Cebrasse News - 21 de Novembro de 2006

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• PLANEJAR PARA REDUZIR CUSTOS

• FATURAMENTO DE PEQUENA EMPRESA SOBE 9,5% EM SETEMBRO, DIZ FECOMERCIO

• KASSAB DESISTE DE MUDAR IPTU EM SP, E REAJUSTE SERÁ PELA INFLAÇÃO

• ARRECADAÇÃO DE R$ 36 BI EM IMPOSTOS É RECORDE EM OUTUBRO




PLANEJAR PARA REDUZIR CUSTOS

O planejamento trabalhista pode ser uma forma de reduzir custos para empresas. Já que, grande parte destes custos (cerca de 70%) é proveniente de encargos trabalhistas e previdenciários. As medidas mais adotadas pelas empresas são: a criação de banco de horas e a remuneração por meio da Participação nos Lucros e resultados (PLR).

Outra forma para reduzir os custos, seria através de um salário menor. A folha de pagamento seria reduzida, porém o funcionário não seria prejudicado. A empresa pode oferecer outras formas de benefícios para suprir a redução, como por exemplo: assistência médica, bolsa de estudos ou previdência privada.

As medidas do planejamento trabalhistas são facilmente aplicadas em empresas novas ou novos funcionários nas que estão no mercado há algum tempo. Porém vale lembrar que o planejamento trabalhista deve ser analisado caso por caso. Leia Mais

(Fonte: Diário do Comércio)



FATURAMENTO DE PEQUENA EMPRESA SOBE 9,5% EM SETEMBRO, DIZ FECOMERCIO

Segundo pesquisa realizada pela FECOMERCIO-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), o faturamento real das micro e pequenas empresas paulistas teve alta de 9,5% em setembro, comparado ao mesmo mês de 2005.

Este é o segundo melhor resultado de 2006, perdendo apenas para os 11,1% registrado em janeiro. No acumulo deste ano, o pequeno varejo teve 8,1% de crescimento.

Os segmentos que tiveram as maiores altas do ano foram:
· Lojas de vestuários, tecidos e calçados - alta de 18,4%
· Móveis e decorações – 15,3%
· Eletrônicos – 10,7%
· Alimentos e bebidas – 8,4%
· Autopeças e acessórios – 4,2%

Apenas o segmento de materiais de construção e farmácias e perfumarias registraram queda de 12,1% e 3,1%, respectivamente, em comparação ao ano passado. Leia na íntegra

(Fonte: Folha on-line)



KASSAB DESISTE DE MUDAR IPTU EM SP, E REAJUSTE SERÁ PELA INFLAÇÃO

Nesta segunda feira (20/11), o prefeito Gilberto Kassab afirmou que haverá mudanças na proposta que será enviada para a Câmara Municipal, sobre a forma de cobrança do IPTU para 2007. A nova proposta pede o reajuste de acordo com a inflação.

O antigo projeto sugeria a divisão da cidade em três zonas e o IPTU, seria cobrado de acordo com essa divisão.
· Elevação do imposto em até 8,6%: bairros centrais de São Paulo, áreas nobres e em bairros como Santana (zona norte) e Tatuapé (zona Leste);
· Aumento de 3,7%: nos bairros intermediários;
· Redução entre 4,5% e 7,2%: nos extremos da periferia.

O fim desse reajuste diferenciado foi anunciado na última semana por vereadores paulistanos. Um projeto para substituí-lo seria apresentado nesta quarta-feira para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Municipal, por vereadores do bloco formado por PL, PMDB, PP e PTB (conhecido como Centrão).

A nova proposta faz com que o projeto de Kassab deixe de ser muito abrangente e se concentre na criação do PAT (Parcelamento Administrativo de Débitos Tributários), programa de pagamento de impostos atrasados com até 50% de desconto no valor da multa. Leia na íntegra

(Fonte: G1 – Portal de notícias da Globo.com)


ARRECADAÇÃO DE R$ 36 BI EM IMPOSTOS É RECORDE EM OUTUBRO

A arrecadação da Receita Federal em outubro somou 36,004 bilhões de reais, que é recorde para o mês e o maior valor mensal deste ano, segundo a SRF (Secretaria da Receita Federal).
Comparado a outubro do ano passado, o crescimento real foi de 7,95% e de 6,16% se comparado a setembro de 2006. Dos R$ 36 bi, 32,739 bilhões de reais são receitas administradas pela SRF e 3,265 bilhões de reais são outras receitas.
Já no acumulado do ano, a arrecadação soma 322,638 bilhões de reais, um crescimento real de 4,96% se comparado janeiro a outubro de 2005. Sendo, 304,166 bilhões de reais são receitas administradas pela SRF e 18,472 bilhões de reais são demais receitas.
IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) teve crescimento real de 35,63% em outubro na comparação com igual mês de 2005. Por outro lado, a Cofins teve queda real de 37,66% em relação a outubro do ano passado e o PIS-Pasep, teve queda real de 29,37% na mesma comparação. Segundo a Receita, essa queda se deve à suspensão do pagamento por entidades financeiras, devido a compensações tributárias. Leia na íntegra

(Fonte: Exame)

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