Cebrasse News
03 de Dezembro de 2018

 

CEBRASSE PRESTIGIA JANTAR DE FINAL DE ANO DA FENAVIST

Por Lúcia Tavares

Acompanhado da esposa Tatiana, o presidente da Central Brasileira do Setor de Serviços - Cebrasse, João Diniz, participou em Brasília no último dia 27 do jantar de confraternização pelo encerramento de 2018, oferecido pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores - Fenavist, reunindo empresários e autoridades.

À CebrasseNews, Diniz recordou que no discurso de abertura do evento o presidente da Fenavist Jeferson Nazário afirmou ter boas perspectivas para 2019, já que nos últimos tempos o segmento não teve muito a comemorar.  “Nós prestadores de serviços nas múltiplas atividades abarcadas pela nossa central empresarial estamos todos esperançosos e com altas expectativas quanto ao futuro que o bom senso de 55% dos eleitores escolheu para o País. O governo de Jair Bolsonaro nos trará reformas liberais essencialíssimas a nossa economia”. 

Com a presença de empreendedores e autoridades - entre elas, Rosilene Gleice, coordenadora-geral de Controle de Serviços e Produtos da Polícia Federal, órgão responsável por fiscalizar e regulamentar a Segurança Privada - o jantar foi palco de premiações a entidades associadas e a seus diretores e executivos.

Também foram homenageados os Sindesp's com 30 anos ou mais de existência: os Sindesp's do Ceará, Distrito Federal, Maranhão e Minhas Gerais (31 anos); os do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo (31 anos); o Sindesp-RJ, com 32; e o mais antigo de todos: o sindicato de Alagoas, com 38 anos de atividade.



Diniz com os futuros deputado Coronel Tadeu e senador Major Olímpio, ambos eleitos pelo do PSL paulista.


Renato Fortuna, Joao Diniz, Jeferson Nazário, Odair Conceição,Leonardo Prudente e Lirian Souza Cavalhero


Leia aqui mais informações sobre o jantar




CEBRASSE EM AGENDAS COM FUTUROS SECRETÁRIOS
DA RECEITA E PREVIDÊNCIA, E DE GOVERNO


Em 12 de novembro, Marcos Cintra recebe dirigentes da Cebrasse


Por Lúcia Tavares

Desde o início de 2018, quando a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República já se acenava como o melhor dos universos para quem empreende no Brasil, a Diretoria Nacional da Central Brasileira do Setor de Serviços - Cebrasse se entusiasmou muito, e desde então vinha se organizando em ações de apoio à eleição do candidato do PSL.

“É imprescindível e estimulante termos um presidente comprometido com uma economia liberal, pondo fim à indiferença do Palácio de Planalto aos apelos do nosso setor durante os governos petistas de 2003 a 2016. E o setor de Serviços, entre os atividades que respondem pela composição do PIB, é o que mais gera emprego e renda”, ressalta João Diniz, presidente da Cebrasse.

Na atual agenda de articulações da Central Empresarial junto ao Grupo de Transição do governo Bolsonaro, João Diniz, Vander Morales, Emerson Casali e outros empresários foram recebidos em São Paulo no dia 12 de novembro pelo economista Marco Cintra, para tratar da Reforma Tributária e redução de custos da folha.

Na última quinta-feira de 29 de novembro, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou Cintra como comandante da Secretaria Especial da Receita Federal e de Previdência. O ministro comandará seis secretarias especiais, e a de Marcos Cintra será responsável por tocar duas reformas relevantes no governo de Jair Bolsonaro, salienta Diniz. “Desejamos sucesso a Marcos Cintra. Estamos certos de que sua experiência em várias áreas da economia será de grande valia para o Brasil nas reformas imprescindíveis”.



General Carlos Alberto dos Santos Cruz e João Diniz num em evento em SP em 6 de março


Já no dia 26 de novembro, o presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou o General-de-Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz como titular da Secretária de Governo da Presidência da República em sua gestão. O órgão tem status de ministério. A principal missão de Cruz será a articulação com o Congresso Nacional e com partidos políticos, e o diálogo com estados e municípios.

 “A Cebrasse vê com muita satisfação a indicação do general para a Secretaria”, declara o presidente da entidade, João Diniz. Na edição de 14 de março de 2018, a CebrasseNews divulgou a presença do general Santos Cruz na 13ª. Conferência Internacional de Segurança, que reuniu na capital paulista as mais altas autoridades e empresários das seguranças pública e privada.  À época, o militar ocupava a Secretária Nacional da Segurança Pública e coordenava a intervenção militar no Rio de Janeiro, decretada pelo presidente Michel Temer.

Ao cumprimentar o general, João Diniz salientou que o setor público é um dos principais tomadores da prestação de serviços nos segmentos de vigilância e da segurança privada. 




CEBRASSE NA MÍDIA


26/11/2018 - ACONTECE

Cebrasse fecha com Bolsonaro

A Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse), que reúne milhares de empresas e figura como entidade das maiores empregadoras do País, fechou com o presidente eleito. “A proposta de retirar encargos da folha de pagamento conta com o apoio dos setores de Serviços”, disse o presidente da entidade, João Diniz, ao Major Olímpio (SP), senador eleito aliado de Bolsonaro.


 




Portaria e controle de acesso,
uma questão de segurança


*Por Vander Morales

Identificar, cadastrar e liberar o acesso de visitantes a condomínios residenciais ou comerciais passou a ser uma questão absolutamente prioritária, uma vez que a violência nos grandes centros urbanos avança vertiginosamente. Resguardar o patrimônio e, sobretudo a vida, não é para amadores. Exige qualificação profissional, treinamento, supervisão constante do serviço proposto e uso de tecnologia eletrônica de última geração.

A lei 13.429/17 eliminou a insegurança jurídica ao permitir expressamente a terceirização de qualquer atividade, incluindo atividade-fim. Antes, distinguir quais funções correspondiam a atividade-meio e a atividade-fim era praticamente impossível e, na maioria das vezes, a principal causa dos passivos trabalhistas gerados e, obviamente, motivo de receio por parte das contratantes. Finalmente a legislação avançou e agora está mais próxima da realidade.

Hoje os condomínios têm liberdade para decidir entre a terceirização de serviços ou contratação direta de funcionários, o que for mais conveniente para atender às necessidades de gestão e custo. Porém, a maior parte dos condomínios tem preferido a mão de obra especializada pelas inúmeras vantagens oferecidas, incluindo treinamento adequado para desempenho da função.

Ao contratar uma prestadora de serviços de portaria e controle de acesso terceirizada, o condomínio – seja residencial ou comercial – deixa de ter a preocupação com treinamento da mão de obra, equipamentos de monitoramento e segurança e substituição de funcionários ausentes e em férias. A empresa contratada é responsável por toda a gestão, desde a seleção e contratação de funcionários aptos para o trabalho, passando pela folha de pagamentos, fornecimento de equipamentos de segurança, até a reposição do profissional por outro, evitando assim que o posto fique vazio quando houver algum imprevisto.

Conhecimento para manusear equipamentos ou agir corretamente em situações emergenciais exige treinamento e técnica, principalmente quando o uso da tecnologia se faz necessário. Biometria, reconhecimento de iris, circuitos de monitoramento e câmeras de vigilância são uma realidade e integram o dia a dia dos profissionais de portaria e controle de acesso. As empresas de prestação de serviços especializados oferecem treinamento constante para seus funcionários, os quais, vale ressaltar, são contratados formalmente seguindo os preceitos estabelecidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

E como fazer uma boa escolha? Assim como ocorre em todos os setores da economia, existem empresas idôneas e responsáveis, comprometidas com a oferta de serviços de qualidade e com a preservação dos direitos trabalhistas. E outras ilegais. No momento da contratação é imprescindível ao condomínio avaliar criteriosamente a postura da prestadora de serviços no mercado: exigir certidões negativas de débitos trabalhistas, federais, estaduais e municipais, consultar clientes e órgãos públicos para obter referências positivas e assim minimizar riscos, visitar a sede da empresa a ser contratada, pois a visita in loco permitirá avaliar o potencial operacional e administrativo da empresa. Com estes cuidados mínimos necessários, a terceirização é sem dúvida, a melhor opção para a portaria e controle de acesso condominiais e industriais.

*Vander Morales, presidente do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra do Estado de São Paulo (Sindeprestem) e da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt).



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Única mídia especializada na área de Facilities, a INFRA realizou no último dia 27, a quarta edição do "Indicados INFRA", apontando os Gestores de Facilities / Contratantes destacados por sua agilidade, custo/benefício, qualidade e ética, entre outros valores.

Facilities-Insight Assessoria Empresarial e Treinamentos

“Para mim, é um motivo de muito orgulho e alegria, receber a homenagem, ainda mais fazendo o que gosto porque ajudar as pessoas facilitando seu aprendizado por meio de treinamentos interativos é simplesmente fantástico. O prêmio é importante não apenas por demonstrar o reconhecimento do segmento na implementação do serviço, mas também por comprovar que as empresas caminham na direção correta no entendimento”, declarou Celso Toshio Saito, proprietário da empresa, apoiadora da Cebrasse.





DESTAQUES NA MÍDIA




01/12/2018

Pela reforma tributária, abro mão do imposto único, diz futuro secretário de Guedes

Marcos Cintra, da secretaria de Previdência e da Receita Federal, prioriza consenso

Mariana Carneiro - BRASÍLIA

Nomeado secretário-geral da Previdência e da Receita Federal, o economista e ex-deputado Marcos Cintra, 73, diz que está disposto a abrir mão da ideia defendida por anos, a do imposto único sobre movimentações financeiras, para buscar o consenso na reforma tributária.

À Folha ele disse que cogita manter Jorge Rachid na chefia da Receita e considera Leonardo Rolim para a Secretaria de Previdência, mas os nomes ainda não estão fechados.

Sobre a reforma da Previdência, o secretário vê convergência entre especialistas, o que está ajudando na formulação de uma nova proposta. O governo Jair Bolsonaro deverá apresentar nova ideia de reforma em 2019.

Como o senhor reage às críticas de que a Receita está sendo rebaixada?

A influência de uma pessoa ou de uma estrutura é função de sua eficiência, e não de sua colocação no organograma.A segunda observação é que isso não faz sentido à luz do que está sendo montado no Ministério da Economia. O ministro reunirá três ministérios abaixo dele e será o coordenador e formulador de toda a política.

Haverá seis vice-ministros, digamos assim, os chamados secretários-gerais. O papel que o secretário da Fazenda, por exemplo, terá na estrutura é semelhante ao que o ministro da Fazenda tem antes dessa estrutura. Então, não é um rebaixamento efetivo, real. Continue lendo




30/11/2018

PIB do Brasil avança 0,8% no terceiro trimestre

Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, Produto Interno Bruto avançou 1,3%

Daniela Amorim, Renata Batista, Vinicius Neder e Lorenna Rodrigues, O Estado de S.Paulo

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,8% no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre deste ano, e totalizou R$ 1,716 trilhão, informou nesta sexta-feira, 30, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, o PIB avançou 1,3%. A alta é a maior desde o primeiro trimestre de 2017, quando houve crescimento de 1,1%.

Para o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, o crescimento da economia no segundo semestre dá expectativa positiva para 2019. "Os resultados esperados para o 2º semestre nos dão uma expectativa positiva para 2019. Eles refletem o muito que já foi feito, mas a consolidação dos resultados positivos depende fundamentalmente da continuidade das reformas econômicas", afirmou Colnago, em sua conta do Twitter.

O ministro ressaltou que o crescimento no terceiro trimestre, em linha com as expectativas do governo e do mercado, mostra que o PIB segue trajetória sustentável, apesar de ter sido menos expressivo no segundo trimestre, quando aumentou apenas 0,2%.

"Estamos há quase dois anos com PIBs trimestrais positivos. É o maior resultado desde o 1º trimestre de 2017, quando o País voltou a apresentar taxas positivas de crescimento trimestral da atividade econômica", completou. Colnago destacou o crescimento em todos os setores da oferta e o aumento nos investimentos.

"Estamos há quase dois anos com PIBs trimestrais positivos. É o maior resultado desde o 1º trimestre de 2017, quando o País voltou a apresentar taxas positivas de crescimento trimestral da atividade econômica", completou. Colnago destacou o crescimento em todos os setores da oferta e o aumento nos investimentos.

A alta de 6,6% nos investimentos - a formação bruta de capital fixo (FBCF) - foi a maior alta desde o quarto trimestre de 2009, quando os investimentos avançaram 7,1% em relação ao terceiro trimestre daquele ano, no contexto da recuperação econômica após a crise econômica internacional de 2008.

Para analistas, o dado pode ter sido inflado pela mudança nas regras do Repetro,programa de incentivos tributários para a indústria de petróleo e gás, como revelou o Estadão/Broadcast há duas semanas. Com as mudanças, plataformas já em atividade, que estavam registradas no exterior, foram registradas no País, contando como importações. O IBGE confirmou esse efeito, conforme apresentação distribuída a jornalistas.

O PIB do terceiro trimestre mostrou avanço de 10,2% nas importações em relação ao trimestre imediatamente anterior, melhor desempenho desde o segundo trimestre de 2016, quando o avanço foi de 10,6% em relação aos três primeiros meses daquele ano.

Pelo lado da produção, o PIB de serviços, com alta de 0,5% no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre de 2018, teve o maior desempenho desde o segundo trimestre de 2017, quando a alta foi de 0,9% em relação aos três primeiros meses do ano passado.



29/11/2018

Empresas pedem mais tempo para se adaptar ao E-social

A ideia é que todos os 44 milhões de trabalhadores formais do país entrem no sistema

Em audiência pública das comissões de Ciência e Tecnologia, e Seguridade Social, realizada nesta quinta-feira (29), representantes de empresas reclamaram que não estão preparados para cumprir os prazos de implantação do sistema E-Social definidos pelo governo.

O E-Social pretende reunir todas as informações sobre a movimentação do trabalhador em um sistema único, evitando que a empresa tenha que usar canais diferentes para enviar dados para órgãos como Ministério do Trabalho, INSS, Receita Federal e Caixa. O trabalhador também passaria a fiscalizar apenas um cadastro.

Em 2015, o sistema entrou no ar para que os empregadores domésticos pudessem registrar seus empregados pelas novas regras aprovadas pelo Congresso. Mas a ideia é que todos os 44 milhões de trabalhadores formais do país entrem no E-Social.

Este ano foram incluídas empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões por ano. Ainda vão entrar pequenos empresários, setor público, organizações internacionais e, por esse cronograma, a implantação estaria finalizada em 2021.

Mas as empresas afirmam que o governo atrasou plataformas de testes e que estão tendo dificuldades de adaptação. Elas contaram, por exemplo, que o setor de segurança e saúde do trabalhador em algumas grandes empresas ainda é documentado em papel. Também não haveria no sistema a possibilidade de fazer registros parciais para serem completados mais tarde.

Rafael Ernesto, da Confederação Nacional da Indústria, disse que as empresas esperam que o governo também seja ágil com o uso das informações que receber:

“A partir do momento que uma empresa encaminha um afastamento de um empregado, a empresa espera uma agilidade do agendamento da perícia médica do INSS, uma agilidade na recepção das informações geradas nos laudos do INSS, para que isso retorne para a empresa. Que a gente possa, dentro dos processos administrativos de contestação, ter um processo ágil”, disse. Continue lendo



29/11/18

Confiança do setor de serviços sobe em novembro para maior nível em 4 anos e meio, diz FGV

Apesar da melhora, índice segue abaixo dos 100 pontos, o que significa que visão negativa sobre ambiente de negócios ainda predomina

REUTERS • SÃO PAULO

As expectativas dos empresários de serviços no Brasil melhoraram com o fim do período eleitoral e a confiança do setor atingiu em novembro o nível mais alto em de quatro anos e meio, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

Com alta de 5,1 pontos, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) atingiu 93,4 pontos na comparação com outubro, seu maior patamar desde abril de 2014.

"O avanço significativo da confiança em novembro está intimamente ligado à melhora das expectativas empresariais que, por sua vez, parece refletir os efeitos do resultado do processo eleitoral", explicou o consultor da FGV Silvio Sales em nota.

"Essa melhora no ânimo das empresas, no entanto, não altera o fato de os indicadores de confiança permanecerem ainda na faixa abaixo dos 100 pontos, o que significa dizer que há o predomínio de respostas negativas sobre o ambiente de negócios", completou ele.

Em novembro, 85 por cento das 13 principais atividades pesquisadas tiveram alta no índice de confiança. De acordo com a pesquisa, o Índice da Situação Atual (ISA-S) teve alta de 1,8 ponto em novembro, chegando a 87,7 pontos, seu maior nível desde outubro de 2014.Já o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 8,3 pontos, para 99,4 pontos em novembro, o maior patamar desde fevereiro de 2014.

"A confirmação da melhora na curva de confiança do setor estará, provavelmente, condicionada ao andamento do processo de transição para o novo governo", destacou Sales.

 





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