Cebrasse News - 24 de Outubro de 2006

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• ACONTECEU: FÓRUM DE SERVIÇOS Cebrasse

• QUASE METADE DAS EMPRESAS FECHA ANTES DE
COMPLETAR 7 ANOS


• APENAS 2 EM CADA 10 PEQUENAS EMPRESAS UTILIZAM EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS




ACONTECEU: FÓRUM DE SERVIÇOS DA Cebrasse

Empresários e entidades do setor de serviço se reuniram no Fórum de Serviços da Cebrasse, dia 18 de outubro, na sede do CRC-SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), para discutir a carga tributária que incide sobre as empresas do setor e a importância de uma boa assessoria contábil.

Paulo Lofreta, presidente da Cebrasse, convocou os empresários a se unirem para pressionar o governo a aprovar a Lei da Pequena e Média Empresa, parada há dois anos na Câmara, e a reduzir a excessiva carga tributária imposta.

Luiz Antonio Balaminut, presidente do CRC, e Valdir Campos, conselheiro, palestraram sobre a importância das assessorias contábeis como estratégicas para alta direção da instituição e apresentaram projetos da entidade.

Ao final do evento O CRC e a Cebrasse firmaram acordo para a troca de informações sobre todas as alterações relacionadas à questão tributária e fiscal que acontecem no país.

Veja as fotos e a assista reportagem do Fórum no nosso site: www.Cebrasse.com.br



QUASE METADE DAS EMPRESAS FECHA ANTES DE COMPLETAR 7 ANOS

Pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) confirmou o alto índice fechamento de empresas, principalmente as pequenas e médias. Quase metade das empresas que abriram em 1997, já haviam fechado em 2004. Cerca de 45% não completou sete anos e 20% não conseguiu se manter no período de um ano.

Grande parte do fechamento acontece nas menores empresas. Aproximadamente 46,1% com até quatro pessoas empregadas fechou a porta antes de completar sete anos, e empresas que tinham cerca de 500 funcionários, foi de 19,9%.

O comércio foi o setor que mais criou e fechou empresas, nasceram 387.275 e morreram 292.557, em 2004. Já o setor de indústrias foi o que a menor alteração, 64.591 abriram e 49.688 fecharam.

Apesar do objetivo da pesquisa não ser indicar os motivos, a técnica da gerência do Cadastro Central de Empresas do IBGE, diz que, provavelmente o empecilho em se manter no mercado é devido a alta carga tributária e a dificuldade de acesso ao crédito.

(Fonte: O Estado de São Paulo)


APENAS 2 EM CADA 10 PEQUENAS EMPRESAS UTILIZAM EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae, cerca de 57% das micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo gostariam de pegar empréstimos bancários, porém apenas 22% utilizam esses recursos. Ainda existem 43%, que mesmo se a facilidade fosse maior, não tomariam os créditos por acreditarem que não conseguiriam pagar e/ou não confiam na política econômica do governo.

As elevadas taxas de juros e a burocracia continuam sendo apontadas como os fatores que mais dificultam o acesso ao crédito. De acordo com os dados levantados, cerca de 61% dos entrevistados afirmam que com a redução da taxa de juros, a facilidade para o acesso ao crédito seria maior. Já 34% apontam à redução da burocracia, 18% prazos mais longos e 10% menores exigências em termos de garantias.

O estudo também revelou que das empresas que querem algum tipo de financiamento, 59% buscam R$ 20 mil, 67% acreditam que o prazo ideal para pagamento é de até 36 meses e 67% aceitariam pagar juros de até 1,99% ao mês.

A pesquisa mostra que as três principais formas de financiamento usado pelos empreendedores são:
· 43% negociação de prazo com fornecedores ou crédito mercantil;
· 35% cheque pré-datado;
· 31% uso do cheque especial ou cartão de crédito da empresa.

Outro destaque é a intenção do empréstimo: 63% buscam recursos para capital de giro e 54% para investimento em capital físico.

A pesquisa foi realizada com 450 micro e pequenas empresas da capital (cidade de São Paulo, litoral e interior), ou seja, com cerca de 1,3 milhões de micro e pequenas empresas formais dos setores de indústria da transformação, comércio e serviços. Leia mais

(Fonte: Sebraesp)

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