Cebrasse News - 27 de Março de 2007

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• Cebrasse RETORNA COM A TV SERVIÇOS

• SETOR DE SERVIÇOS REPRESENTA 12,6% DAS EXPORTAÇÕES TOTAIS DE BENS

• TAXAS DE JUROS DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO ATINGEM
MENOS PATAMAR



Cebrasse RETORNA COM A TV SERVIÇOS

A partir dessa semana, a Cebrasse voltará a exibir o programa TV Serviços. Agora com formato interativo, o programa contará com entrevistados que confrontarão temas atuais e expressivos para o setor.

O programa vai será exibido todas às quartas-feiras às 17h30, com reprises às 9h30 das quintas-feiras, pela TV ABERTA - canal 9 da Net e 72 ou 99 da TVA (dependendo da localidade). A apresentação e mediação será realizada pelo Presidente da Cebrasse, Paulo Lofreta.

Nesta quarta-feira, dia 28 de março, o primeiro programa que vai ao ar será uma reprise com os temas mais importantes que foram discutidos na TV SERVIÇOS – que surgiu em janeiro de 2005. Uma retrospectiva para que empresários do setor de serviços, tomadores, funcionários e sociedade relembrem estes temas e prepararem-se para os próximos.

(Imprensa Cebrasse)


SETOR DE SERVIÇOS REPRESENTA 12,6% DAS EXPORTAÇÕES TOTAIS DE BENS

Em 2005, o setor de serviços representou cera de 64% do PIB (Produto Interno Bruto) do país, porém a participação nas exportações ainda é pouco significativa, representou apenas 12,6% das vendas totais de bens brasileiros. Com essa representatividade, o Brasil não ficou nem na colocação dos 30 principais exportadores mundiais de serviços.

O segmento de serviços é considerado pelos especialistas, o de maior penetração nos mercados internacionais, podendo ser a solução para o Brasil garantir sua posição no cenário econômico mundial. Em países desenvolvidos como os EUA, a prestação de serviços tem a ajudado a garantir o saldo positivo nas transações internacionais. Em 2005, os EUA exportaram US$ 354 bilhões em serviços e importaram US$ 281 bilhões, ficando com um saldo positivo de US$ 73 bilhões no setor.

Já no mesmo período, a balança brasileira foi deficitária em US$ 8,1 bilhões. Porém nos dados mais recentes consolidados pelo Banco Central do Brasil, mostram que entre janeiro e julho de 2006, o país acumulou com as vendas externas de serviços US$10,8 bilhões, 22,8% a mais que em 2005.

No mercado interno brasileiro, a receita gerada anualmente pelo setor de serviços é de cerca de R$ 400 bilhões. Os maiores responsáveis por quase metade deste montante são os segmentos de transporte e comunicação, isso devido à alta competitividade destas áreas, segundo especialistas. Mas também, devido o fato do setor de serviços ser muito receptivo ao capital estrangeiro – em 2005 recebeu cerca de US$12,5 bilhões, quase o dobro do investido na industria nacional.

Outros dados do setor:
· No mercado interno, engloba cerca 945 mil empresas;
· É responsável pela geração de 15,8 milhões de empregos;
· Das 20 maiores empresas do Brasil, 12 são do setor terciário (como também é conhecido o setor de serviços);
· 97% das micro e pequenas empresas correspondem a prestadoras de serviços.

Leia na íntegra

(Fonte: Diário do Comércio)

TAXA DE JUROS DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO ATINGE MENOR PATAMAR DESDE 2000

As taxas de juros cobradas nas operações de crédito destinada às pessoas físicas alcançaram o menor patamar já registrado na série histórica do Banco Central (iniciado em junho de 2006), com queda para 51,7% ao ano em fevereiro.

O recuo de 0,6 ponto percentual foi influenciado pela diferença entre o custo de captação das instituições financeiras e a taxa efetiva cobrada dos clientes (essa diferença é conhecida como spreads), que passou de 40 pontos percentuais em janeiro para 39,6 pontos percentuais no mês passado.

Já no caso das empresas (pessoas jurídicas), a taxa de juros caiu de 26,2% ao ano para 26% ao ano e o spread subiu 0,2 ponto, para 13,8 pontos percentuais.

A queda da taxa de juros foi verificada em todas as modalidades.

· A maior redução foi registrada na taxa para aquisição de bens de consumos (exceto veículos), com queda de 1,4 ponto percentual, para 57,9% ao ano;
· Já para a aquisição de veículos, o recuo foi de apenas 0,7 ponto, para 32% ao ano;
· No crédito pessoal a queda foi de0,9 ponto percentual, para 56,3% ao ano
· A taxa do cheque especial caiu de 141,9% ao ano em janeiro para 141,2% ao ano em fevereiro.

Em relação à pontualidade dos consumidores brasileiros, a taxa de inadimplência apresentou em fevereiro uma queda de 7,5% para 7,3%. Nas empresas, ela passou de 2,8% para 2,7%. Com isso, a taxa média (pessoas físicas e jurídicas) caiu 0,1 ponto percentual, para 4,9% em janeiro.

Leia na íntegra

(Fonte: Folha on-line)

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