Cebrasse News - 31 de Outubro de 2006

APOIADORES


ABEMPI
ABF
ABRALIMP
ABRASEL
ADLIM
ADIPLAN
AMBC
APRAG
ARAÚJO ABREU
CABRERA
DIAGRAMA
DNA
DX LUB
EXCLUSIVA
EMPREITEIRA SPS
EQUAÇÃO
FEBRAC
FENAVIST
FENASERHTT
GALES
GRUPO ALBATROZ
GUIMA
IBTE
LDI
MARICATO ADV
PIRÂMIDE
NEO TV
PLANINVESTI
POLICRED
QUALITY AMJ
RM9
SEAC-DF
SEAC-MG
SEAC-PA
SEAC-RJ
SEAC-SC
SEAC-SP
SELUR
SESVESP
SINDEPRESTEM
SINDESP-DF
SINSERTH
SOULAN
TECNOSERVE
VPA
UPS BENEFÍCIOS


CONSELHO CONSULTIVO

ABEMPI
ABERC
ABES
ABF
ABLA
ABMS
ABPITV
ABRALIMP
ABRASEL
ABTA
ACONBRAS
ADVB
AHESP
ANFAC
ANCLIVEPA
APIMEC
APRAG
ASSERTTEM
CRA-SP
CRC-SP
FAEASP
FCDL
FEBRAC
FENAVIST
FENASERHTT
IBEF
IBTE
MONAMPE
NEOTV
SEAC-DF
SEAC-MG
SEAC-PA
SEAC-RJ
SEAC-SC
SEAC-SP
SELUR
SESVESP
SIMPRES
SINAENCO
SINDCONT-SP
SINDEPP-SP
SINDEPRESTEM
SINDERC-SP
SINDESP-DF
SINSERHT-MG
SINDETELEBRASIL


• BNDES EMPRESTA MENOS PARA AS MICRO E PEQUENAS

• REFORMA TRIBUTÁRIA AINDA É ILUSÃO

• ÉTICA DEFINE REPUTAÇÃO DE EMPRESA NO BRASIL




BNDES EMPRESTA MENOS PARA AS MICRO E PEQUENAS

Mesmo com o empenho do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para abranger micro e pequenas, não houve sucesso. Os créditos para essas empresas diminuíram 18,7%, totalizando R$ 4,856 bilhões no período de janeiro a setembro deste ano.

Segundo levantamento do BNDES, para as grandes empresas o financiamentos aumentou 46,9% (subindo R$12,039). Já entre as médias empresas, a diminuição foi de 7%, que foi considerada estável pelo BNDES.

De acordo com o banco estatal, a crise da agricultura influenciou na queda dos créditos para micro e pequenas empresas, pois o setor é constituído basicamente por firmas de pequeno porte. O volume de crédito para as grandes empresas aumentou, devido às amplas operações, entre elas o banco destaca a expansão da fábrica Kabin no Paraná, o que implicou num crédito de R$ 1,740 bilhões, um dos maiores da história do banco. Leia mais

(Fonte: Folha de São Paulo)



REFORMA TRIBUTÁRIA AINDA É ILUSÃO

O governo, a sociedade civil e os economistas concordam em um ponto: independente do quanto é preciso regular as contas públicas, o que não se pode é aumentar mais arrecadação fiscal, mas sim, diminuí-las. De acordo com a Receita federal, os tributos coletados em 2005 equivalem a R$ 724,11 bilhões, alcançando 37, 37% do PIB (Produto Interno Bruto), com um crescimento de cerca de 1,49 ponto percentual comparado ao não de 2004.

Apesar desse aumento, não houve criação de novos tributos ou aumento de alíquotas. Porém o governo não conseguiu cumprir com o prometido pelo ex-ministro da fazenda Antonio Palocci, que era manter a arrecadação fiscal igual à de 2002 (24,82% do PIB). O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou na época da divulgação dos dados referentes à arrecadação de 2005, que: "a carga tributária aumentou, mas de maneira saudável".

Já o ministro da Fazenda Guido Mantega afirma que houve aumento no PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) de 0,88% do PIB sobre os produtos importados. Porém alguns setores como construção civil e informática foram desonerados (que somou cerca de R$ 20 bilhões entre 2004 e 2006).

De acordo com secretário da Receita, esse crescimento fiscal se deve ao aumento de lucro das empresas, aumentando assim o IR (Imposto de Renda) e a CSLL (Contribuição Social Sobre Lucro Líquido), além da ampliação na eficiência na fiscalização e combate à sonegação. Leia na íntegra

(Fonte: Diário do Comércio)



ÉTICA DEFINE REPUTAÇÃO DE EMPRESA NO BRASIL

A pesquisa “Reputação e Recuperação” feita com 950 líderes empresariais em 11 países, pela Weber Shandick - agência global de relações públicas, revelou que o Brasil é a único país pesquisado na qual a ética é mais importante que as atividades financeiras de uma empresa.

A pesquisa constatou que no Brasil, uma ação antiética pode denegrir seriamente a imagem de uma empresa. Já os problemas financeiros ficam em terceiro lugar no ranking das preocupações. E que conseguir uma boa reputação não é complicado, o difícil é recuperá-la diante de um escândalo.

Em todos os outros pontos levantados, a opinião dos países e os resultados foram semelhantes. O presidente da Weber Shandwick, Jack Leslie afirmou que: "De uma maneira geral, o Brasil é muito semelhante às outras economias. Uma das coisas menos importantes é a regulação do governo. Nós imaginávamos que no Brasil e na China não seria assim, mas não. Ser ligado ao governo não significa, exatamente, ser protegido".

Um dos pontos que foi unanimidade na pesquisa para proteção da imagem da empresa, foi a satisfação dos consumidores, que deve ser um preocupação constante. "Uma boa reputação exige, acima de tudo, muita comunicação", afirmou Jack Leslie. Leia mais

(Fonte: Folha de São Paulo)



ENTRE EM CONTATO COM A Cebrasse

E-mail

imprensa@Cebrasse.com.br

Telefones
(11) 3825-8995 Fax: (11) 3828-3536




CEBRASSE ESSA AÇÃO