Cebrasse News - 17 de Abril de 2007

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• Posse da Nova Diretoria Executiva da Cebrasse – Triênio 2007/2010

• Terceirização cresce em São Paulo

• Cidade Limpa: mudanças nas fachadas deixam consumidores perdidos em SP



Posse da Nova Diretoria Executiva da Cebrasse – Triênio 2007/2010

Clique aqui e veja o convite da posse.



Terceirização cresce em São Paulo

As empresas já fazem sua própria reforma trabalhista e não esperam mais atitudes do governo para mudar as regras de contratação. Essa é uma das conclusões do estudo "A Superterceirização dos Contratos de Trabalho", do economista da Universidade de Campinas (Unicamp), Márcio Pochmann. A terceirização de atividades é a principal saída encontrada pelas empresas para diminuir os custos com contratações. Mas esses trabalhadores ganham, em média, metade do que os contratados com carteira assinada e 83% deles não ficam mais de um ano no mesmo emprego.

Desde a década de 1990, os postos de trabalho terceirizados vêm respondendo por uma parcela cada vez maior do total de empregos gerados no Estado de São Paulo. Entre 1985 e 1990, por exemplo, os empregos terceirizados representavam 3,5% do total de novas vagas na região. Já entre 1990 e 2005, eram 16%. "Nesses 15 anos analisados, enquanto o número total de empregos no estado foi multiplicado por 1,4 vezes, o número de trabalhadores formais em empresas de terceirização cresceu sete vezes", disse Pochmann. "É cada vez mais comum as empresas terceirizarem serviços finais, como limpeza, distribuição e logística, segurança e atendimento ao consumidor."

Nesse mesmo período, o número de empresas de terceirização cresceu 25 vezes, e passou de 257 para 6.308, mas representou só 1,4% do total dos empreendimentos abertos em todo o estado paulista. "A terceirização tem se mostrado a maneira mais fácil e barata de contratação da mão-de-obra", afirmou o economista. "Mas diminui os direitos, especialmente dos trabalhadores que até então não eram subcontratados, além de precarizar postos de trabalhos definidos por condições e relações tradicionais nas micros e pequenas empresas."

Salários menores – De acordo com o estudo, o salário de um trabalhador terceirizado costuma ser metade do que recebe um empregado contratado com carteira assinada, quando se levam em consideração cargo e jornada de trabalho equivalentes. "Isso sem contar a alta rotatividade desses trabalhadores", afirmou Pochmann. No final de cada ano, oito em cada 10 desses empregados são substituídos nas empresas de terceirização no Estado de São Paulo.

Em relação à organização do trabalho, a abertura de empresas sem funcionários, mais conhecidas como "PJs", aumentou 174 vezes em 20 anos. Enquanto, em 1985, cerca de 5% do total de empreendimentos eram constituídos de PJs, em 2005, quase 1/3 das empresas de terceirização de mão-de-obra não tinham empregados. Ou seja, eram formadas por pessoas físicas que precisam emitir nota fiscal para receber seus salários. "O aparecimento dessas empresas coincidiu com o surgimento de cargos com maior remuneração", disse o economista.

Fonte : Sonaira San Pedro


Cidade Limpa: mudanças nas fachadas deixam consumidores perdidos em SP

A Lei Cidade Limpa obrigou que lojas, farmácias e hospitais adequassem os tamanhos das placas de suas fachadas, mas enquanto os comerciantes não providenciam letreiros nas medidas permitidas, alguns moradores e visitantes da cidade de São Paulo encontram dificuldade para encontrar os estabelecimentos que procuram.

Sem as coberturas e painéis, além de deixar muitos consumidores e perdidos, o comércio revela casas com pinturas mal conservadas, reboco aparente e tubulação exposta. É essa situação provisória que não informa e que não alivia a poluição o que mais desagrada à população.

O engenheiro civil Maurício Mastari, cliente de uma loja de instrumentos musicais na Rua Teodoro Sampaio, Zona Oeste, diz que em uma rua como aquela, é fundamental a placa para se localizar. “Aqui já é difícil estacionar, e se você passa de carro e não tem um totem, uma placa indicando a loja, a probabilidade de errar é 100%”, afirma.

Mastari explica que no trecho da rua em que muitas lojas estão sem placas adequadas, só encontra o endereço se parar o carro e descer os quarteirões a pé. Ele conta que uma vez teve dificuldade ao procurar uma agência bancária por causa do letreiro pequeno. “Passei na frente umas cinco vezes. Ficava em uma esquina, e não dava para ver muito bem”.

Maurício Sdoia, proprietário da loja - que tem como indicação apenas um adesivo de cerca de 50 cm² colado à vitrine - acredita que reduzir as placas é necessário. “É uma medida impopular, mas em uma cidade como São Paulo, tem que fazer medidas impopulares. Para fazer uma omelete, é preciso quebrar os ovos”, acredita ele, que encara positivamente a lei e considera a divulgação “boca-a-boca” e ações de marketing mais amplas do que um letreiro chamativo.

Vazio

Em frente à loja, há uma farmácia sem qualquer tipo de indicação. O gerente, Edinaldo José da Silva, se mostra indignado com a retirada das placas do estabelecimento. “Enquanto ainda estamos sem placa, muita gente passa e nem percebe que é farmácia”, diz.

“Há dois anos, fizemos uma fachada nova, dentro dos padrões que a lei tinha. E foram mais de R$ 8 mil gastos, para agora ter que tirar. Vamos fazer uma fachada nova, e de repente daqui a dois anos vem um prefeito mudando a regulamentação”, reclama.

“ Tivemos que tirar, vamos rebocar pintar, para depois vir pichador e estragar tudo. Quero ver se o prefeito vai pagar a tinta depois, ou vai punir pichador”, desabafa o gerente.

A maior loja de lustres da Rua da Consolação, no Centro, tirou seu nome do painel que cobre a fachada. A empresária Márcia Baranda, que veio de Manaus para comprar luminárias diz que, sem o nome, só encontrou a loja por que o taxista que a trouxe tinha certeza do local. “Mesmo assim fiquei na dúvida se era aqui mesmo.”

Márcia estava acompanhada do artista plástico Elerson Maia. “Imagina se tirassem os letreiros da Madison Square, em Nova York, ou as placas de Las Vegas, imagina? Acho que não tem que tirar não. Além da gente ficar perdido, fica feio sem letreiro. Letreiro é luxo, é vida. Quanto mais poluído, melhor”, acredita o artista.

A Rua da Consolação, que concentra um grande número de lojas de lustres, já tem muitas das fachadas em branco, o que confunde os consumidores. “Preciso de um tempo para me adaptar”, diz a administradora Paula Li, que costuma fazer compras no local. A designer de interiores Patrícia Pasquini concorda: “Eles podiam deixar pelo menos uma faixa provisória com o nome das lojas até fazerem as placas novas”.

Costume

Quem está acostumado a comprara sempre no mesmo lugar não sofre tanto com a falta dos nomes na porta das lojas. Nesta segunda-feira (16), a dona de casa Eleuza Barbosa foi comprar uma bolsa em uma loja de artigos em couro na Teodoro Sampaio.

Sem o nome da casa aparente, ela diz que só a localizou por que conhece bem a região, mas admite que a mudança nas lojas traz dificuldades. “Não devia tirar (o letreiro). É mais visível, ajuda o consumidor. A gente que tem costume, tudo bem, mas se você manda alguém que não conhece vir (comprar algo na loja), fica difícil de achar”, afirma.

Eleuza diz que, para ela, não é a placa grande, mas a placa em mau estado de conservação que polui a cidade. “A norma devia ser para a manutenção, não para o tamanho. Até porque propaganda é a alma do negócio. Se eu tivesse um comércio, me sentiria prejudicada. O que fica mais bonito é segurança, rua asfaltada, tirar o lixo.”

O empresário Cléber Sena, cliente de uma loja de tintas na Avenida Morumbi, Zona Sul da capital, diz que por conhecer o estabelicimento há muitos anos nem repara na placa, mas teria dificuldade em encontrar o local se não fosse comprador habitual.

“ A gente que vem há muito tempo nem sente a diferença, mas quem não conhece pode passar direto”. A loja teve os painéis retirados e ainda não adaptou a fachada: para sabre o nome, só perguntando para um vendedor.

Perdas

Felizmente, o movimento da loja não foi prejudicado, afirma a auxiliar de escritório Zélia Pereira Lopes. “Ainda não registramos nenhum tipo de prejuízo, nem reclamações”. Já o vendedor Antônio Carlos Vieira conta que já viu cliente “passando direto”, sem perceber que tratava-se da loja. “Depois a pessoa volta, e diz que não tinha visto que era aqui”, diz.
Para Natalie Gamboa, a proprietária de uma loja de móveis também na Avenida Morumbi, o único prejuízo, por enquanto, são os R$ 2 mil que terá de gastar para terminar de retirar seu painel e mandar fazer uma nova placa. “Como os clientes já conhecem, ninguém erra, mas não sei quanto tempo vamos ficar sem nome na porta. Pode até prejudicar”, diz ela, que possui outras seis lojas na rede e já mudou a fachada de três.

Fonte : G1 – Globo.com

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