Cebrasse News
11 de Dezembro de 2015

CEBRASSE LIDERA O SETOR DE SERVIÇOS EM CAMPANHA NACIONAL CONTRA AUMENTO DE IMPOSTOS

Caro Associado, A Cebrasse é uma das principais parceiras desse grande projeto contra o aumento de impostos, em especial, agora, o do PIS/COFINS. Precisamos do seu apoio na ampla divulgação desta campanha por sua entidade.  O sucesso dessa nova batalha depende da presença maciça dos empresários, a demonstrar indignação e insatisfação com a excessiva carga tributária já existente. Imaginem aumentar! No último dia 8, em seminário realizado pela Fecomércio de Brasília na sede da CNC e  coordenado pelo presidente da federação Adelmir Santana e pelo deputado Laércio Oliveira, o secretário da Receita Federal Jorge Rachid debateu com lideranças empresariais as propostas oficiais para a engorda dos cofres públicos por meio do PIS e da Cofins. Rachid explicou alíquotas diferentes, mas nada informou sobre os percentuais delas. O descontentamento dos empresários foi muito grande. Representantes empresariais classificaram como “extorsão” a sanha arrecadatória do Estado e sua ineficiência. E anunciaram que se mobilizarão para rechaçar qualquer tentativa de aumento da carga tributária sobre os setores. O vice-presidente para Assuntos Legislativos da Cebrasse Ermínio Lima Neto nos representou nessa importante agenda, em que onde lideranças empresariais voltaram a se manifestar contra o aumento do PIS/ Cofins proposto pelo governo, e contra qualquer tipo de aumento de imposto no atual cenário de recessão econômica. Paulo Lofredda

Lima Neto salientou a importância de o setor produtivo chamar a atenção sobre o quanto os geradores de emprego e renda se indignam com a ferocidade com que o governo, na coleta de impostos, afeta incomensurável a saúde dos negócios e os níveis de empregabilidade.

EMPRESÁRIOS QUEREM TRANSPARÊNCIA NA DEFINIÇÃO DO  NOVO PIS

Mercado quer conhecer percentuais de três alíquotas propostas pela Fazendo ao Planalto Em nota à imprensa  no dia anterior ao encontro na sede da Confederação do Comércio, o ministério da Fazenda divulgou o projeto como “peça-chave da reforma tributária, o novo PIS simplifica a vida do empresário, dá segurança jurídica às empresas e torna o processo de apuração do tributo mais transparente”. A pasta informou que “para garantir a neutralidade da carga fiscal em cada um dos setores, o novo PIS vai ter três alíquotas: modal, intermediária e reduzida”. Para esta edição da CEBRASSENEWS, Ermínio Lima Neto criticou o fato de, sendo PIS e COFINS pagos pelas empresas sobre valores de suas receitas, “o governo quer unir os dois e simplificar sua a cobrança, mas não quer divulgar os percentuais das três alíquotas estabelecidas para o PIS”. Os percentuais já estão em análise pela Casa Civil do gabinete da Presidência da República, devendo ser aprovadas no Congresso e entrar em vigor seis meses depois. “O setor de Serviços não prescinde de plena e absoluta transparência quando o Executivo federal vai decidir algo de tamanha importância para a saúde das suas empresas: as quer mais geram emprego no Brasil e querem continuar empregando”, concluiu o empresário.
 

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