Cebrasse News - 30 de Janeiro de 2007

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• PEQUENOS TAMBÉM BUSCAM CLIENTES FIÉIS

• NÃO VAMOS JOGAR NO LIXO A ESTABILIDADE FISCAL”, DIZ MANTEGA

• REDUÇÃO DE CORTES NA SELIC FAZ MERCADO AJUSTAR PREVISÃO DA TAXA DE JUROS


OS PEQUENOS TAMBÉM BUSCAM CLIENTES FIÉIS

A estratégia utilizada por grandes companhias, agora se estende aos pequenos negócios e empreendimentos, que começam a utilizar programas de fidelidade para segurar fregueses e aumentar o faturamento.

Estes programas podem se dar de diversas formas, seja pelo acumulo de pontos para trocar por descontos, brindes, promoções, qualquer forma de incentivo para que o cliente retorne constantemente.

De acordo com o professor de pós-gradução em marketing da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Gilberto Cavichiolli. "Essas estratégias costumam aumentar em 20% o lucro dos empreendimentos, pois à medida que o cliente se aproxima do objetivo estabelecido, seu consumo aumenta”.
Para implantar um programa desses e “fidelizar” a clientela não é preciso muito esforço. Basta fazer uma pesquisa prévia com os clientes para descobrir os prêmios mais adequados, perfil geral dos clientes, gostos e necessidades. Não exigi muito, pode ser adaptado para qualquer atividade (negócios e empreendimentos) e o retorno é praticamente garantido. Leia na íntegra

(Fonte: Diário do Comércio)



NÃO VAMOS JOGAR NO LIXO A ESTABILIDADE FISCAL”, DIZ MANTEGA

Em palestra realizada nesta segunda-feira, na sede do Banco da Inglaterra, o Ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou que o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) resultará num crescimento maior que o PIB (Produto Interno Bruto), além de uma melhora do desempenho fiscal do Brasil.

O principal objetivo desta palestra (com cerca de cem espectadores) era esclarecer alguns aspectos do PAC que tem deixado analistas e investidores estrangeiros desconfiados. De acordo com o Ministro, o ambiente para negócios no Brasil será melhorado, facilitando assim as Parcerias Público-Privadas e investimentos estrangeiros.

Mantega afirmou nunca ter visto condições tão favoráveis na economia brasileira. Salientou o compromisso do governo com um bom gerenciamento fiscal, "não vamos jogar no lixo a estabilidade fiscal". Observou que embora o governo possa subtrair até 0,5% ponto percentual da meta do superávit primário de 4,25% do PIB para investimentos em infra-estrutura, o resultado final poderá ser superior a 3,75%.

Explicou que muitas medidas do PAC são de caráter administrativo, não necessitando aprovação do Congresso. E as que necessitam, não terão nenhuma dificuldade em serem aprovadas, pois ele acredita que o Congresso não vá barrar medidas que beneficiam a sociedade brasileira.

E segundo o Ministro, os governadores também terão vantagens com a aprovação das medidas, já que os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento beneficiarão o Estado. Leia Mais

(Fonte: O Estado de São Paulo)

REDUÇÃO DE CORTE NA SELIC FAZ MERCADO AJUSTAR PREVISÃO DA TAXA DE JUROS

Diferentemente do que ocorreu nas cinco reuniões anteriores, que o corte da taxa básica de juros, havia sido de 0,5% ponto percentual. Na semana passada, o Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu apenas 0,25% ponto percentual (de 13,25% ao ano para 13%). A decisão não foi unânime, sendo três votos a favor de manter o corte de 0,5 ponto percentual contra cinco votos por uma redução de 0,25 ponto.
Essa redução no ritmo de corte da taxa básica de juros, fez com que o mercado financeiro elevasse a previsão da Selic para o final do ano, de 11,5% para 11,75% ao ano.
Segundo o Boletim Focus divulgado semana passada:
· IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo): elevação de 4,07% para 4,09% para 2007 - a projeção está dentro da meta, que é uma inflação de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo;
· IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna): mantido em 4,22%;
· IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado) foi elevada de 4,16% para 4,18%;
· PIB (Produto Interno Bruto): 3,5%, e da produção industrial 4%;
· Superávit da balança comercial (saldo positivo entre exportações e importações) para o ano é de US$ 39 bilhões;
· Dólar: chegue ao final do mês cotado a R$ 2,15 e até o final do ano chegue a R$ 2,20.

Leia na íntegra


(Fonte: Folha on-line)




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