Cebrasse News - 16 de Janeiro de 2007

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Prezados Conselheiros, Associados e Simpatizantes,

Nos últimos dias a imagem do "Setor de Serviços", em especial "Serviços
Terceirizáveis", vem sendo injustamente arranhada, conforme as linha
editorial de alguns veículos do País.

Diante disso, a Cebrasse novamente convocou todas as entidades e empresas ligadas ao "Setor de Serviços", para apoiar um manifesto que foi encaminhado ao Ministério Público e também, por meio de nossa assessoria de imprensa, aos grandes veículos de comunicação nacionais.

Tudo indica que em 2007 enfrentaremos uma nova frente de luta contra essa
onda crescente de rejeição à Terceirização. No entanto, não vamos desanimar
e acionaremos, com o seu apoio e colaboração, todos os meios possíveis para PRESERVAR A IMAGEM PÚBLICA DO NOSSO SETOR.

Clique para ler o manifesto




• IMPOSTOS MUITO QUENTES NO VERÃO

• MERCADO ELEVA PROJEÇÃO PARA INFLAÇÃO EM 2007

• SUFOCO PARA MUDAR O CADASTRO NO FISCO


IMPOSTOS MUITO QUENTES NO VERÃO

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) quantia arrecadado por todas as esferas do governo desde o início de 2007 foi de R$ 35 bilhões (nesse primeiro 15 dias). Se comparado ao mesmo período do ano passado, a arrecadação ficou um pouco abaixo de R$ 34 bilhões.

(Para acompanhar a arrecadação acesse o site http://www.impostômetro.com.br que exibe a velocidade da arrecadação do Estado brasileiro).

O montante de R$35 bilhões foi arrecadado de todos os tributos diretos: Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto de Renda (IR), e dos impostos indiretos, que estão embutidos nas mercadorias e serviços pagos pelos brasileiros.

Como exemplo, as férias de verão, nem na hora do descanso o brasileiro está livre dos impostos. Confira alguns deles:

· Garrafa de água mineral - estão embutidos 45,11% de tributos;
· Água de coco, cerca de 35%;
· Cerveja 56% do preço;
· Refrigerantes 47%;
· Filtro solar cerca de 41%.

Leia na íntegra

(Fonte: Diário Comércio)


MERCADO ELEVA PROJEÇÃO PARA A INFLAÇÃO EM 2007

Segundo a pesquisa Focus, divulgada nesta segunda-feira, a expectativa do mercado financeiro para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2007 apresentou crescimento de 0,07 pontos percentuais, passando assim para 4,07%.

Outros índices que tiveram alterações:

· Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu de 4,3% para 4,14%;
· Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) caiu de 4,29% para 4,25%;
· Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de 3,97% para 3,85%.

Já para a taxa básica de juros, a Selic (atualmente em 13,25% ao ano), o mercado manteve suas expectativas neste mês e para o ano. As estimativas para Selic em janeiro se mantiveram em 13% ao ano, ou seja, considerando corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Para o fim de 2007, a projeção foi mantida em 11,75%. Também a estimativa para a média da Selic ficou em 12,22% anuais. Leia mais

Fonte: O Estado de São Paulo

SUFOCO PARA MUDAR CADASTRO NO FISCO

Abrir uma empresa em São Paulo agora ficou bem mais fácil, devido à utilização do cadastro sincronizado da Receita Federal e Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Porém qualquer alteração no sistema tem sido um tormento para contadores e empresários.

Como é o caso do proprietário de uma loja, Renato Rodrigues Santos, que fez a alteração do endereço da loja há 60 dias, porém essa mudança ainda não consta no sistema. Por isso foi notificado pela Receita Federal por não emitir nota fiscal, e foi obrigado a retirar os produtos expostos para não ser multado. Isso acarretou, de acordo com o proprietário, uma queda de 50% no faturamento.

De acordo com a contadora Sonia Regina Corrêa, do escritório Asertec Contabilidade, que afirma ter ligado inúmeras vezes para a inclusão do novo endereço, porém a alteração não é confirmada. Chegou a ser orientada pela própria Receita para fazer o pedido da mudança de endereço e impressão das notas fiscais pessoalmente, mas mesmo assim, no sistema a empresa ainda continua com o endereço antigo.

Outro caso é o da contabilista da Organização King de Contabilidade, Elvira de Carvalho, que já obteve autorização da Receita e da Fazenda estadual, para fazer a mudança da categoria de micro para Regime Periódico de Apuração (RPA), o sistema ainda não aceita.

O diretor da Consultoria Contábil Confirp, Flávio de Oliveira, afirma que a quantidade de erros diminui bastante se comparado ao início da operação. Afirma também que às vezes o erro não é do sistema, mas sim do contribuinte que passa a informação errada. Um órgão identifica o erro e bloqueia a alteração. Leia na íntegra

(Fonte: Diário do Comércio)


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