Cebrasse News - 09 de Janeiro de 2007

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• EMPRESÁRIOS TÊM ATÉ O DIA 11 PARA SE ADEQUAR AO NOVO CÓDIGO CIVIL

• MERCADO MANTÉM PREVISÃO DE CRESCIMENTO DE 3,5% PARA 2007

• GOVERNO TEM ESPAÇO PARA PENSAR EM REDUZIR SUPERÁVIT



EMPRESÁRIOS TÊM ATÉ O DIA 11 PARA SE ADEQUAR AO NOVO CÓDIGO CIVIL

No dia 11 de janeiro, próxima quinta-feira, é a data limite para que os empresários façam as mudanças necessárias no contrato social de seus empreendimentos de acordo com o Novo Código Civil (em vigor desde 2002).
De acordo com o Novo Código, as empresas passam a ser divididas pelo aspecto econômico de sua atividade e necessitam ser registradas na Junta Comercial. Não são mais classificadas como Mercantil – indústria e comércio – e Sociedade Civil – prestadoras de serviços. Essas mudanças não implicam em grandes gastos, porém podem ser burocráticas, por isso é aconselhável buscar ajuda de um advogado ou contador.

Caso as empresas não façam as devidas mudanças, poderão sofrer restrições como, por exemplo, ficar impedido de participar de licitações, dificuldades de obter créditos em Bancos, dificuldades em faturar compras com fornecedores, e impossibilidade de alterar o contrato social nos órgãos de registro público (entrada e saída de sócio, mudança de endereço, substituição de administrador, entre outros).

Trabalhadores autônomos e as sociedades prestadoras de serviços que exercem atividade econômica organizada também deverão ficar atentos, pois poderão ter que se registrar como empresário individual ou sociedade empresária, respectivamente.

Após a data limite, 11 de janeiro, o processo pode ser feito normalmente, porém o empresário estará sujeito a essas restrições. (Leia na íntegra).
Para mais informações sobre o Novo Código Civil acesse:

www.sebraesp.com.br

(Fonte: Sebrae-SP)


MERCADO MANTÉM PREVISÃO DE CRESCIMENTO DE 3,5% PARA 2007

Divulgado pelo Banco Central, no primeiro boletim semanal Focus deste ano, mostra que os analistas do mercado financeiro optaram em manter inalteradas todas as previsões de crescimento para 2007. A previsão de crescimento da economia neste ano foi mantida em 3,5%, pelo mercado financeiro.

Já a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) está abaixo das estimativas do governo federal, que trabalha com o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), para estimular o crescimento da economia. As medidas devem ser anunciadas no dia 22 de janeiro, sendo que as atenções estão votadas para os setores de construção civil e infra-estrutura.

Outras previsões dos analistas:

· Projeção para os juros: corte de 0,25 ponto percentual na reunião de janeiro (indo para 13%);
· IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) foi mantida em 4%. A meta do governo é uma inflação de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo;
· IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) e do IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado) foram mantidas em 4,3% e 4,29%, respectivamente;
· Superávit Comercial: elevação de US$ 38 bilhões para US$ 38,6 bilhões;
· Produção industrial foi mantida em 4% para este ano.

Leia na íntegra

(Fonte: Folha on-line)


GOVERNO TEM ESPAÇO PARA PENSAR EM REDUZIR SUPERÁVIT

A melhora das perspectivas para a dívida pública brasileira esperada para este ano não se limita a 2007. De acordo com o Crédit Suisse, se o superávit de 4,25% for mantido nos próximos anos, a relação dívida/PIB cai para 40,3% em 2010, final do governo Lula, e para 26,2% em 2014.

Hoje, devido o setor público ter se tornado credor da moeda americana, a dívida pública não se altera mais diante eventuais disparadas do dólar. A exposição da dívida a altas da Selic, a taxa básica de juros, também caiu e hoje está em cerca de 36%.

Porém o principal fator que melhorou as expectativas sobre a dívida pública foram os juros. Em janeiro de 2006, a previsão média do mercado para 2007 da Selic era de 13,83%, e no final de dezembro de 2006 caiu para 11,72%. Essa queda na projeção de juros está ligada à redução da inflação, maior do que havia sido prevista. Já que no início de 2005, a previsão média era de um IPCA de 5,5% em 2006. Mas, o índice deve fechar próximo de 3%.

Por outro lado, economistas ligados ao mercado financeiro acreditam que pode ser uma má idéia o governo reduzir o superávit primário para 3,75% do PIB em 2007, pois afirmam que a dívida está estacionada num nível alto, próximo a 50% do PIB, desde 2004. Os números destes especialistas revelam que a relação dívida/PIB vai entrar numa trajetória consistente de queda a partir de 2007, mesmo que o superávit caia para 3,75%. Além de muitos analistas alertarem pela ânsia do governo em gastar mais como o principal entrave à aceleração do crescimento econômico. Leia mais

(Fonte: O Estado de São Paulo)

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