Cebrasse News - 13 de Março de 2007

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• ANFEBRAS NEGOCIA COM GOVERNO, POR MENOS IMPOSTOS

• JUROS ANULAM PACOTE DE CÂMBIO

• MERCADO AUMENTA PREVISÃO DESALDO DA BALANÇA COMERCIAL


MENOS IMPOSTOS

Nos próximos dias 14 e 15 de março, as empresas filiadas à Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Anfrebras), vão se reunir em Brasília com parlamentares o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, para discutir a redução de cargas tributárias para o setor.

Segundo o Presidente da Associação, Fernando Rodrigues de bairros, as indústrias de capital nacional do ramo de refrigerante são as mais prejudicadas com tributos entre todas as empresas de produção de bebidas no Brasil, pagando cerca de 54% de impostos. Comparando com as corporações transnacionais que pagam 15% a menos de impostos.
Leia na íntegra

(Fonte: Diário do Comércio)




JURO ANULA PACOTE DO CÂMBIO

Os objetivos do pacote cambial lançado no governo no ano passado, que permitia que os exportadores mantivessem no exterior 30% das receitas obtidas com as vendas externas de seus produtos para pagar compromissos assumidos lá fora, vêm sendo frustrados, devido as grandes diferenças entre as taxas de juros brasileiras e no exterior.

Oito meses depois do anúncio do pacote, os exportadores estão preferindo trazer 100% dos dólares obtidos e aplicar o dinheiro convertido no mercado nacional, já que os juros são mais altos que os vigentes no exterior.
Com isso a expectativa de que o pacote cambial pudesse estancar a tendência de valorização do real frente ao dólar, já que o fluxo de recursos para a economia brasileira seria reduzido, acabou não acontecendo.

De acordo com o Para ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, hoje economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, “o que o exportador está fazendo é antecipar receita de exportação. Ele investe em reais e ganha com os juros mais altos”.

Freitas afirmou também que o pacote cambial criou também um contrato de câmbio simplificado que facilita essas operações cambiais de vaivém. Já o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, não concorda com essa avaliação, pois as empresas aguardavam a regulamentação das regras de fiscalização das operações, que, com o pacote, foram transferidas do Banco Central para a Receita Federal. Leia mais

(Fonte: O Estado de São Paulo)

MERCADO AUMENTA PREVISÃO DE SALDO DA BALANÇA COMERCIAL

Segundo boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC), as previsões doas analistas do mercado financeiro para o saldo da balança comercial passou de US$ 39 bilhões para US$ 39,3 bilhões.
Esta previsão é menor do que o superávit comercial do ano passado (US$ 46,077 bilhões). Ainda assim, o fluxo de dólares que entram devido ao comércio exterior ajudam a reduzir a cotação do dólar.

Outros índices:

· IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2007 caiu de 3,88% para 3,87%, a sexta queda consecutiva;
· IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) passou de 4% para 4,01%;
· IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado) ficou em 4,08%;
· Selic expectativa é que tenha um corte de apenas 0,25 ponto percentual, para 12,5% ao ano na reunião de abril do Copom (Comitê de Política Monetária) e para o final do ano a expectativa é 11,5% ao ano;
· PIB (Produto Interno Bruto) continua em 3,5%;
· De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). a economia brasileira cresceu 2,9% no ano passado;
· A previsão para a expansão da produção industrial é de 3,5%, mesmo valor do levantamento anterior.

Leia na íntegra

(Fonte: Folha on-line)


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