Cebrasse News - 14 de Novembro de 2006

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• SUPERSIMPLES BENEFICIA SETOR PRODUTIVO

• QUEDA DA SELIC TIRA POUPANÇA DA SOMBRA

• MERCADO ESPERA CRESCIMENTO ABAIXO DOS 3% NESTE ANO




SUPERSIMPLES BENEFICIA SETOR PRODUTIVO

O setor produtivo brasileiro terá uma série de benefícios com a entrada em vigor da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que cria o Supersimples.

As principais alterações serão:
· Unificação dos tributos federais, estaduais e municipais;
· Simplificação dos procedimentos para prestação de contas ao fisco;
· Criação da pré-empresa, na qual autônomos que faturam até R$ 36mil por ano terão vantagens como à redução de 9% da contribuição previdenciária patronal;

Além da criação do Refis dos micro e pequenos empresários. A Lei Geral estabelece um novo parcelamento de débitos: as empresas que a aderirem, poderão quitar seus dívidas fiscais vencidos até 31 de janeiro de 2006 em até 120 meses, coma parcela mínima de R$100. Afinal, para participar do Supersimples, não se pode ter dívidas tributárias.

Outras vantagens:
· Estímulo de créditos e a capitalização das empresas que aderirem ao regime através da Criação do Sistema Nacional de Garantias de Crédito;
· Incentivo a inovação tecnológica – 20% dos recursos de tecnologia das esferas federal, estaduais e municipais deverão ser destinados às micros e pequenas empresas;
· Não haverá mais incidência de PIS, Cofins, CSLL, ICMS e IPI sobre receitas de exportações realizadas por essas empresas;
· As empresas de serviços serão isentas das contribuições ao Sistema S – como Sesc e Senac – e do salário educação;

O pacote traz inúmeras vantagens para os micros e pequenos empresários, estimulando-os, pois instituí um único registro empresarial junto aos governos federal, estadual e municipal. Vai ser possível fazer a inscrição e dar baixa no registro, diminuindo assim, o número de documentos exigidos e a burocracia existente.

Porém, nem tudo são flores. As alíquotas para o comércio vão variar de acordo com o faturamento, entre 4% e 11,6%. Para o setor de serviços, elas serão 50% maiores que as demais. "Mas vamos brigar para que sejam iguais aos dos outros setores", diz Luigi Nese, presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS). Leia mais

(Fonte: Diário do Comércio)



QUEDA DA SELIC TIRA POUPANÇA DA SOMBRA

A redução da Selic (taxa básica de juros da economia) por parte do Banco Central, até agora não trouxe muitas vantagens para o elevado custo que consumidores e empresas devem enfrentar para conseguir o crédito no mercado e nem têm ajudado a baixar a taxa de juros real do País, que ainda é o mais alto do mundo: 9,3% ao ano.

Porém a boa notícia é que os cortes na Selic a partir de setembro de 2005, junto com a queda da inflação, estão atraindo investimentos para a caderneta de poupança, que há muito tempo havia sido deixada de lado pelos brasileiros. Isso porque agora foi ampliada sua competitividade.

Mas esse aumento de competitividade não se deve ao aumento de rendimento, afinal as cotas continuarão a ser corrigidas por juros de 6,17% ao ano mais a TR (Taxa Referencial). Por isso, economistas afirmam que ainda não é uma opção de investimento com o retorno mais generoso.

Apesar de estar mais atraente, especialistas alertam que a caderneta de poupança pode se tornar desvantajosa para investimentos muito altos. Asseguram que, acima de um montante de R$ 10 mil reais existem alternativas mais adequadas. Leia na íntegra

(Fonte: Diário do Comércio)



MERCADO ESPERA CRESCIMENTO ABAIXO DE 3% NESTE ANO

De acordo com a pesquisa semana realizada pelo BC (Banco Central), pela primeira vez neste ano, o mercado financeiro acredita num crescimento econômico abaixo de 3% e as projeções para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) caíram de 3% para 2,97%.

Essa queda deixou as estimativas dos 3,50% previstas pelo BC para este ano, mais distantes ainda. As projeções de aumento da produção industrial tiveram uma redução de 3,40% para 3,12%.

Para 2007, as previsões para o PIB continuam estáveis pela 11ª semana consecutiva em 3,50%, e o crescimento da produção industrial, em compensação, subiu de 4,10% para 4,15%. Leia mais

(Fonte: O Estado de São Paulo)



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