Cebrasse News - 23 de Janeiro de 2007

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• REVISTA BRITÂNICA THE ECONOMIST DEFENDE TERCEIRIZAÇÃO

• ANALISTAS ESPERAM REDUÇÃO MAIOR DE JUROS NESTE ANO, DIZ FOCUS

• CRÉDITO A EMPRESAS ATINGE R$ 59 BI E FAVORECE PEQUENAS E MÉDIAS

• REDUÇÃO DE IMPOSTOS DO PAC É BEM MENOR DO QUE A PROMETIDA


REVISTA BRITÂNICA THE ECONOMIST DEFENDE TERCEIRIZAÇÃO

Sob o título “Será que a economia precisa de uma nova teoria da terceirização?”, o artigo publicado originalmente na revista The Economist, reproduzido pelo jornal Valor Econômico, na segunda-feira, dia 22, defende a terceirização como necessária à produtividade exigida por um mercado global.
O artigo afirma que a terceirização externa torna as empresas mais produtivas. “As tarefas sobre as quais é preciso manter maior controle continuam no país original; outras tarefas podem ser executadas em países onde a produção é mais barata”. E enfatiza que todos beneficiam-se desse ganho de produtividade, inclusive os trabalhadores.

Leia o artigo na íntegra


ANALISTAS ESPERAM REDUÇÃO MAIOR DE JUROS NESTE ANO, DIZ FOCUS

Analistas do mercado financeiro aumentam a expectativa da queda da taxa básica de juros a Selic, esperam que até o final do ano chegue a 11,5% ao ano, de acordo com a pesquisa semanal divulgada pelo Banco Central no Boletim Focus.

Para a reunião desta semana, a projeção para os juros é um corte de 0,25 ponto percentual, nas reuniões anteirores a redução foi de 0,5ponto percentual. Isso porque o Copom (Comitê de Política Monetária) espera reduzir o ritmo do corte da taxa Selic.

Com a espera pelo anúncio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os analistas decidiram não alterar a projeção de crescimento para este ano. O mercado espera que o PIB (Produto Interno Bruto) de 2007 cresça 3,5%, abaixo do desejado pelo governo.

Outras projeções que tiveram alterações:
· IPG-DI(Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) teve elevação de 4,14% para 4,22%;
· IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado) caiu de 4,25% para 4,16%;
· Superávit comercial caiu de US$ 39 bilhões para US$ 38,8 bilhões;

Leia na íntegra

(Fonte: Folha on-line)

CRÉDITO A EMPRESAS ATINGE R$ 59 BI E FAVORECE PEQUENAS E MÉDIAS

De acordo com a economista Ana Carla Abrão Costa, da Consultoria Tendências, especialista em crédito e spread bancário, o crédito às empresas vem crescendo e se pode se tornar um importante fator para estimular crescimento econômico.

Após vários anos em que a expansão de crédito atingia as operações com pessoas físicas, o financiamento as empresas volta a ser um dos propulsores do aumento de crédito no (concedido com taxas de mercado) Brasil.
No primeiro ano do governo Lula, quando o volume total de crédito livre era de R$ 391,5 bilhões, a contribuição dos empréstimos às empresas foi de apenas 20%, ou seja, R$ 7,5 bilhões. Já no último ano do primeiro mandato, o crédito livre disponível era de R$ 697 bilhões, e a participação das empresas subiu para 50%, cerca de R$ 59,6 bilhões.

Com esse aumento de crédito, os principais beneficiados são as pequenas e médias empresas, já que as grandes têm maior acesso ao mercado externo e aos financiamentos do BNDES. As principais razões para o crescimento são a queda das taxas de juros e o surgimento de novos produtos de crédito

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(Fonte: O Estado de São Paulo)


REDUÇÃO DE IMPOSTOS DO PAC É BEM MENOR DO QUE A PROMETIDA

As medidas de desoneração tributária anunciadas hoje pelo governo federal estão bem abaixo do que se cogitou nas últimas semanas. Para favorecer o crescimento econômico, o Ministério da Fazendo acreditava que o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) poderia ter um corte de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões em impostos e contribuições.

Porém hoje, o ministro da Fazenda Guido Mantega avaliou que o governo abrirá mão de cerca de R$ 6,6 bilhões com o PAC. Desse total, R$ 2,5 bilhões são da Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas que já foi aprovada pelo Congresso Nacional.

O restante, R$ 4,1 bilhões diz respeito a medidas desoneração da fabricação de computadores e notebooks e do investimento na construção civil, máquinas, equipamentos e fundos de projetos de infra-estrutura, entre outras medidas. Outros incentivos dados ao setor da construção civil já anunciados terão um impacto de R$ 600 milhões.

A redução ficou abaixo das expectativas, devido os gastos correntes com o aumento do salário mínimo (de R$350 para R$380). A Receita Federal lembra também que, mesmo antes do PAC o governo já havia concordado com desonerações tributárias de R$ 2,750 bilhões neste ano, que não estão incluídas nos R$ 6,6 bilhões.

O reajuste da tabela do Imposto de Renda fará com que a Receita deixe de arrecadar R$ 1,25 bilhão.

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(Fonte: Folha on-line)


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