tomadores. Ressaltou também que o BNDES com a criação da nova linha de fortalecimento das entidades que atuam com microcrédito no Brasil, está na frente de outras instituições financeiras.


Com as ações do microcrédito, o ministro acredita ser uma alternativa a famílias pobres, fazendo assim com que elas deixem de depender de programas assistenciais do governo. Leia na íntegra

(Fonte: Diário do comércio)



JUROS PARA O CONSUMIDOR SOBEM APESAR DE QUEDA DA SELIC

Apesar da queda sucessiva da Selic – taxa básica de economia brasileira, os juros cobrados pelos bancos para pessoas físicas e jurídicas apresentaram elevação em novembro.

De acordo com a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), tiveram alta as taxas de juros do comércio, cheque especial, crédito direto ao consumidor para o financiamento de automóveis, empréstimo pessoal nos bancos e empréstimo pessoal nas financeiras, apenas a taxa do cartão de crédito ficou estável. A taxa de juros cobrada pelos bancos para pessoas físicas passou de 7,43% em outubro para 7,48% no mês passado.

Já para pessoa jurídica, o capital de giro, desconto de duplicatas e conta garantida apresentaram elevação e a única que apresentou redução foi o desconto de cheques. E elevação de outubro para novembro foi de 4,24% para 4,25%.

Para o economista da Anefac, "as elevações das taxas de juros em novembro na contramão do resultado da Selic pode ser atribuído a uma maior demanda de crédito tanto das pessoas físicas como das jurídicas bem como a um maior nível de inadimplência". Leia mais


(Fonte: Folha on-line)

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