São Paulo, 31 de Julho de 2008 - Cebrasse News
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•Lula assina hoje decreto que muda call centers

• INDÚSTRIA PAULISTA TEM O MELHOR SEMESTRE EM QUATRO ANOS


• Novas tarifas dos Correios começam a valer hoje

• RETOMADA DE DOHA EM SETEMBRO É IMPROVÁVEL, APONTAM ANALISTAS




Lula assina hoje decreto que muda call centers

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - Um decreto que será assinado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva promete extinguir um dos tormentos dos usuários de serviços como telefonia, financeiros e aviação civil: o funcionamento dos call centers. A nova legislação, que traz medidas como opção de cancelamento imediato do serviço quando solicitado e prazo de cinco dias úteis para resposta de qualquer demanda, terá de ser posta em prática pelas empresas a partir de dezembro deste ano. Outras portarias específicas de cada setor deverão ser criadas até o fim do ano.

Para as entidades civis de defesa de consumidor, que participaram das audiências públicas que resultaram no projeto, as mudanças deverão diminuir a quantidade de reclamações de consumidores nos órgãos de defesa. Segundo o diretor do Procon do Distrito Federal, Peniel Pacheco, 65% das queixas que chegam à entidade tratam de serviços que serão afetados pelo decreto. "As queixas mais comuns de nossos associados dizem respeito à dificuldade de se cancelar um serviço e demora na solução dos problemas", diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).

De acordo com o decreto, as empresas terão 120 dias para se adaptar às novas regras. Mas o setor de teleatendimento, um dos maiores empregadores privados do País, reclama do tempo para adaptação. "Para implementar boa parte das medidas, 120 dias é pouco tempo", diz o assessor jurídico da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), Cláudio Tartarini. Segundo ele, as alterações vão exigir investimentos em infra-estrutura e mudanças em sistemas de informática. "É preciso um prazo maior." O setor também protesta contra outras medidas do decreto, como a que prevê canal único de atendimento para todos os serviços ou pacote de serviços oferecidos pela empresa. Ela obriga que seja disponibilizado número único para atendimento de questões sobre qualquer um dos produtos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



INDÚSTRIA PAULISTA TEM O MELHOR SEMESTRE EM QUATRO ANOS

Atividade do setor cresceu 8,8% no período, enquanto as vendas reais tiveram um aumento de 6,6%

Reuters

SÃO PAULO - A atividade da indústria de São Paulo cresceu 8,8% no 1º semestre deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 30, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Trata-se do maior crescimento para este período desde os primeiros seis meses de 2004.

Apenas no mês passado, a alta foi de 3,1%, ante maio, na série com ajuste sazonal. Na comparação com junho do ano passado, o avanço foi de 8,2%.
Nos últimos 12 meses, o avanço na atividade industrial foi de 8,2%, de acordo com as informações da Fiesp. Entre os setores, o destaque de alta em junho foi Produtos Têxteis, com expansão de 2% na comparação mensal, com ajuste.
"A variação do INA em junho é um número positivo, que nos alegra. No mês passado, com a queda do indicador falávamos em estabilização", disse o diretor do Departamento de Economia da Fiesp, Paulo Francini. De acordo com o diretor, a expectativa era de que a estabilização seria mais rápida.

Ele acrescentou que nos próximos meses o indicador sofrerá os efeitos da inflação, da apreciação do câmbio e da continuidade da alta da taxa de juros. Francini destacou que os impactos de cada uma dessas varáveis têm velocidades distintas.

As vendas reais da indústria cresceram 8,4% em junho ante maio, sem ajuste sazonal, e 12% na comparação anual. No primeiro semestre, o avanço foi de 6,6%. O uso da capacidade instalada na indústria do Estado, considerando os dados com ajuste sazonal, totalizou 83,3% em junho, comparado a 82,7% em maio e a 82,4% em junho de 2007.

Ainda de acordo com a Fiesp, as horas trabalhadas na produção aumentaram 1,7% em junho ante maio e 6,2% em relação a junho de 2007, sem levar em conta os efeitos da sazonalidade. No acumulado de janeiro a junho, o crescimento foi de 5,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
As horas médias trabalhadas aumentaram 1,4% em junho em relação a maio e 1,7% ante junho de 2007, sem ajuste sazonal. O total de salários reais (considerando-se o IPC-Fipe) cresceu 0,8% em relação maio e 6,8% ante igual período do ano passado. Já o total de salários nominais subiu 1,8% em junho ante maio, e 13% em relação a junho de 2007. O salário real médio, por sua vez, teve alta de 0,7% ante maio e de 2,3% na comparação com junho de 2007.


Novas tarifas dos Correios começam a valer hoje

Carta simples terá reajuste médio de 8,3%, passando de R$ 0,60 para R$ 0,65. Portaria sobre reajuste foi publicada na quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.

Do G1, em Brasília

Passam a valer a partir desta quinta-feira (31) as novas tarifas de serviços postais e telegráficos nacionais e internacionais dos Correios. O reajuste médio é de 10,6% para os serviços telegráficos nacionais, de 8,3% para as cartas internacionais e de 15,3% para os telegramas internacionais.
Portaria que regulamenta os reajustes foi publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União. Os novos valores foram autorizados pelo Ministério da Fazenda na semana passada, após o término da greve dos funcionários dos Correios, que duraram 21 dias.

Os porcentuais foram calculados pela ECT no início do ano, com base nos custos operacionais da empresa, e submetidos ao Ministério da Fazenda, que autorizou o reajuste. O maior índice de aumento, de 17,6%, será para carta internacional, com destino à Europa.

Carta simples

De acordo com a empresa, a carta nacional simples terá reajuste médio de 8,3%. O valor da carta de até 20 gramas passará dos atuais R$ 0,60 para R$ 0,65. A carta comercial terá aumento de 11,1% já incluindo impostos e, na faixa de peso de até 20 gramas, subirá de R$ 0,90 para R$ 1.

Segundo a ECT, o telegrama de balcão, enviado de uma agência dos Correios, subirá de R$ 5,25 para R$ 5,85. O telegrama fonado, enviado de um telefone, passará de R$ 4,23 a R$ 4,80. E o telegrama pela internet subirá de R$ 3,78 para R$ 4,05.

Os Correios informaram que os valores do Sedex não terão aumento, já que foram reajustados em 8,38% em abril. Também não terá reajuste a carta registrada nacional, que permanece em R$ 2,60. Já a carta registrada internacional subirá de R$ 3,50 para R$ 3,60.

Greve

A ECT e o Ministério das Comunicações procuraram desvincular o aumento dos serviços postais da greve dos funcionários da estatal. Segundo a empresa, os índices foram propostos pelos Correios no início do ano e que o reajuste acontece anualmente.

A assessoria do Ministério das Comunicações informou na semana passada que os Correios já tinham uma previsão de aumento de 30% para 73% dos 53 mil carteiros e que o maior problema que levou à paralisação foi o plano de cargos e salários, que voltará a ser negociado entre empresa e trabalhadores.

O acordo que resultou no fim da greve estabelece o pagamento definitivo de abono de 30% sobre o salário-base para 43 mil carteiros da distribuição e coleta externa. Também está previsto o pagamento de um adicional fixo de R$ 260,00 mensais para outros 16 mil funcionários, incluindo motoristas e atendentes de agências dos Correios.

A estimativa dos Correios é de que o acerto represente um impacto de R$ 10 milhões mensais no orçamento da empresa.



RETOMADA DE DOHA EM SETEMBRO É IMPROVÁVEL, APONTAM ANALISTAS


Maioria acredita que discussões reais devem ser retomadas em dois ou três anos. Além disso, Brasil deverá enfrentar ‘racha’ com Argentina e turbulências dentro do G-20.

MARCELO CABRAL Do G1, em São Paulo

As negociações da Rodada de Doha ainda devem levar alguns anos para serem retomadas, na opinião de especialistas consultados pelo G1. Após o colapso registrado nas discussões desta semana em Genebra, na Suíça, o consenso dos analistas é que dificilmente elas poderão ser reiniciadas em setembro, conforme desejo expresso pelo diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), Pascal Lamy.

A aposta dos analistas é que o tempo necessário para um novo encontro de ministros deve variar de dois a três anos – dependendo das bases sobre as quais as discussões serão retomadas.

“É difícil imaginar que as negociações voltem a acontecer em setembro”, afirma Mario Marconini, diretor de Negociações Internacionais da FIESP e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “Por enquanto, enfrentamos um momento difícil. Temos eleições americanas em novembro e também haverá votação na Índia mais para a frente.

Provavelmente, só então poderá se pensar em um novo encontro”, concorda o ex-ministro da Fazenda e diplomata Rubens Ricupero.

O próprio ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, já admitiu que não haverá mais tempo durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fechar um acordo. "Vai levar agora muito tempo para voltar ao jogo. Provavelmente com novas pessoas, novos jogadores. Essas pessoas virão com idéias, mas vão exigir avaliações novas", disse ele na última terça-feira (29).

Reversão

No entanto, a falta de acordo desta semana não significa o fim da Rodada de Doha. Segundo os analistas, já houve situações similares antes, que foram revertidas: “durante a Rodada Uruguai (negociações comerciais anteriores a Doha), houve dois momentos parecidos, em 1988 e 1990. No entanto, após essas interrupções, a Rodada foi retomada até em nível mais ambicioso”, relata Ricupero.

 


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