Agradeço a Diretoria Nacional da Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse) pela indicação ao 5º Prêmio do Setor de Serviços.

Para ser breve, vou colocar a vocês que hoje a principal ação do meu mandato é reduzir impostos, a alta carga tributária desse nosso país - e vejo que todos nós temos a mesma vontade - e defender empregos: os que ainda estão mantidos nessa crise e os que teremos de criar para sair dela.

Sou relatora no Senado do projeto que revisa a lei do Supersimples, e que foca nos micro e pequenos empresários. A minha preocupação é a preservação do emprego com a diminuição dos impostos.  

De janeiro a outubro, mesmo com toda a crise econômica e política que estamos vivendo, o saldo de empregos ainda é positivo: 69 mil postos de trabalho, mas também os pequenos e micros começam a demitir: 27 mil em agosto; outros 49,7 mil em setembro.

Para reverter essa situação, defendo aumentar o limite de enquadramento das empresas no Supersimples: o teto de faturamento passar de R$ 3,6 milhões para R$ 14,4 milhões.  O que vai ser uma rampa suave.

Também que se reduzam de 20 para 7 as faixas de enquadramento, e assim se tenha menos diferença na aplicação de uma faixa a outra.

Do jeito que é hoje, o tranco na carga tributária é gigantesco e o empreendedor não tem como crescer. Com isso, a arrecadação é menor. Precisamos pensar diferente: menos impostos e mais gente crescendo.

Vamos passar o projeto amanhã no Senado e, depois de votado, ele vai voltar para  a Câmara. Por que a pressa? O grande pedido dos pequenos é o parcelamento. É extremamente importante evitar a quebradeira. Sempre pode piorar e temos que evitar que os pequenos quebrem.

E o meu mantra é: menos impostos, mais competividade, mais empregos.

Contem comigo para defender essa pauta no Congresso Nacional!

Obrigada!